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Como fazer um doutorado funcionar quando se tem filho(a) pequeno(a)

A verdade é que ainda estou buscando a resposta para essa pergunta. Fácil não é, mas também não é difícil nem impossível. O que acontece é que às vezes eu não dou conta das leituras, mas tenho buscado me concentrar muito para conseguir, sim, dar conta de ler tudo o que os professores sugerem nas ementas. O bom de fazer doutorado é que é trabalho, mas não é um trabalho convencional do tipo CLT, ou seja, eu não preciso entrar em um escritório às 9h e sair às 18h. Posso ficar com a Alis por meio período e estudar, ir à academia e fazer uma ou outra coisa pessoal à tarde enquanto a pequena está na escolinha. Não é perfeito, porque no fim das contas o tempo que tenho para estudar é quase que curto, mas é o melhor que pude fazer para encontrar um balanço entre maternidade e profissão. E a verdade é que “perfeito” não existe porque acho que a minha vida estaria bem imperfeita sem a Alis. Quis muito me tornar mãe (e quero repetir a dose em algum momento no futuro próximo, entre 2 e 4 anos) e quis muito entrar no doutorado, então estou fazendo as duas coisas que eu mais desejei nos últimos anos da melhor forma que posso cada uma.

Tenho me esforçado para usar menos o Facebook, papear menos via chat e mais ao vivo, ler mais literatura em vez de ver TV, assistir a vídeos no YouTube que têm a ver com as matérias que estou fazendo e com a minha pesquisa, isto é, estou tentando ser eficiente. Sempre fui bastante dispersa, tenho a impressão de que perco tempo com coisas tolas que não agregam. Às vezes penso que as pessoas são infinitamente mais organizadas que eu, mas ainda assim estou gostando do ritmo que dei para a minha parceria com a Alis e para os estudos nas últimas semanas.
Como eu “dou conta”? (Ou penso que dou)

1. Geralmente aproveito o começo da manhã, em que a Alis está superbem humorada e descansada, para ler os e-mails e as notícias. Temos um café da manhã quase-padrão, a banana amassada com um pouco de leite e um pedaço de pão ou waffle. Esse café previsível facilita a minha vida e eu fico satisfeita em saber que pelo menos uma fruta ela vai comer no dia. Como ela tem fruta na escola todos os dias, sei que ela não vai ficar só com a banana, vai complementar uma pêra, maçã, mamão e tal.

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2. Se eu percebo que ela está especialmente bem humorada (e por “bem humorada” eu quero dizer “feliz em brincar sozinha”), o que tem acontecido com certa frequência, aproveito para estudar enquanto ela brinca por perto. Levo o meu material para o quarto dela ou para a sala e lá ficamos por um tempo. Depois desse momento, me dedico a ela e…

… 3. procuro fazer a Alis gastar bastante energia antes do almoço para comer bem, comer com fome, fome de quem brincou. Se o tempo estiver bom, eu a levo para o parquinho. Se estiver ruim, sento e brinco exclusivamente com ela por uns 40 minutos: de pintura, de lego, do que parecer legal na hora.

4. Almoçamos juntas. Ela tem começado a comer sozinha, mas eu sempre intervenho em algum momento para ajudar e fazê-la comer um pouco a mais. Às vezes tenho a impressão de que, por ela ser pequena e ainda não dominar a arte de comer sozinha, desiste mais rápido, então mostro como ela tem que ser persistente e comer até se sentir saciada, em vez de cansada.

5. Chega a hora de ir para a escolinha, então é toda aquela função. Troco a fralda dela, a roupa e vamos embora. Ela geralmente chega na escolinha dormindo (se bem que isso tem mudado), então eu a coloco no colchão da sala e vou-me embora.

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6. Se tenho aula, vou direto para a universidade, parando apenas para um ocasional cafezinho quando estou com sono (tipo sempre: é meu modo de funcionamento padrão hoje em dia). Se não tenho aula, vou a algum café perto da escola da Alis para estudar ou vou para a biblioteca. Fico estudando até quase o horário de buscar a gatinha na escola, menos nas terças e quintas, que são os dias em que faço ioga. Aliás, também faço academia e acabo encaixando os exercícios depois das minhas aulas ou no final da tarde de estudo.

7. O tempo passa rápido e logo é hora de buscar a A. na escola. Se ela jantou bem, desencano e só dou uma besteirinha para ela comer, tipo uma bolacha salgada, um pão de queijo com suco de laranja ou um iogurte com granola (isso é estranho? não sei de crianças que comem granola, mas ela adora). Se ela não jantou bem na escola, faço um macarrão, uma sopinha rápida ou algo do tipo.

8. Hora do banho (já são umas 20h), e geralmente tomo banho com ela no meu colo ou com ela no chão, mas comigo. Se eu dou banho, marido seca e veste. Se ele dá banho, faz o serviço completo. Ela curte muito essa hora porque sabe que vai mamar em seguida e provavelmente, se não for muito tarde, assistir a um episódio do desenho A Casa do Mickey. Ela já sai do banho falando “bagunça, bagunça”, mas eu tento não alimentar a pilha e só dou umas esmagadas básicas, pra mim essa é a hora do aconchego. O meu marido fala que essa é a hora da mamãe porque ela realmente não desgruda quando está prestes a dormir, então eu aproveito para pegar o tablet para estudar na cama enquanto ela brinca de cantar em modo sonâmbula. Se estamos na sala, faço a mesma coisa.

9. A essa hora eu já estou exausta. Não consigo sentar na frente do computador para blogar, nem pra estudar, nem pra nada. Continuo mexendo no tablet até dormir.

E aí já é hora de começar tudo de novo.

Então assim… claro que não é fácil porque no meio disso tudo eu preciso lavar roupas, louça, preparar comida, arrumar cama, e por mais que o meu marido seja ótimo e realmente assuma boa parte da limpeza e da organização, quem passa mais tempo em casa sou eu porque meu horário é flexível, então eu acabo fazendo mais mesmo. Eu gosto do meu esquema e tenho conseguido fazê-lo funcionar da melhor maneira possível. E você, qual é o seu segredo para fazer o seu esquema funcionar?

Beijo e bom começo de semana!

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Links da Semana

Já deu pra perceber que o Links da Semana não é semanal, é mais “quando der tempo”, mas tudo bem. Segue uma seleção de coisas bacanas que eu encontrei nesta semana pela web…

Olha só que delícia esse neném de Beleza Americana! Uma mãe recriou algumas cenas famosas de filmes com seu neném, e o resultado ficou além de fofo! Link aqui…

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Eu aaaamo o programa A Casa do Disney Junior (ai, problemática essa mãe que gosta mais das coisas de criança que a própria filha, eu sei!), olha só a música que eu e a Alis começamos a dançar quase todas as noites (me divirtooo)!

Alis tem mania de tomar o meu café. Quer dizer, ela não toma o meu café, ela come a espuminha com uma colher, mas fiquei curiosa para descobrir se nenéns (ela não completou dois anos ainda, aqui é considerado neném ainda, né? Ah, sei lá… terminologias…) podem ou não tomar café e encontrei o seguinte artigo na revista Crescer: link para a matéria

Para a pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), o ideal é deixar a criança conhecer o novo sabor somente depois dos 2 anos. “Mas só provar mesmo. Tomar um ou dois golinhos, não mais do que isso”, alerta. E uma única vez! A partir dos 6 anos, a criança pode tomar a bebida, desde que seja com moderação, claro. “Uma xícara de café por dia é o limite e, se for descafeinado, melhor”, diz Alessandra. O ideal é que a bebida oferecida seja fraca e com mais leite do que café (3/4 de leite para ¼ de café), assim ela se satisfaz com a quantidade da bebida, ingere menos cafeína e mais cálcio e zinco.

Dois documentários:

Andei fuçando a web em busca de documentários sobre maternar, sobre partos, sobre decisões de tornar-se mãe ou não, sobre tudo o que tem a ver com a gente e com eles, os filhos. Encontrei dois documentários interessantes, o “The Business of Being Born”, cuja tradução literal seria algo como “O ‘negócio’ de nascer”; e o “Pushing Motherhood”, que poderia ser traduzido como “Adiando a Maternidade”. O primeiro, como o próprio título fala, tem a ver com “o negócio” que virou nascer e com o negócio que sempre foi nascer, ou seja, tem a ver com práticas super tecnológicas e com práticas super caseiras de parto. É um filme que mostra todos os lados e privilegia, eu diria, a prática do parto conduzida pelas mulheres em vez de por médicos. Não assisti inteiro, mas fiquei com essa impressão. Parece legal e assim que a Alis dormir pretendo continuar assistindo!

O “Pushing Motherhood” é um documentário sobre duas mulheres que decidiram ter filhos mais tarde, uma com 38 e a outra com 45. No filme elas explicam os motivos que as levaram adiar a maternidade, mas tem um problema: O FILME AINDA NÃO EXISTEEE! Droga, eu fiquei toda curiosa vendo o trailer que era, na verdade, um chamado para crowdfunding. Ok, paciência… em algum momento o filme vai sair e já vou dizendo, acho que vai ser ótimo. Adiar a maternidade é algo super importante para a nova geração de mulheres que acredita que acertar os nós na carreira é importante antes de ter o primeiro filho. Eu sei que não esperei demaaais para ter o meu primeiro, a Alis nasceu quando faltava um mês para os meus trinta anos, mas ainda assim já foi mais tarde que o comum para as gerações passadas. Enfim, olha só o trailer aqui, parece ótimo:

Beijos e alegriaaa, é sextaaaa (PERA, eu sou mãe, fins de semana não são sinônimos de descansoooo haha)!

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Update rápido

Update rápido

Olhem só este mapa: ele mostra os países que adotam a política da licença-maternidade remunerada. Não é impressionante que os EUA não adotam? O Brasil ainda não está entre os melhores em termos de duração da licença, mas a remuneração durante esse período é uma questão de humanidade, vocês não acham?

Encontrei este mapa no seguinte site (ótimo, por sinal): Twisted Sifter. (http://twistedsifter.com/) Para entrar direto no link do site onde está a foto, clique na foto.

Besos!

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por | agosto 16, 2013 · 9:01 AM

Links divertidos

Links de terçaofi

Dando aquele rolê pela blogosfera, encontrei coisas divertidas, sente só:

1. O blog Agora Sou Mãe, da Bia Mendes, além de blog, também é loja de camisetas com temas de maternidade, e agora a Bia também vende camisetas para daddies em formação, eu fiquei muito fã dessa:

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2.No New York Times, a seção Room For Debate traz um assunto que tá super em voga, “Should women delay motherhood?”, ou “As mulheres deveriam adiar a maternidade?”, e chama vários experts para discutir a questão. Não achei o debate mega aprofundado, mas algumas opiniões estão bem interessantes (como a da Mary Ann Mason e da Elisabeth Gregory). Link aqui.

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3. Um artigo bem legal na Carta Capital sobre os fiscais da militância, ou seja, sobre como o senso comum enxerga as militantes feministas que criticam o que parece bobo a olhos não treinados, como o corpo da Barbie, a cor do Kinder ovo e outras coisas que só colaboram com a continuidade de certos estereótipos que levam a problemas maiores. O texto é da Clara Averbuck, é curto e dá uma ideia bem boa de porque a militância é importante (e nós, mães, temos que ficar muito ligadas nisso para não darmos continuidade a estereótipos nocivos, vale a leitura).

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4. Explicando a Revolta do Vinagre para a Clarice, que tem 2 anos, no blog “Para Clarice ler quando crescer”, coisa mais linda do mundo.

5. Receita que parece muuuito deliciosa e que vou testar no fim de semana, de mousse de chocolate e café com merengue de caramelo e canela (NHAM!): aqui. 

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6. Aqui, várias ideias divertidas de como documentar a passagem dos meses na vida dos babies. A-do-rei e confesso que fiz quase nada disso no primeiro ano de vida da Alis (mas tirei milhaaaares de fotos dela).

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É isso, gente, links de domingo agora são links de terça-feira haha Maternidade: fazendo que você se adapte às mudanças da vida desde que o mundo começou!

Beijo!

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Maternidade X Trabalho

Aviso: este post ficou GIGANTE, mas creio que o assunto pede um post gigante mesmo. Espero que gostem e/ou que ajude na reflexão “maternidade X trabalho”.

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Já falei bem brevemente sobre o assunto maternidade X trabalho aqui e a Chiara falou aqui, mas acho que é preciso falar de novo e sempre porque este papo dá muito pano pra manga e é, eu acredito, uma das questões fundamentais quando se pensa em ter filhos ou não. Veja bem, eu disse uma das questões, não a única, mesmo porque cada pessoa tem condições e necessidades particulares. Não quero dar aqui a impressão de que estou generalizando, vou apenas dar a minha opinião sobre como resolvi este dilema e como vejo que as pessoas em volta o resolvem.

Bom, a minha história aconteceu assim: quando engravidei (e a gravidez foi semi-planejada, porque achamos que, parando com a pílula, não engravidaríamos imediatamente, e foi isso que aconteceu), estava trabalhando em uma empresa das 9 às 18h. Eu gostava do meu trabalho, adorava os meus colegas e tinha a certeza de que voltaria a trabalhar e organizaria um esquema com o meu marido e com as avós/tias para tentar fazer com que a Alis não ficasse em período integral na escolinha todos os dias. Depois que a Alis nasceu, já não tive mais tanta certeza, mas a minha situação é bem particular. Eu estava trabalhando em uma empresa, mas tenho veia acadêmica. Amo estudar teorias cabeçudas (não que eu as entenda, mas amo) e tenho mestrado, então sempre tive a ideia de fazer doutorado quando meu filho ou filha nascesse. Pois bem. Alis nasceu, eu entrei em licença maternidade e estava me programando para tirar os 4 meses + 1 mês de férias, e então meu marido tiraria 1 mês de férias e, se você é bom/boa com contas, percebe que a nossa intenção era colocar a Alis na escolinha quando ela completasse 6 meses. É, mas isso não aconteceu. Meu chefe na época insistiu muito para eu voltar a trabalhar antes e acabamos fazendo um acordo: eu voltaria antes das férias se pudesse trabalhar 5 horas por dia na empresa + 3 em casa até a Alis completar 1 ano para ela não precisar ser matriculada em período integral. Ai, que tolinha que eu fui em acreditar que daria conta de trabalhar com neném em casa. Eu sei que várias pessoas conseguem, e acho mesmo que é possível se você estiver a fim de uma aventura de três turnos, mas eu não consegui. Senti culpa, senti remorso, senti vontade de curtir esse primeiro ano com ela sem ter que trabalhar no meio período em que eu deveria trabalhar de casa.

Foi aí que tracei um plano. Desde que me formei em letras – inglês, sempre trabalhei como tradutora autônoma e encontrei aí uma solução. Entrei em contato com as empresas que costumavam me mandar trabalhos esporádicos e me ofereci para trabalhar com mais frequência. Uma vez que as traduções meio que se igualaram ao meu salário na empresa onde trabalhava, pedi demissão (imagina o caos que foi a minha vida no mês em que decidi colocar o plano em prática). Saí da empresa e me dediquei 100% ao ofício da tradução e foi ó-ti-mo. Alis continuou (continua) na escolinha por meio período e é este o momento que uso para trabalhar e estudar. Inscrevi-me como aluna especial no doutorado, fiz o projeto e a prova e passei. O meu plano deu certo e me possibilitou fazer o que eu queria fazer, que era passar o tempo com a Alis realmente com ela, levando-a para passear, brincando, curtindo e realmente participando desse momento da primeira infância.

Agora seguem algumas considerações sobre o meu caso e a minha opinião sobre o assunto. Eu escolhi uma profissão onde a maleabilidade do tempo de trabalho é possível. Eu sei que muita gente não tem essa opção, então a minha opinião é a seguinte: se eu fosse médica ou engenheira ou sei lá e tivesse e quisesse trabalhar o dia inteiro, começaria a trabalhar com um elemento chato que atrapalha demais a vida: a culpa. Seja qual for a escolha de uma mãe: trabalhar das 8 às 17h,  parar de trabalhar, organizar os horários para poder passar mais tempo com o filho ou filha, a culpa tem que sair do cenário logo no começo. Para mulheres que querem ser mães e não querem dar uma pausa ou desacelerada na vida profissional, eu digo: não pausem e não desacelerem (embora eu ache que desacelerar é uma consequência por causa do cansaço no primeiro ano). Vai ser melhor pra todo mundo: pra mãe, pro pai e pro neném se a mãe fizer o que sente que tem que (e pode, claro) fazer. Parar de trabalhar para ficar durante anos e talvez até por uma vida inteira se remoendo não vale a pena para ninguém, mas a minha opinião é que tem que ser sem culpa. Temos hoje em dia ótimas escolinhas que cuidam muito bem dos nenéns, mas muito bem mesmo. Vejo pela Alis. Como é boa a relação dela com as professoras e com os coleguinhas. Ela se alimenta super bem na escola, às vezes melhor do que em casa, ela aprende a ter rotina, aprende musiquinhas e parece sentir que aquele é o espaço dela, o espaço onde ela interage com a galera dela, sabe? Juro que acho que os coleguinhas dela que ficam na escolinha em período integral parecem tão felizes quanto ela.

A minha mãe, por exemplo, só pôde ficar comigo e com a minha irmã até completarmos 3 meses cada uma e foi-se de volta para o trabalho. Passamos muito tempo com babás e em escolinhas e não fiquei traumatizada. Tenho um ótimo relacionamento com a minha mãe e uma certeza absoluta: conhecendo-a como a conheço, sei (tenho certeza) que se ela tivesse largado o trabalho por nós não seria a mulher bem resolvida que é hoje, com a vida profissional que tem e teve. À minha volta e na minha própria escolha vejo o mesmo. Quem quis sair do trabalho assim o fez ficou mais feliz quando chegou a hora de voltar (minha irmã, que se dedicou 100% aos filhos até eles completarem uma certa idade e hoje em dia está encaixada e feliz no mundo profissional). Eu, que dei uma reorganizada na vida para poder dar mais atenção à Alis e ainda assim trabalhar, estou muito satisfeita. E quem tiver que voltar ao mercado de trabalho, tem que voltar sabendo que o filho ou filha será bem cuidado na escolinha e, é claro, se esforçar para fazer quase todos os momentos juntos serem especiais, com passeios, atenção e brincadeiras (na verdade, isso vale pra todo mundo, vamos combinar, e eu disse “quase todos os momentos juntos” porque, sejamos honestos, somos humanos). Além disso (minha opinião, repito), acho que vale a pena dar umas escapadas do trabalho para tirar o filho mais cedo da escola de vez em quando, usar o horário do almoço para visitar na escolinha, enfim, não encarar o trabalho como uma pequena prisão para onde você vai para ficar longe d@ filh@ o dia inteiro. Vira e mexe vejo os pais dos coleguinhas da Alis que ficam em período integral visitando os filhos no horário do almoço, nem que seja pra caminhar um pouco na frente da escolinha e dar umas risadas.

Por enquanto é isso. Espero poder contribuir mais com esse assunto de suma importância assim que der início aos meus estudos sobre maternidade (falei um pouco sobre isso aqui).

Beijos, mamacitas, e força na peruca!

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