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Só pra constar…

Natal foi DE-LI-CI-O-SO! Foi uma festa super harmônica, ninguém fez cara feia e a tia bêbada foi… adivinha quem? Euzinha. Sobrinha de 14 e prima de 15 anos me chamam de tia (uma porque realmente é minha sobrinha e a outra porque, pra ela, sou velha), então eu fui a tia bêbada do natal, falando besteira pelos cotovelos, perdendo a conta de quantas cervejas já tinha tomado e tals. Hoje a sobrinha veio aqui em casa e falou: “Tia Mel, você estava muito engraçada no natal”, o que prova a minha teoria de que eu fui a tia bêbada. Mas foi incrível: primeira vez bêbada em 19 meses. E só pra constar, eu não estava bêbada, estava alegre. E só pra constar [2], parei de amamentar dois dias antes do natal. Meu leitchênho já não satisfazia mais, então estávamos no processo de amamentação só pra não interromper bruscamente. Curti muito amamentar, estou com uma dorzinha no coração por ter parado, mas muito feliz por termos atingido a marca dos 10 meses. Mas voltando ao assunto importante: a minha bebedeira, que não foi bem bebedeira, mas mini-pileque, foi MUITO divertida. Agora entendo as tias que ficavam/ficam bêbadas no natal. É quase que uma obrigação na tradição natalina, um trabalho sujo que alguém TEM que fazer. E olha, dona tradição, foi uma honra. Quem lê acha que eu nunca bebi no natal, mas sim, eu já bebi, só que eu era sobrinha, neta, filha, nora, mas agora sou mãe. Tem todo um peso diferente. As pessoas olhavam pra mim com um mix de humor e medo que eu não fosse dar conta de ser mãe caso o “serviço chamasse”, ou seja, tinha o fator surpresa, tempero de novelinha mexicana. Eu brinco, nem foi isso tudo. Eu dei conta de me manter no salto, que na verdade era uma sandália sem salto, até as duas e meia da madruga, tomar banho, dormir às três e acordar às cinco para dar mamadeira para a Alis e trocar a fralda também. Conclusão: eu não estava bêbada, estava apenas feliz, feliz, feliz por ser mãe (<3), por ter um marido e uma família incrível, por poder beber sem contar os %s de álcool, por ter uma avó linda e maravilhosa de 89 anos que ficou até o final da festa e riu de todas as minhas piadinhas de tia bêbada.

2012, apesar da perda que sofremos na família, foi um ano muito mega hiper legal. Aprendi muito, muito, muito e sinto muita gratidão por ser rodeada de pessoas bacanas. Os problemas existiram e continuarão existindo sempre, mas o tempo passa e vamos ficando mais espertos sobre como lidar com eles. Vemnimim, 2013!!!

Beijo gigas pra todo mundo que acompanha o blog, mesmo que em silêncio (comentem, gentch), porque as estatísticas mostram que os acessos existem… beijo, fantasminhas queridas(os)!!!

BIG PS: Saí com os olhos fechados e/ou fazendo careta em toooodas as fotos, então não vai rolar de publicar nenhuma não…rsrsrs!

Pra não fazer desfeita, segue uma colagem de fotos tiradas no dia 23, com a Alis de tubarão rosa depois de tomar banho de piscina (:

UM VERÃO 2012

 

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Arquivado em Vida de mãe

A vida como ela pode ser

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Sábado de manhã, cansada e feliz.

Agora eu quero uma família enorme. Eu, que quando a Alis nasceu e me dei conta do trabalho que era ser mãe considerei ter apenas um filho, agora quero três. Quero três porque agora que a família diminuiu, com o falecimento do meu pai, quero família grande e barulhenta. Quero três filhos brigando por atenção, fazendo bagunça na mesa de jantar, criando encrenca para deixar no canal de desenho. Quero algazarra de criança, quero ouvir muito “mãaaae, me deixa comer um chocolate antes do almooooço” e quero dizer não com carinho para depois ter uma reação bem explosiva, italiana, do tipo que lembro meu avô paterno ter. Quero ser uma velhinha rodeada de netinhos, recordando-me de como a vida foi boa, de como meus filhos me deram trabalho e agradecida por estar rodeada de pimpolhos.

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