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Uma receita

Eu era/sou bem empolgada na cozinha, em geral. Isso não necessariamente significa que eu mando bem na cozinha, mas acho que às vezes, por causa da minha motivação, acerto a mão. Realmente me esforço para fazer todas as papinhas/comidas da Alis, mas preciso confessar que as papinhas prontas salvam a pátriana hora da correria. Pois bem, essa semana fiz uma receita do tipo “adaptada” porque a Alis tem se recusado a comer algumas coisas mais sólidas por causa dos dentinhos que estão nascendo (4 ao mesmo tempo, helloooo, me salva?). A papinha foi mais pastosa para facilitar o consumo.

Lá vai a dica:

2 batatas médias

2 cenouras

Meia moranga

1 pedaço de frango

1 tomate

1/2 cebola

Temperos a gosto

Modo de preparo:

Papinha: Cozinhe bem as batatas, as cenouras e a moranga e acrescente um pouco de sal. Quando tudo estiver bem molinho, bata no liquidificador para fazer a papinha.

Molho: Cozinhe o frango, desfie e reserve. Pique a cebola em pequeninos pedaços e refogue, acrescentando o tomate, os temperos e o frango desfiado.

Voilá! Simples, simples, simples. É tão simples que eu nem precisaria ter postado a receita, mas era uma desculpa para publicar as fotos (:

Tudo pronto!

Tudo pronto!

Alis

Alis me provocando com caretas – e olha só as milhares de picadas (problemas na virada de ano)…

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Reflexões

Uma coisa engraçada aconteceu hoje. Como eu já disse no post passado, paramos com a amamentação nesta semana, então eu pude “voltar a beber” (gente, não sou alcoólatra não, tá? Só estou empolgad”inha” com a novidade). Bom, vamos ao fato engraçado. Eu estava fazendo uma lista de receitas e ingredientes para fazer comidinhas gostosas para a Alis e entrei no Pinterest para encontrar uns boards de “baby food”. Fui anotando tudo numa folha de caderno (método arcaico, eu sei) e navegando na rede social. De repente me deparo com uma receita de eggnog, uma bebida típica dos EUA nessa época de festas, e lembro das batidas de coco que eu costumava fazer na minha vida pré-gravidez (a única bebida doce que eu curto) e anoto, na mesma lista de comidinhas para a Alis: “comprar vodka”. Hahahahaha Me matei de rir. Parece aloka do álcool, mas é só porque é novidade.

Tudo sob controle, tudo sob controle. Alis vai receber as comidinhas dela e, eu, a minha vodka para tomar uma batida depois do horário de dormir dela.

Ah, e esta sou eu no Pinterest (nem uso tanto, só quando bate uma vontade de encontrar inspiração):Euzinha.

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Mama’s little helper

Vestida de vermelho, charmosinha e colaborativa, descobri na minha pequena uma ajudante de cozinha. Ontem, como eu disse no antepenúltimo post (complexo), tivemos pediatra. A doutora me disse que peixe é um excelente alimento para ajudar na produção de leite materno. Lá fui eu comprar peixe e camarão para fazer um pequeno banquete para a minha filha que, por tabela, come o que eu como. Eu curto cozinhar, mas não sou uma exímia chef, não mesmo. Eu faço um bolo razoável, sei flambar a carne do estrogonofe, me jogo num feijão e tal, mas peixe foi a primeira vez.

Minha ajudante de cozinha supervisionando o descongelamento do camarão

O processo foi todo intuitivo, não segui receitas. Aliás, eu tenho esse problema. Eu compro livros de receita, anoto receitas da internet, pego indicações com exímios cozinheiros (tenho uma prima, a Estela, que faz milagres na cozinha), mas não sigo nada, nem as medidas nem os temperos. Eu improviso, substituo, “sigo meu coração”. Pois bem… a minha primeira experiência com peixe foi assim. Usei sal, azeite de oliva, limão e leite de coco e deu. Cortei umas batatinhas, uma cebola e uns tomates, distribuí pela fôrma e apostei na minha sorte. Primeiro problema: coloquei leite de coco demais, então o peixe demorou uma hora e meia pra secar, mas ficou delicioso!

Nota de apresentação: 0. Nota de sabor: 7,5, o que é bom para a primeira vez com peixe, né?

Molho meio que não tem segredo, né? Cebola (AMO! A doutora disse que eu devo comer pouca cebola para evitar que a minha filha tenha cólica, mas desde os 15 anos eu tenho tara por picar cebola…), tomate, camarão, sal e três temperinhos mágicos: orégano, cheiro verde e noz moscada. Na finalização, e só porque a minha filha pediu, acrescentei milho, que ela ama, e leite de coco (adoooro, me lembra culinária indiana).

Noz moscada, cheiro verde e orégano

Mãaaae, não esquece o milho!

E voilá! 12 mil horas depois, porque o processo foi interrompido um zilhão de vezes para que eu pudesse amamentar a minha ajudante colaborativa (ela tem o seu preço!), ficou pronto meu primeiro almoço mais elaborado desde que a pequena nasceu. Eu venho cozinhando direto, mas é uma culinária bem preguiçosa, de quem faz as coisas olhando para o relógio ou para a babá eletrônica. Agora que descobri que a pequena curte me acompanhar (fico cantando pra ela o tempo inteiro… e olha que eu canto mal!) posso agilizar almoços mais interessantes. … Ainda dou conta de lavar a roupa, a louça, blogar, checar facebook com uma frequência assustadora, ler livros e assistir a várias séries na TV. Surileia Mãe Monstrinho, alguém conhece? Sinto-me estranhamente conectada a ela…

Voilá! Almoço saudável-que-ajuda-na-produção-de-leite-materno

Confissão: não toquei na salada… não vai ser assim que vou perder os quilos a mais que ficaram depois da gravidez. Mas vamo que vamo que essa é outra luta!

Fato: um prato sem salada!

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