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Isso sim é mutitasking!

Isso sim é mutitasking!

Como a própria matéria diz (e eu faço uma tradução livre aqui), “Por mais que saibamos que é importante ser um pai ou uma mãe atenciosa e focar a sua atenção no bebê, a vida real frequentemente atrapalha esses planos”.
Né?
Eu ri.

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por | janeiro 2, 2014 · 9:24 PM

Amamentar é a melhor opção [?]

Acho que a pergunta do título nem está mais em discussão. A comunidade médica já deixou claro que é e as pesquisas mostram que sim, a amamentação é melhor, em litros (literalmente), que o leite de vaca. E ponto, não tem discussão. Porém, amamentar não é – pelo menos não uniformemente dentro da população mundial – a coisa mais fácil do mundo para se começar a fazer. Tem leite que demora a descer, tem gente que tem mastite, tem gente que não quer amamentar, tem gente que tem pouco leite, tem gente que passa por um stress tão grande que o leite seca. Tem de tudo.

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O meu leite, por exemplo, demorou a descer. Já estávamos em casa, dois dias depois de sair da maternidade, e nada de leite. Nada, nem uma gota. Me deram todo tipo de sugestão: água de coco, ordenha, deixar a água do banho bem quente cair em cima das mamas, dramin, dormir (ha-ha-ha), “não dá mamadeira”, “mamadeira é coisa do demônio”, “se você der mamadeira o seu leite não vai descer” e coisas afins. Pois eu dei mamadeira e o meu leite desceu. No quarto dia de vida da Alis ela tomou uma mamadeira, eu dormi (porque ela estava há dias chorando de fome, cansada de tanto fazer força para mamar) e o leite desceu. Nunca parei com a mamadeira, que serviu de apoio em momentos de diversão e cansaço. Diversão quando eu quis ir ao cinema quando a Alis tinha apenas 17 dias (minha mãe ficou de babá, preparada com uma mamadeira) e cansaço quando eu precisava dormir e o marido ficava cuidando, sabendo que se batesse a fome a mamadeira daria conta do recado. Mesmo assim, amamentei até os 11 meses de vida da Alis, e teria amamentado mais se tivesse estimulado mais, mas a essa altura eu já estava trabalhando, ela já estava na escolinha e comendo outros alimentos. Senti falta, sempre gostei de amamentar, mesmo nos momentos difíceis do pós-parto, mas acho que paramos em um momento que foi bom para nós duas. Ela já estava cheia de dentes na boca, me mordeu umas três vezes e não tinha mais muita paciência de sugar, sugar e sugar. Eu estava disposta a levar um pouco mais adiante, fiquei uns dias meio chateada, mas superei rápido porque foi bom poder tomar a segunda cerveja, tomar a pílula, relaxar na alimentação.

Nesse assunto acho que cada experiência é única. Fui visitar uma amiga que ganhou neném há poucos meses e ela não teve nem sequer um mínimo problema com a amamentação. Tudo tranquilo, leite para dar e vender. Eu adorariiiia que a minha experiência tivesse sido assim desde o começo, mas os primeiros dias foram turbulentos (e passaram rápido). Depois de um tempo tentando, depois de muitas lágrimas e ligações para uma amiga que tinha passado por isso há pouco tempo (sim, a Chiara), eu desencanei de deixar a Alis exclusivamente no leite materno e funcionou pra nós duas.

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Enfim… me estendi um monte, mas a ideia do post era falar sobre um documentário que passou esses dias no Discovery Home & Health sobre amamentação. O nome dele é “As Sete Fases da Amamentação”, conduzido por uma apresentadora da BBC, a Cherry Healey. Ela se viu passando um perrengue do cão durante a amamentação e fez o documentário para discutir o assunto. É legalzinho, nada suuuper emocionante, mas é uma introdução ao assunto. Não encontrei o vídeo inteiro no YouTube, só uns clipes para chamar para o doc., acho que o negócio é tentar baixar ou procurar na programação do canal.

 

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Ode à salada (seria a salada uma “comida de adulto”?)

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Eu amo salada. Salada? Amor? Na mesma frase? Para algumas pessoas esse amor pode parecer estranho, mas desde os 7, 8 anos sou apaixonada por alface americana e posso tranquilamente comer uma cabeça ou saco de alface em uma sentada. Aos 13 eu cortava uma cabeça de brócolis em arvorezinhas, cozinhava, colocava molho de salada em cima e comia tudo. É o tipo de comida que, quando não estou super estressada, sinto desejo de comer (porque quando estou estressada parece que só o carboidrato dá conta do recado eficientemente). Mas não foi sempre assim… acompanhe.

Me frustra um pouco o fato de eu não conseguir fazer a Alis comer salada, mas que criança gosta de salada? Eu sei que eu não gostava e olha só eu aqui, a doida da salada. Marido não cozinha por aqui. Não é porque eu não deixo (pelamordedeus eu deixo), é porque ele não sabe/não quer/não gosta de cozinhar mesmo, então quem prepara a comida aqui em casa sou eu. Quando entro no “modo salada” meu foco é nela e o resto é quase que improvisado, mas ainda assim saudável por causa da Alis. Veja bem, não que o marido não tenha que comer coisas saudáveis também, mas a Alis está em processo de crescimento. Ele, por outro lado, já está bem grandinho e pode compensar uma alimentação meia boca com uma salada de frutas, um dia de detox, sei lá. Mas comecei a falar da salada não só pra contar do meu projeto verão 2020 (que pelo jeito nunca vai acontecer) e sim para falar sobre uma conversa que lembro de ouvir o meu pai tendo com o meu tio. Lembro de ouvi-lo dizer que não conseguia fazer com que eu a minha irmã comêssemos salada e o meu tio respondeu que meu pai tinha que insistir não por meio de palavras, chantagens ou briga, mas dando exemplo. Meu tio disse algo como “Hamilton, coma salada na frente das meninas todos os dias que eventualmente elas vão provar, gostar e comer sempre que virem um prato de salada”. Não foi tiro e queda, foi mais tiro …. …. … 5 anos depois, queda (hehe). Meu amor por salada não nasceu no momento em que vi o meu pai servir alface, tomate e pepino no prato dele, mas isso com certeza me afetou, me deixou curiosa. Poxa, se ele gostava tanto de salada, porque eu não gostaria? Lembro também de encostar o meu ouvido contra a bochecha da minha mãe para ouvir o barulho da alface sendo mastigada. Era um barulho tão engraçado, tão diferente. Crunch, crunch, crunch. Eu não podia nem pensar em provar a alface ainda, eu não estava preparada, mas a semente da vontade estava plantada. Então é isso o que tenho tentado fazer, comer salada na frente da Alis e sem forçar nem nada. Eu ofereço uma folha de alface, um tomate. Ela diz um não bem redondo e volta para o seu prato de macarrão com carne moída e brócolis (cortado em pedaços minúsculos para ela não identificar o verdinho como “a árvore que ela não quer comer”). Tudo bem, estou acostumada a desafios, sou paciente, eu aguardo.

Posso estar viajando, mas me parece mais eficiente mesmo fazer com que as crianças sigam exemplos em vez de chantagens, brigas ou ainda insistência. O exemplo parece ser tão eficiente em outras áreas, como na fala, nos gestos e nos valores, por que não seria em se tratando de alimentação?

Tim and Ruby Lott

Para fechar, um link para um texto que saiu no The Guardian sobre alimentação. É um pai falando sobre como desistiu de insistir para a sua filha comer verduras e legumes. Ele conta uma coisa muito engraçada e eu toootalmente me identifico, mas pelos motivos errados (porque eu fazia igual). Ele explica que um dia levou suas filhas a um restaurante chiquérrimo, cheio de comidas deliciosas e elas se serviram do básico do básico: batatinhas, pão e galinha. Quem nunca fez isso na infância? Bom, o artigo está em inglês, o título traduzido é “Não force as Crianças a Comerem as Verduras” e você pode acessá-lo aqui. Muito bom!

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Alimentação: algumas ideias

Ideias para a cozinha

Cozinhar pode não ser o meu forte, mas eu me esforço bastante. Faço estrogonofe flambado, bolos gostosos, feijão, hambúrguer caseiro e tals, e nada fica com gosto de comida de chef, mas a minha filha gosta (e eu também). Aliás, ela gosta tanto que às vezes se recusa a comer fora de casa. Na escolinha ela até come de vez em quando, mas em restaurantes ela é mais de lua. Mas eu nem parei por aqui para falar disso, mas para mostrar algumas das coisas que eu faço para dar uma ideia para as pessoas que têm mini-humanos queridos para alimentar em casa, olha só (as fotos estão pequenas, mas para visualizá-las em tamanho maior é só clicar nelas):

Waffle

Waffle

Eu acho o Waffle uma ótima forma de começar um dia de fim de semana. A receita é super simples (eu uso esta daqui) e geralmente faço duas medidas porque o povo aqui é bom de garfo. A Alis se delicia, come bem e come sozinha, o que é sempre um alívio hehe. Passamos mel, mapple syrup, requeijão e manteiga em cima do Waffle, fica uma maravilha!

Arroz com misturinhas

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Gosto de misturar outros ingredientes ao arroz porque fico com a sensação de que a Alis está “comendo saudável”. Neste caso usei abobrinha e brócolis, que servi com um peixe que faço na frigideira (sem gordura) com tomate picado e molho de tomate. Ao arroz também misturo cenoura e espinafre. Adoro essa misturinha em todas as versões e a Alis curte tanto que às vezes come só isso amarradona. 

Hambúrguer caseiro

Hambúrguer

Antes de me aventurar a fazer hambúrgueres caseiros eu tinha uma ideia de que era algo complexo de se preparar, mas comprei um livro de receitas (este aqui) e vi uma muito fácil. Desde então faço sempre e amo de paixão. Faço na frigideira de vez em quando, mas na maior parte das vezes preparo os hambúrgueres no forno. Na foto acima usei uma cebola picada em pedaços beeem pequenos, dois pepinos bem picados também, um ovo, temperinho de cebola, alho e verdinhos comprado em uma dessas casas de produtos naturais; e uma colher de sobremesa de tempero completo para carnes. Depois disso, misturo a carne moída e congelo cada hambúrguer individualmente em papel laminado. Sirvo em formato de cheeseburger pra mim e pro Verde e com arroz misturadinho para a Alis!

{Não coloquei a foto com a carne misturada aos ingredientes porque sei que algumas pessoas não gostam do visual da carne crua.}

Ingredientes que amo de paixão e tenho sempre em casa (lista bem básica, mas com ela faço várias combinações):

– Cebola (dãr, óbvio!) e tomate

– Brócolis

– Abobrinha

– Abóbora (amo!)

– Batata

– Cenoura

– Chuchu (nem gosto muito, mas acho que, como é verdura, deve servir para algo bom no meio da comida hehehe)

PS: acho um saco descascar a abóbora e cortá-la em pedaços, então geralmente compro uma abóbora grande, descasco, pico, uso um pouco na receita que estou fazendo e congelo o resto, assim não fico com preguiça de usar esse alimento em outros momentos.

Em termos de ideias, pego várias daqui (e nunca sigo as receitas à risca, só uso a referência como inspiração mesmo): Family Fresh Meals.

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Links de segunda-feira

1. Ontem acordei com a Alis me chamando do berço, pedindo “mamá”. “Mamá, mamãe, mamá” para ser bem exata. Levei-a para a sala, preparei uma mamadeira para mocinha, um café para mim e liguei a TV no desenho “Peppa Pig”, alguém aí já assistiu? Estou 100% obcecada e apaixonada pela porquinha Peppa e pela família dela. O desenho passa no canal Discovery Kids, cada episódio tem 5 minutos e é a fofura transformada em cartoon. Segue um vídeo abaixo como “prova”:

2. Para as mães desesperadas, um post encorajador: tudo melhora com o tempo! 

3. Auto-imagem é uma coisa que PEGA pra qualquer mãe normal. A gente rala pra conseguir voltar ao peso pré-gravidez e, quando consegue, sua mais um pouco pra manter e ficar em paz com as marcas da gravidez, sejam elas as estrias, os seios que sentiram o peso do leite, a cicatriz da cesárea quando é o caso e as olheiras que insistem em não desaparecer! Essa bela notícia no Huffington Post mostra ensaios com mães e as marcas da maternidade, vale conferir: olha só.

4. O Blog Americano Scary Mommy, uma referência para pais gerenciado pela hilária Jill Smockler, traz guest posts de várias pessoas e vários assuntos. O texto do link (que está em inglês), foi escrito pela Katherine Stone e fala sobre depressão pós-parto. Katherine sofreu depressão pós-parto e hoje em dia tem um blog chamado Postpartum Progress (postpartumprogress.com/), onde ela trata do assunto. Confira o texto.

5. A notícia está em inglês (ai, pequei neste post, né? Tudo em inglês… desculpa, da próxima vez serei mais brasileira), mas é sobre como pode ser cansativo fazer almoço e jantar todos os dias para os filhos, ainda mais quando se tenta ser criativ@ e fazer comidas saudáveis. O que eu mais gostei (li apenas o começo da notícia) foram as fotos de comida no final, porque elas já me deram uma ideia do que fazer para a Alis. 

Bom começo de semana!!!

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Alimentação x Estomatite

Olá!

Hoje eu tinha definido outra pauta para compartilhar com vocês, mas acabei de voltar do almoço com meu marido e com a pequena Valentina e resolvi mudar tudo.. rsss. A minha toddler já está com 1,8 meses e desde pequena nunca tínhamos tido problemas com a sua alimentação, mas recentemente ela teve estomatite (http://brasil.babycenter.com/a3400299/estomatite-1-a-3-anos) e desde então, ela ainda não recuperou o apetite habitual.

Rapidinho para vocês entenderem melhor, os principais sintomas da estomatite são:

  • Pequenas feridas no interior da boca, rasas e com bordas bem definidas e arredondadas;
  • Inflamações na gengiva;
  • Inflamações na garganta;
  • Sangramentos na gengiva;
  • Quando em bebês, eles podem babar com mais intensidade;
  • Mau hálito;
  • Dor nas áreas lesionadas;
  • Inchaço das amígdalas;
  • Febre alta.

Durante o período em que ela estava com a virose a pediatra me aconselhou a oferecer mais doce do que salgado, porque a criança acaba tendo  muita dificuldade para se alimentar. Nesse momento, fiquei insegura, mas diante dos fatos não pensei duas vezes para introduzir o chocolate e alimentos mais calóricos. Teve um dia, por exemplo, que ela comeu apenas um Danoninho, e duas mamadeiras e eu decidi ir para o supermercado e fiz uma compra com alimentos que normalmente ela não comeria.

Comprei bolinhos prontos, mucilon de caixinha, fortini, sustage, sucos prontos, kinder ovo, gelatina, sorvete, etc… quando passei no caixa pensei comigo mesma: “essas pessoas devem estar achando que sou uma mãe sem noção”, tamanha era a porcariada no meu carrinho de compras.

Bem, aos poucos ela foi conseguindo comer e é claro que não recusou a “porcariada”, o que facilitou para ela ter energia e recuperar a coragem para comer.

Já faz mais de duas semanas e como eu disse no inicio ainda estamos tento dificuldades para fazer com que ela coma uma quantidade razoável de alimentos salgados e nutritivos e é claro que até hoje ela olha para geladeira e pede: “Doce….doce mamãe”. Não é fácil!

Ainda tenho que lidar com a cara de reprovação do maridex e com comentários do tipo: “essa criança não pode comer chocolate?”, mas fica entre nós que ele estava viajando durante a virose, acho que se estivesse aqui e participasse dos momentos de tensão ele entenderia melhor. Tem coisa pior que ver uma criança recusando comida?

Além das porcarias o que tem motivado muito ela é o fato de que agora ela come sozinha na mesinha e comprei vários kits de utensílios com  as Princesas que ela adora! Tenho carregado um kit com colher , garfo, pratinho e babador sempre que saio e mesmo nos restaurante ela me pede para colocar o babador e fica mega feliz quando vê o kit para alimentação. Depois passo uma agua no banheiro ou o garçom leva para lavar e depois me devolve, acho super prático (#ficaadica).

Image

Agora vamos voltando aos poucos com uma alimentação balanceada e promovendo uma reeducação alimentar com muita criatividade (em breve posto fotos e receitas criativas aqui).

Lembrando que:

* Fortini e Sustage foi recomendado pela pediatra e cada criança utiliza as medidas de acordo com a sua necessidade;

* é importante desde já escovar os dentinhos dos pequenos para evitar futuros problemas.

Para mais informações/estomatite:

http://www.tuasaude.com/sintomas-da-estomatite/ http://bebe.abril.com.br/materia/e-estomatite

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por | junho 24, 2013 · 8:35 PM

Mama’s little helper

Vestida de vermelho, charmosinha e colaborativa, descobri na minha pequena uma ajudante de cozinha. Ontem, como eu disse no antepenúltimo post (complexo), tivemos pediatra. A doutora me disse que peixe é um excelente alimento para ajudar na produção de leite materno. Lá fui eu comprar peixe e camarão para fazer um pequeno banquete para a minha filha que, por tabela, come o que eu como. Eu curto cozinhar, mas não sou uma exímia chef, não mesmo. Eu faço um bolo razoável, sei flambar a carne do estrogonofe, me jogo num feijão e tal, mas peixe foi a primeira vez.

Minha ajudante de cozinha supervisionando o descongelamento do camarão

O processo foi todo intuitivo, não segui receitas. Aliás, eu tenho esse problema. Eu compro livros de receita, anoto receitas da internet, pego indicações com exímios cozinheiros (tenho uma prima, a Estela, que faz milagres na cozinha), mas não sigo nada, nem as medidas nem os temperos. Eu improviso, substituo, “sigo meu coração”. Pois bem… a minha primeira experiência com peixe foi assim. Usei sal, azeite de oliva, limão e leite de coco e deu. Cortei umas batatinhas, uma cebola e uns tomates, distribuí pela fôrma e apostei na minha sorte. Primeiro problema: coloquei leite de coco demais, então o peixe demorou uma hora e meia pra secar, mas ficou delicioso!

Nota de apresentação: 0. Nota de sabor: 7,5, o que é bom para a primeira vez com peixe, né?

Molho meio que não tem segredo, né? Cebola (AMO! A doutora disse que eu devo comer pouca cebola para evitar que a minha filha tenha cólica, mas desde os 15 anos eu tenho tara por picar cebola…), tomate, camarão, sal e três temperinhos mágicos: orégano, cheiro verde e noz moscada. Na finalização, e só porque a minha filha pediu, acrescentei milho, que ela ama, e leite de coco (adoooro, me lembra culinária indiana).

Noz moscada, cheiro verde e orégano

Mãaaae, não esquece o milho!

E voilá! 12 mil horas depois, porque o processo foi interrompido um zilhão de vezes para que eu pudesse amamentar a minha ajudante colaborativa (ela tem o seu preço!), ficou pronto meu primeiro almoço mais elaborado desde que a pequena nasceu. Eu venho cozinhando direto, mas é uma culinária bem preguiçosa, de quem faz as coisas olhando para o relógio ou para a babá eletrônica. Agora que descobri que a pequena curte me acompanhar (fico cantando pra ela o tempo inteiro… e olha que eu canto mal!) posso agilizar almoços mais interessantes. … Ainda dou conta de lavar a roupa, a louça, blogar, checar facebook com uma frequência assustadora, ler livros e assistir a várias séries na TV. Surileia Mãe Monstrinho, alguém conhece? Sinto-me estranhamente conectada a ela…

Voilá! Almoço saudável-que-ajuda-na-produção-de-leite-materno

Confissão: não toquei na salada… não vai ser assim que vou perder os quilos a mais que ficaram depois da gravidez. Mas vamo que vamo que essa é outra luta!

Fato: um prato sem salada!

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