Arquivo da tag: ano novo

Oi?

Leitores e leitoras,

Não sou muito de festas de ano novo, até prefiro ficar em casa assistindo a um filme e, quem sabe, vendo os fogos de longe (não sou especialmente fã de fogos não…) e tal. Mas eu curto a história do ano novo como um recomeço, como uma chance de organizar a vida, pesar o que aconteceu de bom e ruim no ano que passou e prospectar para o resto da vida. Curti muito ter começado este blog, acho que é um blog com um “tema”, e um tema que me dá muito trabalho, amor e certamente me ensina diversas coisas todo santo dia. 2012, fazendo o tal balanço, foi um ano bem interessante. A Alis nasceu, voltei pra casa depois de uma loooonga reforma de 10 meses, voltei a trabalhar depois da licença, saí do meu emprego para me aventurar como autônoma e poder ter mais tempo para a Alis e meu pai faleceu. Foi um ano intenso. Tenho uma certeza interna de que 2013 será pretty awesome, agora basta aguardar e fazer o trabalho necessário para garantir essa “awesomidade” toda.

Ano Novo

Obrigada a todos(as) que passaram por aqui, nos vemos no ano que vem (dãaar, piadjênha teen).

Beijão!!!

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Arquivado em Vida de mãe

Grumpy baby

Is Alis grumpy

Alis está mal humorada. A verdade é que Alis está super bem humorada, mas Alis anda tendo crises de mau humor. Não sei se é dentinho, se é saudades da escolinha, da rotina com as professoras e coleguinhas em uma sala 100% preparada para receber nenéns, onde eles podem engatinhar livremente sem uma mãe histérica gritando “não bota o dedo aí, isso na boca não, na cozinha não” e etc. Em primeiro lugar, ela está um grude (mas um grude beeeem gostoso e fofinho). Alis quer colo o tempo todo, mas mais especificamente o colo da mãe, o meu colo. Alis está recusando comida salgadae frutinha pela manhã, e tenho três teorias para isso: ou mais dentinhos estão nascendo, ou a minha comida não é tão gostosa quanto a da escolinha ou ela está de dieta porque o verão está aqui e quer ficar em forma.

Mas acho que o mau humor, se não for dentinho, tem a ver com o “tédio” ou com a mudança na rotina. Ela estava acostumada a passar as manhãs em um ambiente cheio de outros nenéns, pra cima dos quais ela podia fazer bullying (sim, minha filha morde os coleguinhas… mas, em minha defesa, eu nunca ensinei isso pra ela), e agora fica em casa comigo ou passeando por algum lugar aleatório dentro de um carrinho. A minha conclusão é que ela não gasta tanta energia quanto gastava na escolinha. Eu me esforço para brincar, ensinar a fazer carinho, dar tchau, mandar beijinho, falar “mamãe” e tal; e estou buscando em alguns sites umas atividades para nenéns, algo para simular em casa o que ela teria de “mais específico” na escolinha. Estou me esforçando para variar o cardápio dela, também para simular a variedade que ela encontrava na rotina da creche. A verdade é que eu gosto muito do fato de a Alis estar na escolinha desde cedo, e muito porque a rotina de café da manhã (que sempre é uma frutinha + suco), brincadeiras em ambiente totalmente preparado para nenéns e almoço é muito prática e faz com que ela socialize desde cedo. Não achei que a Alis teve mais gripes que os nenéns que não entraram na escolinha, foram três gripes até agora e ela está com dez meses. O que percebo é que o desenvolvimento dela está muito bom e que a escolinha tem todo um mérito nesse sentido.

Mas tirando os momentos em que Alis está mal humorada, Alis está uma gracinha deliciosa. Sempre que saio com ela, a pequena distribui sorrisos por onde passa, seduz estranhos e manda beijinhos para velhinhas. As velhinhas não sabem que ela está mandando beijinho, mas eu sei porque eu mesma ensinei. A mudança na rotina, por um lado, é ruim porque ela sente na pele e, me parece, fica um pouco irritada com a energia que não consegue gastar do mesmo jeito que na escolinha, mas acho superimportante esse período de férias: imagina acordar cedo todos os dias do ano para ir para a escolinha!? Se nós não gostamos da ideia, por que nenéns gostariam? Esse tempo que passamos com nossos filhos é bom não apenas pra eles, mas pra gente também, que passa a se conhecer melhor “no formato mãe” e no “formato pai”. Tudo vai dar certo por agora e, depois, quando a Alis voltar para a escolinha, eu volto a trabalhar.

E Feliz Natal, Feliz Ano Novo e tooooda aquela coisarada. Se o mundo acabar antes, paciência!

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