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Feliz Natal!

Feliz Natal!

Passando por aqui para desejar a todas e todos um Feliz Natal!!!

Tudo de bom pra todo mundo aí! ;)

Beijo!

Mel e Alis

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por | dezembro 25, 2013 · 1:39 PM

Preparativos de Natal (no dia das crianças?)

Eu sempre curti natal. Embora seja uma festa comercial, gosto da sensação da festa, da comilança, da decoração em casa e tal, então estou criando na Alis a expectativa do natal. Ela já sabe cantar aquela música do sapatinho (deixei meu sapatinho na janela do quintal, bem essa) e já sabe identificar o papai noel. Hoje, procurando vídeos de natal no YouTube, encontrei um filme da Disney, o Mickey’s Once Upon a Christmas, bem fofo, olha só!

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por | outubro 12, 2013 · 3:00 PM

Só pra constar…

Natal foi DE-LI-CI-O-SO! Foi uma festa super harmônica, ninguém fez cara feia e a tia bêbada foi… adivinha quem? Euzinha. Sobrinha de 14 e prima de 15 anos me chamam de tia (uma porque realmente é minha sobrinha e a outra porque, pra ela, sou velha), então eu fui a tia bêbada do natal, falando besteira pelos cotovelos, perdendo a conta de quantas cervejas já tinha tomado e tals. Hoje a sobrinha veio aqui em casa e falou: “Tia Mel, você estava muito engraçada no natal”, o que prova a minha teoria de que eu fui a tia bêbada. Mas foi incrível: primeira vez bêbada em 19 meses. E só pra constar, eu não estava bêbada, estava alegre. E só pra constar [2], parei de amamentar dois dias antes do natal. Meu leitchênho já não satisfazia mais, então estávamos no processo de amamentação só pra não interromper bruscamente. Curti muito amamentar, estou com uma dorzinha no coração por ter parado, mas muito feliz por termos atingido a marca dos 10 meses. Mas voltando ao assunto importante: a minha bebedeira, que não foi bem bebedeira, mas mini-pileque, foi MUITO divertida. Agora entendo as tias que ficavam/ficam bêbadas no natal. É quase que uma obrigação na tradição natalina, um trabalho sujo que alguém TEM que fazer. E olha, dona tradição, foi uma honra. Quem lê acha que eu nunca bebi no natal, mas sim, eu já bebi, só que eu era sobrinha, neta, filha, nora, mas agora sou mãe. Tem todo um peso diferente. As pessoas olhavam pra mim com um mix de humor e medo que eu não fosse dar conta de ser mãe caso o “serviço chamasse”, ou seja, tinha o fator surpresa, tempero de novelinha mexicana. Eu brinco, nem foi isso tudo. Eu dei conta de me manter no salto, que na verdade era uma sandália sem salto, até as duas e meia da madruga, tomar banho, dormir às três e acordar às cinco para dar mamadeira para a Alis e trocar a fralda também. Conclusão: eu não estava bêbada, estava apenas feliz, feliz, feliz por ser mãe (<3), por ter um marido e uma família incrível, por poder beber sem contar os %s de álcool, por ter uma avó linda e maravilhosa de 89 anos que ficou até o final da festa e riu de todas as minhas piadinhas de tia bêbada.

2012, apesar da perda que sofremos na família, foi um ano muito mega hiper legal. Aprendi muito, muito, muito e sinto muita gratidão por ser rodeada de pessoas bacanas. Os problemas existiram e continuarão existindo sempre, mas o tempo passa e vamos ficando mais espertos sobre como lidar com eles. Vemnimim, 2013!!!

Beijo gigas pra todo mundo que acompanha o blog, mesmo que em silêncio (comentem, gentch), porque as estatísticas mostram que os acessos existem… beijo, fantasminhas queridas(os)!!!

BIG PS: Saí com os olhos fechados e/ou fazendo careta em toooodas as fotos, então não vai rolar de publicar nenhuma não…rsrsrs!

Pra não fazer desfeita, segue uma colagem de fotos tiradas no dia 23, com a Alis de tubarão rosa depois de tomar banho de piscina (:

UM VERÃO 2012

 

8 Comentários

Arquivado em Vida de mãe

Randômicas

Cérebro de grávida/mãe

Paris

Em frente ao Natural History Museum, em 2010, com pai e mãe

Logo antes de engravidar, li um livro que comprei no Natural History Museum, em Londres, o The Female Brain, escrito pela médica Louann Brizendine. Nele, a autora fala sobre o que acontece com o cérebro da mulher em todos os estágios da vida: como neném, criança, adolescente, mulher adulta, mulher grávida, na menopausa e na velhice. O livro é bom de ler, tem uma linguagem científica bem acessível e me impressionou uma coisa que a autora disse: quando engravidamos, o cérebro diminui, se reorganiza e só volta ao seu tamanho normal lá pelo sexto mês após o nascimento do neném. Sabe que eu sinto isso? Parecia que eu tinha meio que “emburrecido” durante/depois da gravidez, mas agora e que agora as coisas estão começando a voltar ao normal (Alis está com dez meses, parece que sou meio atrasadinha… mas tem a tal da variabilidade normal dentro da raça humana, né?). Até mês passado eu não conseguia me concentrar muito nas coisas, andava um pouco desligava, burrinha até (não que eu seja uma gênia agora, certeza). Meu cérebro está acompanhando melhor o mundo, tendo ideias interessantes de novo (de acordo com o meu julgamento, claro), querendo ler com atenção. Vou procurar saber mais sobre o que acontece com o cérebro na gravidez, tô interessada.

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Ghandi

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Meu pai era um cara simples, de verdade mesmo. Curtia ler, assistir a documentários sobre alienígenas, desastres naturais e fim do mundo. Ele tinha a maior dificuldade em sair pra comprar roupas. Eu até brincava, dizendo que ele se vestia como um mendigo, tamanha era a dificuldade de fazê-lo comprar uma calça nova. Quando eu dizia isso, ele falava: “Sabe quantas calças Ghandi tinha? Duas. Ele usava uma enquanto a outra estava para lavar”. Fofo. Aí achei essa imagem com os dez fundamentos de Ghandi para mudar o mundo. Deu saudades do meu pai e senti amor pelos dois, por ele e pelo Ghandi.

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Soninho da Alis

Essa charge é perfeita, e quem tem neném e não tem ajuda constante sabe que é.

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Feliz Natal

Eu a-m-o natal. Parece bobo, eu sei, uma mulher de 30 anos gostar tanto de natal, mas eu gosto. Eu curto ficar perto da família (sim, sou bem família), a troca dos presentes, o jantar, as pessoas bêbadas, as sóbrias, as crianças, os aborrescentes, os velhinhos. Eu vou sentir falta de um velhinho em especial, meu pai papai noel… ele sempre era confundido com o papai noel. (((:

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Feliz Natal pra todo mundo que passar por aqui, e pra quem não passar por aqui também. Que você que está lendo não engorde muito, não tenha muita ressaca, ganhe vários presentes divertidos e aprecie o momento fraternal!

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Arquivado em Gravidez, Vida de mãe

Grumpy baby

Is Alis grumpy

Alis está mal humorada. A verdade é que Alis está super bem humorada, mas Alis anda tendo crises de mau humor. Não sei se é dentinho, se é saudades da escolinha, da rotina com as professoras e coleguinhas em uma sala 100% preparada para receber nenéns, onde eles podem engatinhar livremente sem uma mãe histérica gritando “não bota o dedo aí, isso na boca não, na cozinha não” e etc. Em primeiro lugar, ela está um grude (mas um grude beeeem gostoso e fofinho). Alis quer colo o tempo todo, mas mais especificamente o colo da mãe, o meu colo. Alis está recusando comida salgadae frutinha pela manhã, e tenho três teorias para isso: ou mais dentinhos estão nascendo, ou a minha comida não é tão gostosa quanto a da escolinha ou ela está de dieta porque o verão está aqui e quer ficar em forma.

Mas acho que o mau humor, se não for dentinho, tem a ver com o “tédio” ou com a mudança na rotina. Ela estava acostumada a passar as manhãs em um ambiente cheio de outros nenéns, pra cima dos quais ela podia fazer bullying (sim, minha filha morde os coleguinhas… mas, em minha defesa, eu nunca ensinei isso pra ela), e agora fica em casa comigo ou passeando por algum lugar aleatório dentro de um carrinho. A minha conclusão é que ela não gasta tanta energia quanto gastava na escolinha. Eu me esforço para brincar, ensinar a fazer carinho, dar tchau, mandar beijinho, falar “mamãe” e tal; e estou buscando em alguns sites umas atividades para nenéns, algo para simular em casa o que ela teria de “mais específico” na escolinha. Estou me esforçando para variar o cardápio dela, também para simular a variedade que ela encontrava na rotina da creche. A verdade é que eu gosto muito do fato de a Alis estar na escolinha desde cedo, e muito porque a rotina de café da manhã (que sempre é uma frutinha + suco), brincadeiras em ambiente totalmente preparado para nenéns e almoço é muito prática e faz com que ela socialize desde cedo. Não achei que a Alis teve mais gripes que os nenéns que não entraram na escolinha, foram três gripes até agora e ela está com dez meses. O que percebo é que o desenvolvimento dela está muito bom e que a escolinha tem todo um mérito nesse sentido.

Mas tirando os momentos em que Alis está mal humorada, Alis está uma gracinha deliciosa. Sempre que saio com ela, a pequena distribui sorrisos por onde passa, seduz estranhos e manda beijinhos para velhinhas. As velhinhas não sabem que ela está mandando beijinho, mas eu sei porque eu mesma ensinei. A mudança na rotina, por um lado, é ruim porque ela sente na pele e, me parece, fica um pouco irritada com a energia que não consegue gastar do mesmo jeito que na escolinha, mas acho superimportante esse período de férias: imagina acordar cedo todos os dias do ano para ir para a escolinha!? Se nós não gostamos da ideia, por que nenéns gostariam? Esse tempo que passamos com nossos filhos é bom não apenas pra eles, mas pra gente também, que passa a se conhecer melhor “no formato mãe” e no “formato pai”. Tudo vai dar certo por agora e, depois, quando a Alis voltar para a escolinha, eu volto a trabalhar.

E Feliz Natal, Feliz Ano Novo e tooooda aquela coisarada. Se o mundo acabar antes, paciência!

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Arquivado em Alimentação & Saúde