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O Doping das Crianças

Gente, vale conferir esse artigo escrito por ELIANE BRUM

O que o aumento do consumo da “droga da obediência”, usada para o tratamento do chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, revela sobre a medicalização da educação?

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Clique na imagem e confira!

Bjs!

 

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por | setembro 17, 2013 · 2:00 PM

Agenda 13/09 – 19/09

ImageOlá! Semanalmente publicamos um post com algumas ideias para entreter os pequenos no fim de semana. Esse post especificamente é mais focado na região de Florianópolis. Mas tenho certeza que aí na sua cidade não deve faltar programação e se você estiver pertinho, ou de passagem por Floripa, aproveitem as nossas dicas!

Já olharam a previsão do tempo? Esse find promete mamães & papais… não deixe de levar seu filho para aproveitar as nossas sugestões de passeios ao ar livre. Confere: um passeio no Horto florestal, Av. Beira Mar,  Projeto Tamar, Lagoa da Conceição, Sambaqui, Cacupé, Santo Antonio de Lisboa, um café gostoso em Rancho Queimado, pegar o barco na ponte da Lagoa da Conceição e se aventurar com os pequenos na Costa da Lagoa, Parque de Coqueiros (Lembre-se de checar a previsão do tempo: clique aqui).

Se o tempo não colaborar os  shoppings  e teatros da cidade também são uma ótima opção. Clique na imagem e confira a programação que o blog  Roteiro Baby Floripa fez especialmente para pequenos. Clique na imagem:

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Ah! quem está de olho nos últimos posts sabe que  o Iguatemi Florianópolis está promovendo é a 1ª Ciranda do Livro que promete encantar crianças e adolescentes. Na feira será possível encontrar publicações a partir de R$ 3,00, inclusive os mais procurados, como Truques de Mágica e Escola da Fama.

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Tem um post aqui muito bacana que aborda a importância da literatura para os nossos pequenos, não deixe de prestigiar esse evento!

 Alguns links de apoio para facilitar a vida dos papais&mamães:

* Teatro Pedro Ivo  

* Teatro Ademir Rosa

* Floripa Shopping 

* Beira Mar Shopping

* Continete Park Shopping

* Shopping Itaguaçu

* Shopping Iguatemi

* Confira ainda a programação do Cine Materna para esse mês: clique aqui.

Agora é com vocês! Bjs!

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Escovação dos dentes

Hoje o site Roteiro Baby Floripa postou um texto bem legal sobre a importância da escovação dos dentes dos pequenos e eu, como sou super adepta da escovação e levei a Alis para uma visita a dentista ainda antes que ela completasse um ano de idade, comentei no post linkando um vídeo que mostro pra Alis desde que ela começou a se interessar por imagens. Nesse vídeo os personagens da série Bear in the Big Blue House escovam os dentes enquanto cantam uma música-chiclete, que (na minha opinião) foi feita especialmente para os pais poderem usá-la como artifício na hora de convencer os pequenos a escovarem os dentes, olha só:

A Alis sempre fala chaca, chaca, chaca na hora de escovar os dentes por causa desse programa hehe Adouro!

Beijo!

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O desenho e o desenvolvimento das crianças

Confere essa matéria da Revista Escola sobre como os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô.”  “Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio.”  “O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!” Joana, 3 anos – Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Leia mais sobre Desenvolvimento Infantil

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação – ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. “Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar”, explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: “Para ela ‘ver é crer’ e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica”, ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: “O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz”.

De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha. Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo

Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. “Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher”, explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). “No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade.” Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido.” Yolanda, 5 anos

Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.

Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.

Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.

Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui.” Anita, 5 anos
“Dá para ver a sua mãe dentro de casa?”
Repórter
“Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta.” Anita

O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?

Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. “A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural”, diz Rosa Iavelberg.

Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.

Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. “O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos”, diz Mirian Celeste Martins. “Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido.” Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza – algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.

* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

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Alimentação: algumas ideias

Ideias para a cozinha

Cozinhar pode não ser o meu forte, mas eu me esforço bastante. Faço estrogonofe flambado, bolos gostosos, feijão, hambúrguer caseiro e tals, e nada fica com gosto de comida de chef, mas a minha filha gosta (e eu também). Aliás, ela gosta tanto que às vezes se recusa a comer fora de casa. Na escolinha ela até come de vez em quando, mas em restaurantes ela é mais de lua. Mas eu nem parei por aqui para falar disso, mas para mostrar algumas das coisas que eu faço para dar uma ideia para as pessoas que têm mini-humanos queridos para alimentar em casa, olha só (as fotos estão pequenas, mas para visualizá-las em tamanho maior é só clicar nelas):

Waffle

Waffle

Eu acho o Waffle uma ótima forma de começar um dia de fim de semana. A receita é super simples (eu uso esta daqui) e geralmente faço duas medidas porque o povo aqui é bom de garfo. A Alis se delicia, come bem e come sozinha, o que é sempre um alívio hehe. Passamos mel, mapple syrup, requeijão e manteiga em cima do Waffle, fica uma maravilha!

Arroz com misturinhas

MaisquemAES1

Gosto de misturar outros ingredientes ao arroz porque fico com a sensação de que a Alis está “comendo saudável”. Neste caso usei abobrinha e brócolis, que servi com um peixe que faço na frigideira (sem gordura) com tomate picado e molho de tomate. Ao arroz também misturo cenoura e espinafre. Adoro essa misturinha em todas as versões e a Alis curte tanto que às vezes come só isso amarradona. 

Hambúrguer caseiro

Hambúrguer

Antes de me aventurar a fazer hambúrgueres caseiros eu tinha uma ideia de que era algo complexo de se preparar, mas comprei um livro de receitas (este aqui) e vi uma muito fácil. Desde então faço sempre e amo de paixão. Faço na frigideira de vez em quando, mas na maior parte das vezes preparo os hambúrgueres no forno. Na foto acima usei uma cebola picada em pedaços beeem pequenos, dois pepinos bem picados também, um ovo, temperinho de cebola, alho e verdinhos comprado em uma dessas casas de produtos naturais; e uma colher de sobremesa de tempero completo para carnes. Depois disso, misturo a carne moída e congelo cada hambúrguer individualmente em papel laminado. Sirvo em formato de cheeseburger pra mim e pro Verde e com arroz misturadinho para a Alis!

{Não coloquei a foto com a carne misturada aos ingredientes porque sei que algumas pessoas não gostam do visual da carne crua.}

Ingredientes que amo de paixão e tenho sempre em casa (lista bem básica, mas com ela faço várias combinações):

– Cebola (dãr, óbvio!) e tomate

– Brócolis

– Abobrinha

– Abóbora (amo!)

– Batata

– Cenoura

– Chuchu (nem gosto muito, mas acho que, como é verdura, deve servir para algo bom no meio da comida hehehe)

PS: acho um saco descascar a abóbora e cortá-la em pedaços, então geralmente compro uma abóbora grande, descasco, pico, uso um pouco na receita que estou fazendo e congelo o resto, assim não fico com preguiça de usar esse alimento em outros momentos.

Em termos de ideias, pego várias daqui (e nunca sigo as receitas à risca, só uso a referência como inspiração mesmo): Family Fresh Meals.

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Pareceria entre shopping e espaço para crianças… (pausa dramática) for free!

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Olha, se tem uma coisa que faz diferença na vida dos pais é ter um espaço seguro onde os filhos podem brincar ou, traduzindo em linguagem maternal, um lugar para os filhos gastarem bastante energia para os pais poderem dormir em paz à noite (haha). Brincadeira (em parte…:). É que às vezes os pequenos cansam de ficar em casa com os pais e querem algo mais, digamos, emocionante (leia-se um programa com pessoas da mesma faixa etária). Recebemos um release da assessoria do shopping Iguatemi avisando da parceria entre o shopping e o Kid’s Park, olha só o que vai rolar para alegrar os dias dos pequenos e dos pais:

Iguatemi Florianópolis e Kid’s Park fazem parceria para aumentar opções de lazer infantil

Os vouchers valem como ingresso de meia hora no playground e serão distribuídos durante os finais de semana

Em uma parceria do Iguatemi Florianópolis com a Kid’s Park, no mês de agosto quem ganha o presente são as crianças. Em todos os fins de semana do mês serão distribuídos Vouchers de “vale um ingresso para 30min de recreação”, disponíveis para serem retirados nos guichês do estacionamento do shopping. Os vouchers são válidos de segunda à quinta, das 10h às 22h.

O Kid’s Park é o lugar preferido da criançada e tem estrutura para atender pequeninos com idades entre 1 e 12 anos. Os espaços são amplos e repletos de brinquedos, com a segurança e tranquilidade que os pais esperam. “O segredo é saber do que eles gostam… Temos brinquedos típicos de um ano de idade até os jogos que interessam aos mais velhos”, conta Maria Queiroz, gerente da loja.

A parceria funciona como incentivo ao lazer infantil, aumentando o leque de possibilidades do público do Iguatemi, principalmente durante as férias. A gerente de marketing do Shopping, Tavane Sakamoto, explica que ações como essas são feitas pensando nas mães que formam o público fiel do estabelecimento. “São mães jovens, que gostam de levar seus filhos para se divertir em um lugar que sabem ter estrutura e segurança para os seus filhos.”.

SAIBA MAIS

O quê é que é? Voucher “Vale um ingresso para 30min de recreação”

E onde que é? No espaço Kid’s Park, piso L3 do Iguatemi Florianópolis. Vouchers distribuídos nos guichês do estacionamento

Quanto Custa? Gratuito

De quando a quando? De 09 a 31 de agosto

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Férias de julho: brincadeiras para fazer com as crianças dentro de casa

Gente, gente! Que frio é esse?

Tá difícil de circular por ai, vamos combinar que nossa cidade não tem estrutura nenhuma para os dias de frio, só nos resta ficar em casa ou ir ao shopping com os pequenos. Ontem levei a Valentina no #KidsPark  do #iguatemiflorianopolis, mas estava lotado e foi estressante ter que ficar controlando as crianças grandes misturadas com as pequenas. Não deu para relaxar, tive que ficar sempre pertinho dela para evitar um “atropelamento”, Ok! ela adorouuu!! Nós já tínhamos estado lá durante a semana e adoramos! Agora no fim de semana fica evidente a carência de uma área baby. Hoje nós iríamos na Galinha Pintadinha, mas a Valentina acabou vomitando na parte da manhã, depois fomos almoçar no shopping e o xixi passou e ai acabamos vindo para casa dar banho, depois pediu mamadeira e dormiu e agora quem é que me tira de casa com esse tempinho? Nós estamos aproveitando para trabalhar e colocar as coisas em dia e vocês?

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Vou passar mais algumas sugestões de brincadeiras indoor ok? Confiram:

Dança das cadeiras

Esta brincadeira é antiga, mas desenvolve a coordenação, o ritmo, a concentração e a agilidade dos pequenos. As crianças correm ao redor das cadeiras e, quando a música termina, tentam sentar. Como sempre falta um lugar, um participante cai fora a cada rodada. Mas você não precisa desmontar a sala ou levar a mobília para o playground. Recorte círculos ou quadrados de cartolina colorida e fixe as figuras no chão com fita crepe.

Eu sou assim

Deite seu filho sobre uma grande folha de papel e risque o contorno do corpo dele. Depois peça que complete a figura – dos 3 aos 6 anos, é um ótimo exercício de reconhecimento do esquema corporal. Dica: deixe um espelho por perto para consultas eventuais. Se a brincadeira for em grupo, misture os desenhos no final e desafie as crianças a identificar quem é quem.

Mosaico de papel

Quem não gosta de picar papel? Com uma tesoura ou as mãos, reduza revistas velhas a quadradinhos de tamanho regular – crianças mais velhas podem se encarregar da tarefa. Ponha o material em potes, forneça folhas de papel e cola branca (fica mais fácil usar com pincel) e deixe que soltem a imaginação formando e preenchendo figuras.

Massinha para os miúdos

Modelar exercita a musculatura das mãos e a coordenação motora fina. Quer uma receita muito fácil e que não representa risco para os pequenos, que põem tudo na boca? Tome nota: numa tigela, junte 1 xícara de sal refinado com a mesma medida de farinha de trigo. Acrescente água aos poucos e vá amassando até que a mistura fique homogênea, sem grudar nas mãos – você pode tingi-la com suco artificial em pó. Dura três dias, se guardada na geladeira em saco plástico.

Experiências na cozinha

Para quem tem filhos pequenos, uma boa ideia é escolher uma receita gostosa e fácil de preparar. Ignore a bagunça, deixe seu filho fazer descobertas e aproveite a diversão do momento para cozinhar a muitas mãos. Dica: prepare bolinho de chuva. Peça para as crianças ajudarem no preparo da massa e você cuida da fritura – sem deixar que se aproximem do fogão, é claro! Você também pode preparar um delicioso chocolate quente. Deu água na boca?

Hora da leitura

Se ler é bom e aprender a ler com prazer é fundamental, encontrar maneiras de se aconchegar para esses momentos é uma delícia! Vocês fazem a escolha: na rede, num monte de almofadas no chão, na cama embaixo do edredom…

Espero que tenham gostado, visite os links abaixo para mais ideias de brincadeira:

1. Dicas da Revista Abril

2. Dicas IG

3.Dicas UOL

Bj!!

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