Arquivo da categoria: Gravidez

Rapidinhas: Fotos de mães, coisa linda!

O banco de imagens Getty Images está reformulando seus conceitos e se ajustando às novas tendências: a empresa está atualizando as fotos de mulheres em seus arquivos. Saiba mais nesta postagem de notícia do Washington Post.

Confere algumas bem legais e lindas:

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Bebês Prematuros

Bom Dia,

Tem um vídeo rolando na internet que retrata o dia-a-dia de uma mãe que teve um baby prematuro. O vídeo é incrível e retrata claramente a capacidade de superação dessas famílias e principalmente desses bebês. Bem, vou confessar que assisti duas vezes e chorei muito, muito mesmo. Hoje não posso dar minha opinião porque nunca passei por essa situação e também não pretendo incluir links aqui pois sabemos que cada caso é um caso. A única coisa que posso dizer ( já falei aqui no blog que na  minha gestação eu tinha uma possibilidade real de ter um parto prematuro) é que você deve fazer todos os exames, exigir acompanhamento especial caso a possibilidade de parto prematuro seja constatada, respeitar o repouso e medicação sugerida, não tente ser a mulher maravilha na gravidez e se estiver grávida de gêmeos mantenha mais repouso do que o indicado.

Agora, sabemos que muitas mulheres simplesmente entram em trabalho de parto antes da 40 semana e se essa é a sua realidade desejamos muita força. Hoje boa parte das maternidades possui unidade Neonatal e a capacidade de sobrevivência dos bebês prematuros  é cada vez maior. Ah! Se você já vivenciou essa experiência conte um pouco para nós ok? Clique na imagem, assista o vídeo porque vale a pena.

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Depois desse exemplo de superação tenho certeza que sua semana será cheia de reflexões e gratidão pela vida. Bjs!

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Saudades da gravidez

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Hoje eu estava pensando em como foi, para mim, ficar grávida. Tive enjoos, como quase toda mulher, mas não vomitei nem sequer uma vez. Eu não conseguia nem pensar em comer em determinados restaurantes, nem mesmo em alguns onde, antes da gravidez, comia com água na boca. Comi picolé de limão adoidado. Dispensei 100% o presunto. Só de pensar em comer uma fatia já ficava enjoada. Parecia que eu passava o dia mareada, com sono e ansiosa para ver a barriga crescer, mas isso nos três primeiros meses, depois passou. Eu não fui daquelas cuja barriga apareceu logo. Levou um tempo, e acho que foi porque nunca tive a barriga chapada e eu era uma magra falsa. Lá pelo quinto mês é que a dona barriga apareceu mais exibida, pra frente, orgulhosa. Antes disso eu fazia questão de falar para todos que estava grávida: na farmácia, no supermercado, na fila do banco, na casa de sucos. Eu parecia uma doida, daquelas que a gente foge quando não tá nem pensa em ficar grávida ainda.

Mas eu era feliz. Gente, como eu fui feliz. Amei acompanhar o crescimento, os movimentos, cada ultrassom, cada consulta. As refeições pareciam rituais de oferendas ao bebê. Comi bem, comi saudável. Comi frutas como nunca antes, abusei das saladas, comi massas com gosto. A única coisa que não fiz foi exercícios. Caminhei de vez em quando, mas foi isso. Arrependo-me um pouco de não ter me dedicado a essa parte de mim porque percebo que o meu humor muda para melhor quando me exercito. Mas tudo bem. Eu estava trabalhando, morando na casa da minha mãe porque a minha casa estava em reforma e meu pai estava doente. Foi um período conturbado. Aliás, às vezes acho que não surtei em 2011 justamente porque estava grávida, por causa da promessa de um futuro que sempre sonhei em ter. Sério, lembro de desejar ser mãe desde que tinha, sei lá, uns 6 ou 7 anos. Eu assistia ao programa Juba e Lula e falava para os meus pais que queria ter 5 filhos, três meninos e duas meninas. Tipo, sem noção da realidade, mas tudo bem, era coisa de criança. Eu não quero mais ter 5 filhos, mas quero ter dois, e ler este post (aqui, ó, pode ir olhar que eu te espero aqui) me fez ter vontade de encomendar o segundo agora, hoje mesmo. Mas a realidade se impõe. Estou no primeiro ano do doutorado e talvez seja um pouco cedo na minha pesquisa para engravidar por causa dos hormônios da gravidez. Sim, porque eu estava feliz, mas eu também estava doida. Não conseguia me concentrar em nada, esquecia tudo, não conseguia fazer a mesma coisa por mais de uma hora. Quer dizer, acho que eu estava eufórica porque era a minha primeira gravidez, espero que na segunda eu consiga manter um controle maior sobre o meu cérebro.

Mas resolvi escrever este post até para registrar para mim mesma (porque blogs são como diários) como foi gostoso ficar grávida, como senti saudades da barriga depois que a Alis nasceu, como eu quero ter outro filho. Lavar as roupinhas, preparar o quarto, criar a coragem para mudar a vida para sempre: era um momento de grande curiosidade, mas eu não tinha medo (porque eu claramente não tinha ideia do que me aguardava hahaha), tinha sede de contar os segundos para a chegada da Alis. O que aconteceu depois eu falo neste post aqui, mas desde então já cruzamos oceanos (embora ainda não literalmente :)) e posso dizer com tranquilidade que a maternidade me faz feliz. E faz feliz porque quando tenho problemas – e na última semana um problema veio na velocidade de um trem na minha direção – abraço a Alis e me sinto segura. Não é estranho isso? Sou eu quem cuida dela, mas é ela quem me traz segurança. Acredito que seja porque nela mora tanta vida agora e no futuro, ainda vamos fazer tantas coisas juntas. Penso que a segurança que sinto tem a ver com essa promessa, com esse futuro todo desafiador que traz no bolso experiências e aprendizados. Sei que cada mulher é única e sabe o que quer pra si, mas a experiência da maternidade não é uma que precisa ficar presa à maternidade em si. Conheço mulheres que não têm filhos porque ainda não surgiu a oportunidade ou porque não querem mesmo, mas que cuidam dos amigos e dos parentes como se fossem seus. Essa experiência por si só já traz a segurança da promessa de algo maior.

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Todos precisam de um porto seguro (ou de vários): um lugar, uma experiência ou uma memória para onde podem voltar quando acontece uma turbulência. Eu acredito ter encontrado o meu.

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Mala da Maternidade – Bebê & Mamãe

mala maternidadeHello Casal Grávido!!

Esse post é para os papais, irmãs, mães e qualquer pessoa que em um momento de apuro coloque a mão na massa, ou melhor, na mala (momento de emoção quando achei a minha lista da mala da maternidade limpando a caixa de emails). Bem, dizem que se conselho fosse bom poderia ser vendido né? Massss, acho que algumas dicas de quem já passou (com muita frescura), por essa situação pode ajudar.

Digo muito frescura porque sou da turma do fru fru sabe? Vou explicar, quando fiquei grávida já sonhava com quartos mimosos, lembrancinhas da maternidade de revista, malinha e bolsa rosa bebê, lacinhos e mais lacinhos e muitos sapatinhos. Muitos mesmo, nossa tenho até vergonha, olha só:

DSC03618Eu ficava de olho em todas as novidades (até hj sou assim), e mesmo tendo consciência de que minhas escolhas poderiam não ser praticas eu assumia o risco.  Mas se eu estivesse grávida hoje tenho 100% de certeza de que seria muito mais relax e abandonaria muitos “protocolos” e “modinhas” que foram criadas com a chegada do Baby (#prontofalei). Ok, vamos as dicas úteis e praticas, segue a minha lista e algumas observações:

Malinha do Bebê

– 4 macacões com abotoamento frontal (Hum,, tem muitos bodies de botão fofos, mas aqueles com zíper são muito práticos sabia? principalmente quando o baby acabou de nascer e você deverá trocar uma media de 8 fraldas por dia, não esqueça de fazer as contas da data provável do parto para adequar o enxoval a estação do ano);

Esses da Carter’s são ótimos, com estampas divertidas e práticos!

-04 conjuntos de pagões ou body (para colocar em baixo dos bodies, opte por tecido de algodão porque nesse período a pele do baby é muito sensível);

Oh, que saudade! Tudo muito organizado.. rssss (hj em dia é uma bagunça porque a mocinha de 85cm adora abrir e revirar as gavetas :)

Oh, que saudade! Tudo muito organizado.. rssss (hj em dia é uma bagunça porque a mocinha de 85cm adora abrir e revirar as gavetas :)

-04 calças com pezinho (mijão / culote) (ótimo porque meia e sapatinhos não param no pezinho dos babies);

-04 pares de meia (não acho muito necesário se vc comprar as calças com pezinho);

-01 manta leve / 1 manta quente / 2 cueiros (Sim, você vai precisar muito dessas mantinhas para forrar o bercinho da maternidade e enrolar o bebe como um charutinho, Ah! Já ensinamos isso aqui);

-01 cobertor de algodão (no inverno, minha filha nasceu em outubro e eu usei! Olha que fofura no berço da maternidade:

Oh!

Oh!

-02 casaquinhos / 2 sapatinhos (talvez para sair da maternidade);

-01 pacote de fralda (Usei RN, minha filha nasceu com 3.150kg e 47cm);

-kit banho a critério (eles normalmente fornecem na maternidade, mas eu levei umas miniaturas da J&J que  até hj ficam na bolsa da escolinha);

-04 fraldas de boca (são super úteis para proteger o body e pescoço do baby no momento da amamentação, aff.. acabei de lembrar do cheiro do leite materno que fica impregnado na sua vida durante meses);

-Essa dica pode não ser muito aceita, mas da próxima vez vou levar bico ( meu marido saiu na madruga para comprar no 2 dia, a Valentina chorava de fome provavelmente e nada do leitinho descer);

-Outra dica que pode causar “pavor”, mas para o próximo baby vou levar uma mamadeira e leite especial para possíveis emergências;

-enfeite da maternidade (eu levei um quadrinho que mandei fazer para o quarto da V. e aproveitei para pendurar na porta) Olha que fofo:

By Rita Lemos - Fpolis/SC

By Rita Lemos – Fpolis/SC

-lembrancinhas (a tia do meu marido faz coisas lindas e me deu de presente as lembrancinhas, eu a-d-o-r-e-i! )

Tinha cheirinho de perfume de bebê

Tinha cheirinho de perfume de bebê

-brinco (não levei e decidi furar só depois de 1mês para evitar possíveis infecções, pode parecer exagero, mas com um micro baby todo cuidado é pouco);

-lacinhos para cabelo….Ehhh, levei e a V. nasceu mega cabeluda, olha a prova:

Momento "para todas as outras coisas existe Mastercard"

Momento “para todas as outras coisas existe Mastercard”

-almofada amamentação (não levei, mas pode ser que ajude).

Malinha da Mamãe

-04 camisolas/ pijamas, com abertura frontal para facilitar a mamada. (Sim, levei e na maior parte do tempo usei um roupão);

-01Roupão (muito prático e útil);

-03 Sutiãs de amamentação de algodão (evite rendas e costuras internas, levei somente 2)

-06 calcinhas (nem lembro quantas eu levei, mas como rola um sangramento básico vale a pena levar umas extras sim e não esqueça que mesmo após o parto você terá aquela barriga básica de 6 meses, assim eu recomendo modelos confortáveis que sustentem a barriga e caso vc faça cesárea evite calcinhas apertadas que façam atrito na cicatriz);

-protetor de seio (levei, mas como o leite demorou para descer não usei muito);

-chinelos (sim!!)

-uma roupa solta e confortável para retornar para casa (principalmente confortável e que comporte a barriga pós parto);

-artigos para higiene pessoal (absorvente, Creme dental, shampoo, sabonete, etc)

-Levei um arco bonitinho para usar, corretivo para as olheiras e blush (super recomendo!);

-Maquina Fotográfica (simmmm!)

-Celular/ pc/ carregadores

-Documentos solicitados na maternidade/ carteira do convenio

Recomendo deixar a mala pronta com 32 semanas, a minha ficou em cima da cômoda no quartinho da V. e eu ficava rodeando e mudando algumas escolhas de roupinhas. Ah, deixei as roupas separadas em saquinhos para facilitar a vida das enfermeiras e do marido.

Fotinho do google porque na época não fotografei :(

Fotinho do google porque na época não fotografei :(

Hum… se fosse hoje eu não ficaria me preocupando em comprar uma malinha especial e muito menos rosa bebê, usaria uma mala de mão ou uma bolsa mesmo. Normalmente as malinhas de maternidade não tem rodinha e aí você acaba não aproveitando nas viagens, além disso as cores claras sujam muito!

Olha a minha escolha da Masterbag:

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Hoje ( se eu tivesse que comprar) optaria por algo assim :

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uma vez fru fru x sempre fru fru

Se você acha que faltou algo nessa lista deixe um comentário, assim ajudamos nossas leitoras ok? Bjs!!

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Amamentar é a melhor opção [?]

Acho que a pergunta do título nem está mais em discussão. A comunidade médica já deixou claro que é e as pesquisas mostram que sim, a amamentação é melhor, em litros (literalmente), que o leite de vaca. E ponto, não tem discussão. Porém, amamentar não é – pelo menos não uniformemente dentro da população mundial – a coisa mais fácil do mundo para se começar a fazer. Tem leite que demora a descer, tem gente que tem mastite, tem gente que não quer amamentar, tem gente que tem pouco leite, tem gente que passa por um stress tão grande que o leite seca. Tem de tudo.

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O meu leite, por exemplo, demorou a descer. Já estávamos em casa, dois dias depois de sair da maternidade, e nada de leite. Nada, nem uma gota. Me deram todo tipo de sugestão: água de coco, ordenha, deixar a água do banho bem quente cair em cima das mamas, dramin, dormir (ha-ha-ha), “não dá mamadeira”, “mamadeira é coisa do demônio”, “se você der mamadeira o seu leite não vai descer” e coisas afins. Pois eu dei mamadeira e o meu leite desceu. No quarto dia de vida da Alis ela tomou uma mamadeira, eu dormi (porque ela estava há dias chorando de fome, cansada de tanto fazer força para mamar) e o leite desceu. Nunca parei com a mamadeira, que serviu de apoio em momentos de diversão e cansaço. Diversão quando eu quis ir ao cinema quando a Alis tinha apenas 17 dias (minha mãe ficou de babá, preparada com uma mamadeira) e cansaço quando eu precisava dormir e o marido ficava cuidando, sabendo que se batesse a fome a mamadeira daria conta do recado. Mesmo assim, amamentei até os 11 meses de vida da Alis, e teria amamentado mais se tivesse estimulado mais, mas a essa altura eu já estava trabalhando, ela já estava na escolinha e comendo outros alimentos. Senti falta, sempre gostei de amamentar, mesmo nos momentos difíceis do pós-parto, mas acho que paramos em um momento que foi bom para nós duas. Ela já estava cheia de dentes na boca, me mordeu umas três vezes e não tinha mais muita paciência de sugar, sugar e sugar. Eu estava disposta a levar um pouco mais adiante, fiquei uns dias meio chateada, mas superei rápido porque foi bom poder tomar a segunda cerveja, tomar a pílula, relaxar na alimentação.

Nesse assunto acho que cada experiência é única. Fui visitar uma amiga que ganhou neném há poucos meses e ela não teve nem sequer um mínimo problema com a amamentação. Tudo tranquilo, leite para dar e vender. Eu adorariiiia que a minha experiência tivesse sido assim desde o começo, mas os primeiros dias foram turbulentos (e passaram rápido). Depois de um tempo tentando, depois de muitas lágrimas e ligações para uma amiga que tinha passado por isso há pouco tempo (sim, a Chiara), eu desencanei de deixar a Alis exclusivamente no leite materno e funcionou pra nós duas.

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Enfim… me estendi um monte, mas a ideia do post era falar sobre um documentário que passou esses dias no Discovery Home & Health sobre amamentação. O nome dele é “As Sete Fases da Amamentação”, conduzido por uma apresentadora da BBC, a Cherry Healey. Ela se viu passando um perrengue do cão durante a amamentação e fez o documentário para discutir o assunto. É legalzinho, nada suuuper emocionante, mas é uma introdução ao assunto. Não encontrei o vídeo inteiro no YouTube, só uns clipes para chamar para o doc., acho que o negócio é tentar baixar ou procurar na programação do canal.

 

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