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Feliz Natal!

Feliz Natal!

Passando por aqui para desejar a todas e todos um Feliz Natal!!!

Tudo de bom pra todo mundo aí! ;)

Beijo!

Mel e Alis

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por | dezembro 25, 2013 · 1:39 PM

Machismo é uma violência

Na semana passada postei aqui um vídeo sobre “brinquedos de gênero”, que na verdade é a propaganda de uma empresa de brinquedos que desconstrói de forma bem divertida a ideia de que meninas brincam de casinha e seus brinquedos são todos cor de rosa e tal. A gente sabe bem que não é assim na vida real, mas é legal ver um vídeo escancarando tudo.

O vídeo de hoje é uma campanha que rolou no Equador há alguns anos, é uma campanha contra o machismo. As estatísticas de assassinatos de mulheres (o feminicídio) pelas mãos de homens é uma coisa assustadora, é alarmante mesmo. Isso acontece porque a mulher é tida como uma propriedade que o homem “tem o direito” de consumir como quiser. Certo? Errado! Se ensinarmos que mulheres e homens TÊM que desempenhar determinados papeis, que não podem ir além disso e questionar a autoridade do patriarcado, não avançaremos muito na nossa sociedade. E veja bem, machismo não é apenas uma violência contra a mulher, mas também contra o homem, que fica preso a um estereótipo nocivo às suas subjetividades como SER HUMANO, que é o que todos somos.

Vamos lutar contra o machismo agora e sempre!

Beijos!

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por | dezembro 2, 2013 · 3:58 PM

Da série “coisas que não me pertencem mais”

Da série “coisas que não me pertencem mais”

Tipo arrumar as malas e viajar sem preocupação.

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por | novembro 26, 2013 · 9:35 AM

Quem disse que garotas só gostam de bonecas?

Olha que demais esse vídeo de uma empresa de brinquedos chamada GoldieBlox! Demorou para uma empresa tomar uma atitude para mudar esses parâmetros engessados de gênero onde brinquedos para meninas são da cor rosa e para meninos são da cor azul. Isso sem falar do clichê bonecas X carrinhos. Basta!
Aliás, o brinquedo predileto da Alis (no momento, claro, isso muda de 3 em e semanas) é um foguete que tem na tripulação um cachorro e dois astronautas meninos. Onde estão AS astronautas, hein? :)

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por | novembro 21, 2013 · 4:01 PM

Hoje um estranho salvou meu dia

Oie!

Gente a Tpm me pegou e ontem o dia começou com grandes emoções…  a V. acordou com a corda toda, agora ela forma muitas frases e é sempre emocionante e divertido. Ao mesmo tempo, sempre quando pinta uma novidade fico imaginando como a minha mãe ficaria feliz de assistir isso de perto. Quem acompanha o blog talvez já tenha lido em algum post que ela faleceu ano passado.

Bem, eu sei que pode parecer que estou forçando um sofrimento, mas é inevitável e mãe é mãe né? Quando acontece algo super bacana ou nada bacana é a primeira pessoa que eu gostaria de ligar e compartilhar.

Ok, tirei o dia para resolver uns pepinos e as coisas não deram muito certo (poxa!!), ainda tive que escutar umas besteiras e  no fim fiquei com um sentimento de dia perdido e mega arrependida por não ter ficado trabalhando no meu projeto. Acho que preciso voltar a me colocar em primeiro  (ok, segundo) plano na minha vida.

Para falar a verdade acho que vocês não estão entendendo nada né? Mas como tudo deu errado ontem, fiquei  pensando em como estaria a minha vida se a minha mami estivesse por aqui. Quando estava grávida eu e a a minha mãe planejávamos contratar uma baba para ajudar a cuidar da V. enquanto eu estivesse trabalhando. Minha mãe era professora e tradutora e tinha um escritório em casa e esse era o nosso plano até a V. completar 1 ano, depois seria meio período na escola e o restante na minha mãe.

Planos dourados que não foram possíveis, quando a V. estava com 2 meses minha mãe descobriu que estava com câncer e depois de 7 meses faleceu. Nesse período eu estava amamentando  e foi um caos total. A Dinda ajudava a cuidar dela, marido trabalhando, enquanto isso pedi demissão e ficava no hospital e fomos tocando a vida. É claro que amamentei super pouco porque meu leite foi “secando” devido a falta de estimulo. Se alguém por aqui está passando por algum problema parecido o que eu posso dizer é que não me arrependo nem um pouco e se tivesse outra oportunidade faria muito mais. A V. está aqui saudável e sobreviveu a minha ausência nos primeiros meses de vida.

Agora focando na questão dos meus pensamentos e sentimentos de hoje… o que posso dizer é que rola um conflito entre muitas mulheres entre retomar a vida, ou melhor, não parar as atividades ou de simplesmente jogar tudo para o alto e  dedicar todo o tempo para aquele ser dependente que “precisa” da mãe.

Eu (infelizmente) não tenho a “receita do bolo”, mas acho que no fundo todo mundo sabe qual é a melhor decisão. Tenho uma amiga grávida de 7 meses que já está procurando babá e escola porque sabe que quer e precisa voltar a trabalhar depois dos 4 meses. Se ela me dissesse isso ano passado eu acharia uma loucura, mas hoje compreendo e respeito a decisão.

Eu sinto falta de trabalhar e sei que tem gente que pode me achar maluca e que daria tudo para estar no meu lugar, mas não é fácil tocar uma casa com um baby. Não me interpretem mal, hoje é só um “bad day” e diga-se de passagem que minha vida é ótima e me sinto até culpada em me sentir assim. Mas sinto saudades s-i-m de ter mais tempo para mim. Não pensem que isso é draminha de comercial de margarina, eu amo muito a minha filha!

Meu dia é mais ou menos assim: acordo e me arrumo, preparo a mamadeira e acordo a V., troco fralda, roupa, arrumo o lanche da escola, fazemos alguma atividades em casa ou fora, lanche da manhã, almoço, transito, escola, transito, às vezes volto para casa e arrumo a bagunça e aí começo a trabalhar no meu novo projeto, às vezes fico em algum café com internet, penso na janta, busco a V. na escola, transito, janta, louça, banho, mamadeira, brincadeiras e cama. Parece assustador? Posso garantir que é divertido e as vezes difícil. Muitas vezes saímos totalmente da rotina e é delicioso! No momento o marido tá bem envolvido com uns projetos no trabalho e ontem fiquei tentando contar quantas horas do dia sobram efetivamente para mim.

No próximo ano quero me dedicar e engrenar minhas atividades de vez e já vou começar a pesquisar a possibilidade da V. ficar alguns dias período integral ou alguma outra saída.

Bem, depois dessas coisas todas passarem na minha cabeça fui buscar a V. na escola e resolvi levar ela no parquinho e foi aí que conheci o “pai da Marina”. Sabe aqueles papos de mãe para mãe que rolam em um fraldário, play, fila de supermercado? Pois não é que algum anjo da guarda me mandou o “pai da Marina” que vendo a V. com quase um ano de diferença da filha dele chegou a conclusão que o tempo passa muito rápido e que temos que aproveitar muito nossos babies porque eles deixam de ser pequeninos rapidamente. É clarooooo que eu já sabia disso, mas depois de um dia emocionalmente conturbado foi ótimo ser elogiada e o coitado do “pai da Marina” não me falou nada de mais, só fez o favor de me conectar com o mundo valorizando o momento e as minhas escolhas.

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E assim… fiquei aproveitando o parquinho com a V. cheia de lágrimas nos olhos. O mais engraçado é que não dá mais para chorar e disfarçar porque ela logo diz: “a mamãe tá chorando? fez dodói? tá tiste? (é assim mesmo que ela fala)” uma figura que eu amo muito!!

Sorry pessoal, hoje não tem imagens bonitinhas da Minnie :) Bjs!

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Link do dia: Carta da editora-chefe da Revista Sorria

Minha filosofia: para saber se alguma coisa realmente importa, a gente tem que se perguntar se conseguiria viver sem ela.

Roberta Faria

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E já que estamos falando da Revista Sorria, uma foto da Alis sorrindo :)

Eu gosto da revista Sorria, aquela que é vendida nas farmácias Raia, sabe qual? Eu gosto dela, e gosto muito do jeito que ela começa, com a carta da editora-chefe, Roberta Faria. Antes de mais nada, deixa eu chamar atenção para um fato: isto não é propaganda, a Raia nem sabe que eu existo. Comprei a revista pela primeira vez há uns meses, quando fui comprar coisas na farmácia e me ofereceram a publicação no caixa, dizendo que parte da renda é revertida para caridade (Hospital do Câncer). Acho chato quando oferecem coisas no caixa, mas resolvi comprar e agora vira e mexe compro. Revista boa, bem feita, interessante e cheia de textos gostosos de ler, como esse do link do post. A edição deste mês é sobre trabalho, um tema super intrigante para mães porque é um segmento da vida que fica tão confuso quando a gente engravida, ganha, passa a cuidar de um bebê e quer ainda cuidar da própria vida. É um assunto que tem que ser discutido à exaustão.

Bom fim de semana e boa leitura!

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por | outubro 20, 2013 · 4:06 PM

Links da Semana

Já deu pra perceber que o Links da Semana não é semanal, é mais “quando der tempo”, mas tudo bem. Segue uma seleção de coisas bacanas que eu encontrei nesta semana pela web…

Olha só que delícia esse neném de Beleza Americana! Uma mãe recriou algumas cenas famosas de filmes com seu neném, e o resultado ficou além de fofo! Link aqui…

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Eu aaaamo o programa A Casa do Disney Junior (ai, problemática essa mãe que gosta mais das coisas de criança que a própria filha, eu sei!), olha só a música que eu e a Alis começamos a dançar quase todas as noites (me divirtooo)!

Alis tem mania de tomar o meu café. Quer dizer, ela não toma o meu café, ela come a espuminha com uma colher, mas fiquei curiosa para descobrir se nenéns (ela não completou dois anos ainda, aqui é considerado neném ainda, né? Ah, sei lá… terminologias…) podem ou não tomar café e encontrei o seguinte artigo na revista Crescer: link para a matéria

Para a pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), o ideal é deixar a criança conhecer o novo sabor somente depois dos 2 anos. “Mas só provar mesmo. Tomar um ou dois golinhos, não mais do que isso”, alerta. E uma única vez! A partir dos 6 anos, a criança pode tomar a bebida, desde que seja com moderação, claro. “Uma xícara de café por dia é o limite e, se for descafeinado, melhor”, diz Alessandra. O ideal é que a bebida oferecida seja fraca e com mais leite do que café (3/4 de leite para ¼ de café), assim ela se satisfaz com a quantidade da bebida, ingere menos cafeína e mais cálcio e zinco.

Dois documentários:

Andei fuçando a web em busca de documentários sobre maternar, sobre partos, sobre decisões de tornar-se mãe ou não, sobre tudo o que tem a ver com a gente e com eles, os filhos. Encontrei dois documentários interessantes, o “The Business of Being Born”, cuja tradução literal seria algo como “O ‘negócio’ de nascer”; e o “Pushing Motherhood”, que poderia ser traduzido como “Adiando a Maternidade”. O primeiro, como o próprio título fala, tem a ver com “o negócio” que virou nascer e com o negócio que sempre foi nascer, ou seja, tem a ver com práticas super tecnológicas e com práticas super caseiras de parto. É um filme que mostra todos os lados e privilegia, eu diria, a prática do parto conduzida pelas mulheres em vez de por médicos. Não assisti inteiro, mas fiquei com essa impressão. Parece legal e assim que a Alis dormir pretendo continuar assistindo!

O “Pushing Motherhood” é um documentário sobre duas mulheres que decidiram ter filhos mais tarde, uma com 38 e a outra com 45. No filme elas explicam os motivos que as levaram adiar a maternidade, mas tem um problema: O FILME AINDA NÃO EXISTEEE! Droga, eu fiquei toda curiosa vendo o trailer que era, na verdade, um chamado para crowdfunding. Ok, paciência… em algum momento o filme vai sair e já vou dizendo, acho que vai ser ótimo. Adiar a maternidade é algo super importante para a nova geração de mulheres que acredita que acertar os nós na carreira é importante antes de ter o primeiro filho. Eu sei que não esperei demaaais para ter o meu primeiro, a Alis nasceu quando faltava um mês para os meus trinta anos, mas ainda assim já foi mais tarde que o comum para as gerações passadas. Enfim, olha só o trailer aqui, parece ótimo:

Beijos e alegriaaa, é sextaaaa (PERA, eu sou mãe, fins de semana não são sinônimos de descansoooo haha)!

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