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O Doping das Crianças

Gente, vale conferir esse artigo escrito por ELIANE BRUM

O que o aumento do consumo da “droga da obediência”, usada para o tratamento do chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, revela sobre a medicalização da educação?

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Clique na imagem e confira!

Bjs!

 

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por | setembro 17, 2013 · 2:00 PM

Desenhos para Imprimir, Colorir e Pintar

Olá!

De olho na previsão do tempo que promete uma semana chuvosa, separamos vários desenhos para colorir de diferentes temas…por aqui esse recurso ajuda a acalmar a pequena. Nada como aparecer com um desenho divertido em um daqueles momentos “difíceis”.

valeAlém de super divertido para seus filhos, colorir desenhos ainda ajuda os pequenos a desenvolver sua criatividade e coordenação motora. É um ótimo exercício de criatividade! Como eu sempre tenho que ir para o google procurar resolvi separar aqui algumas opções para facilitar a nossa vida. Confira a nossa seleção:

Agora se esses desenhos não foram suficientes (rssss, coloquei muitos heim pessoal?), confere esse site que sempre entro para pegar novidades:

link

Click na imagem e confira muitas opções para meninos&meninas

Ah! Se seu filhote já está grandinho o site http://www.colorirgratis.com/ é uma ótima opção!

Agora vem o desabafooooo: Fica a dica para os restaurantes  e estabelecimentos que não oferecem nenhuma estrutura para os pequenos, afinal giz de cera e papel não tem um custo relevante, não precisa de grandes investimentos e disponibilidade de espaços é só imprimir opções de desenhos e colocar giz de cera em um potinho. Olha, esse não era o tema no post, mas agora vou deixar claro que acho um absurdo os lugares que não oferecem nada para as crianças, poxa! Comprei essa mesinha de plástico (da 1 imagem) com duas cadeiras e não gastei R$ 50,00. Será que não dá para separar um dindim e investir pessoal? No último fim de semana optamos por ir almoçar no Barracuda em Fpolis. Nunca tínhamos ido e nossa decisão foi pautada exclusivamente no simples fato de querer comer na “santa paz”. Eles oferecem uma brinquedoteca e sei que não é todo estabelecimento que é Baby Friendly, ou que pode fazer uma brinquedoteca, mas existem formas simples de oferecer alguma opção de entretenimento e ainda agregar valor ao seu estabelecimento. Bem eu sou formada em Adm  e de olho nas estatísticas de famílias com crianças pequenas que vivem e migram todos os dias para Fpoli/SC em busca da qualidade de vida + porcentagem dessas famílias que fazem ao menos 1 refeição por dia fora de casa + porcentagem de famílias que comem fora nos finais de semana + mulheres em fase de licença maternidade que ficam igual barata tonta dentro de shopping ( eu até hj sou uma dessas), fica claro que esse é um baita nicho de mercado. Quando vamos  em algum lugar que oferece algum espaço para crianças, menu kids, que  realmente conseguimos comer e não engolir a comida e que tem trocador decente no banheiro o nosso nível de consumo é absurdamente maior. Pensem nisso e divulguem essa ideia!

Bjs!!

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Desenvolvimento infantil x Brinquedos

Olá! Gente os últimos dias foram tensos por aqui, a gripe pegou geral e desde quarta-feira a Valentina não vai para escola. Sendo assim, não dá para circular muito porque a imunidade tá baixa e a criança vira uma para-raio de virose (também não queremos prejudicar  os outros pimpolhos). Aí começa um drama chamado: entretenimento infantil.

Olha.. não é fácil! O mais engraçado é que temos muitos, mais muitos brinquedos eletrônicos por aqui, sabe aqueles que você aperta um botão aqui, outro ali e algo acontece. Definitivamente a Valentina não ama esses brinquedos. Ela gosta das coisas mais simples e eu curto muito isso. Se eu listasse para vocês os top 5 da semana seriam: bolinha de sabão, brincar com bonecas x mamadeiras, abrir e fechar potinhos, montar um quebra-cabeça de madeira com tema de animais e  assistir vídeos de animais (ah! ela também curte muito pintar).

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“Montar, colar, pintar, inventar, imaginar, fantasiar…o brinquedo pode ser qualquer coisa. Espiga de milho vira um visconde e uma lata de óleo pode virar um fórmula 1! Para a criança o brinquedo é sua relação com o mundo!
Por isso o bom brinquedo é aquele que estimula a autoconfiança e ajuda no desenvolvimento da linguagem e do pensamento. São aqueles capazes de aguçar a curiosidade e ajudar a criança a trabalhar a percepção e concentração, enquanto diverte. Um jogo pode ensinar a criança a se relacionar com os amigos e entender conceitos como ganhar, perder e competir. Um bom brinquedo é capaz de aperfeiçoar a coordenação motora, estimular a fala e a inteligência das crianças. Brinquedos de materiais naturais, como madeira, lã e papel criam uma relação mais próxima da criança com a natureza. O brinquedo é para brincar e aprender!” fonte 

Olha que 10 essa relação de brinquedos x idade  que o pessoal do Estimulando fez:

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Gostei muito dessa relação e na idade da minha filha eles enfatizam que chegou a hora de ensinar a organizar e recolher os brinquedos. Tenho tentado fazer isso por aqui e estamos começando a ter alguns avanços. Ah! já demos algumas sugestões aqui no blog (Férias de julho: brincadeiras para fazer com as crianças dentro de casa & Brincadeiras Sensoriais) de brincadeiras sensoriais e fica claro a importância do estimulo do tato nas brincadeiras.

Acredito, que seguindo essa “onda” surgiu a parceria entre o Sesc, e o Iguatemi Florianópolis  que traz aos seus clientes a mostra interativa “Brincadeiras de Madeira”, que utiliza peças feitas de madeira em vários tamanhos, espessuras, texturas e encaixes — tudo para criar um universo de diversão para crianças de 3 a 8 anos de idade.

madeiraOlha só que bacana:

Com brinquedos de diferentes tamanhos e texturas, a Mostra representa diferentes fases do desenvolvimento infantil. Formada por quatro grandes espaços de exploração, a Criação, o Faz de Conta, o Movimento e os Jogos, a Mostra representa aspectos distintos e complementares do desenvolvimento infantil. O projeto Ciranda Sesc, do qual a Mostra faz parte, circula pelo estado desde 2005 e propõe um mergulho no universo dos jogos e brincadeiras que atravessaram a barreira dos tempos e ajudam a traduzir, muitas vezes, o espírito de uma geração que está crescendo. Cada edição do projeto trabalha com um tipo específico de material, mas mantém a proposta de reviver brinquedos e brincadeiras mais tradicionais e educativas, com foco no desenvolvimento da coordenação motora durante a diversão da criança.

De acordo com o livro ( eu ainda não li, mas quero muito comprar! Achei o link dando uma pesquisada no google) “Brincadeiras Criativas Para o Seu Bebê”:

“por meio dos movimentos da criança, “é possível vislumbrar suas mudanças interiores, interpretá-las e dar a resposta apropriada”. Com o intuito de instigar os movimentos e gestos dos bebês, o livro recomenda brincadeiras com barquinhos, carrinhos, trenzinhos e outros objetos que os pequenos possam empurrar.”

Saiba Mais – Mostra interativa “Brincadeiras de Madeira”:

Data: 3 a 12/09, no Shopping Iguatemi

Local: Praça de Alimentação

Horário: 11h às 15 e das 18h às 21h (segunda a sexta-feira) e das 12h às 20h (sábados)

Não deixe de levar seu pequeno!  Demorei para postar devido aos últimos acontecimentos, bjs!

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A importância da leitura para crianças

Bom Dia!

Vocês sabiam que:

“Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral.A Leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático.

Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.  Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida”. fonte

 “…literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa”. fonte

 Então, o que está esperando? Estimule seu filho a embarcar na aventura da leitura! Corre para o Iguatemi Florianópolis e participe da 1ª Ciranda do Livro que promete encantar crianças e adolescentes. Na feira será possível encontrar publicações a partir de R$ 3,00, inclusive os mais procurados, como Truques de Mágica e Escola da Fama.

ImageO projeto, realizado pela Editora Ciranda Cultural, percorre diversas cidades do Brasil. Com mais de dois mil títulos em acervo, o evento tem entrada gratuita e segue no Shopping até o dia 20 de Setembro.

Hoje eu dei uma passadinha no #iguatemiflorianopolis e a feira estava movimentada com adultos e crianças. Já estou programando a próxima visita com a pequena para ver a reação dela diante de tantos livros divertidos.

Para facilitar a sua vida pegamos a  a seleção dos 30 melhores livros infantis selecionados pela Revista Crescer em 2013. Assim você já chega na feira com uma ideia do que procurar.

Nos encontramos lá! aproveitem para prestigiar esses eventos, assim estimulamos  futuras iniciativas  para os nossos pequenos. Bjs!

Para mais informações, clique nos itens abaixo:

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O desenho e o desenvolvimento das crianças

Confere essa matéria da Revista Escola sobre como os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô.”  “Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio.”  “O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!” Joana, 3 anos – Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Leia mais sobre Desenvolvimento Infantil

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação – ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. “Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar”, explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: “Para ela ‘ver é crer’ e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica”, ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: “O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz”.

De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha. Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo

Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. “Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher”, explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). “No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade.” Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido.” Yolanda, 5 anos

Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.

Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.

Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.

Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui.” Anita, 5 anos
“Dá para ver a sua mãe dentro de casa?”
Repórter
“Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta.” Anita

O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?

Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. “A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural”, diz Rosa Iavelberg.

Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.

Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. “O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos”, diz Mirian Celeste Martins. “Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido.” Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza – algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.

* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

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Férias de julho: brincadeiras para fazer com as crianças dentro de casa

Gente, gente! Que frio é esse?

Tá difícil de circular por ai, vamos combinar que nossa cidade não tem estrutura nenhuma para os dias de frio, só nos resta ficar em casa ou ir ao shopping com os pequenos. Ontem levei a Valentina no #KidsPark  do #iguatemiflorianopolis, mas estava lotado e foi estressante ter que ficar controlando as crianças grandes misturadas com as pequenas. Não deu para relaxar, tive que ficar sempre pertinho dela para evitar um “atropelamento”, Ok! ela adorouuu!! Nós já tínhamos estado lá durante a semana e adoramos! Agora no fim de semana fica evidente a carência de uma área baby. Hoje nós iríamos na Galinha Pintadinha, mas a Valentina acabou vomitando na parte da manhã, depois fomos almoçar no shopping e o xixi passou e ai acabamos vindo para casa dar banho, depois pediu mamadeira e dormiu e agora quem é que me tira de casa com esse tempinho? Nós estamos aproveitando para trabalhar e colocar as coisas em dia e vocês?

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Vou passar mais algumas sugestões de brincadeiras indoor ok? Confiram:

Dança das cadeiras

Esta brincadeira é antiga, mas desenvolve a coordenação, o ritmo, a concentração e a agilidade dos pequenos. As crianças correm ao redor das cadeiras e, quando a música termina, tentam sentar. Como sempre falta um lugar, um participante cai fora a cada rodada. Mas você não precisa desmontar a sala ou levar a mobília para o playground. Recorte círculos ou quadrados de cartolina colorida e fixe as figuras no chão com fita crepe.

Eu sou assim

Deite seu filho sobre uma grande folha de papel e risque o contorno do corpo dele. Depois peça que complete a figura – dos 3 aos 6 anos, é um ótimo exercício de reconhecimento do esquema corporal. Dica: deixe um espelho por perto para consultas eventuais. Se a brincadeira for em grupo, misture os desenhos no final e desafie as crianças a identificar quem é quem.

Mosaico de papel

Quem não gosta de picar papel? Com uma tesoura ou as mãos, reduza revistas velhas a quadradinhos de tamanho regular – crianças mais velhas podem se encarregar da tarefa. Ponha o material em potes, forneça folhas de papel e cola branca (fica mais fácil usar com pincel) e deixe que soltem a imaginação formando e preenchendo figuras.

Massinha para os miúdos

Modelar exercita a musculatura das mãos e a coordenação motora fina. Quer uma receita muito fácil e que não representa risco para os pequenos, que põem tudo na boca? Tome nota: numa tigela, junte 1 xícara de sal refinado com a mesma medida de farinha de trigo. Acrescente água aos poucos e vá amassando até que a mistura fique homogênea, sem grudar nas mãos – você pode tingi-la com suco artificial em pó. Dura três dias, se guardada na geladeira em saco plástico.

Experiências na cozinha

Para quem tem filhos pequenos, uma boa ideia é escolher uma receita gostosa e fácil de preparar. Ignore a bagunça, deixe seu filho fazer descobertas e aproveite a diversão do momento para cozinhar a muitas mãos. Dica: prepare bolinho de chuva. Peça para as crianças ajudarem no preparo da massa e você cuida da fritura – sem deixar que se aproximem do fogão, é claro! Você também pode preparar um delicioso chocolate quente. Deu água na boca?

Hora da leitura

Se ler é bom e aprender a ler com prazer é fundamental, encontrar maneiras de se aconchegar para esses momentos é uma delícia! Vocês fazem a escolha: na rede, num monte de almofadas no chão, na cama embaixo do edredom…

Espero que tenham gostado, visite os links abaixo para mais ideias de brincadeira:

1. Dicas da Revista Abril

2. Dicas IG

3.Dicas UOL

Bj!!

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Brincadeiras Sensoriais

BRINCADEIRAS SENSORIAKJIS

Algumas linhas de pedagogia falam sobre a importância das brincadeiras sensoriais, em que estimulamos a visão, o tato, o olfato, o paladar, a visão. Eu li em algum lugar que a Maria Montessori (tô numa tendência Montessoriana, néam?) dizia que o desenvolvimento da inteligência passa pelas mãos. Com isso em mente, abri um saquinho de macarrão de letrinhas, coloquei um pouco em um pote e deixei a Alis fazer bagunça à vontade. O pai dela, super avesso a desarrumações e sujeira, quase surtou, mas ela ficou feliz da vida… e, bom, é isso que importa. A sujeira a gente limpa depois.

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Ela tava mega engraçada, ficava impressionada com a “cacaca” e falava isso sem parar. Ela chamava o pai pra ver a cacaca, olhava pra mim e caía na risada, tentou comer macarrão cru, jogou no chão, tentou comer de novo. Foi legal, foi legal ver a Alis bem solta, mexendo com algo que normalmente seria proibido, mesmo porque eu não acho esteticamente agradável ver milhares de letrinhas de macarrão espalhadas pela casa. E olha… as letrinhas tem um poder mágico. Fizemos a atividade na cozinha e eu encontrei macarrão no meu quarto, na varanda, no meu sapato e, CLARO, na fralda da Alis. Centenas. Umas 10 vezes o alfabeto. Mas beleza, faz parte.

Tá, e seguem outras ideias de brincadeiras sensoriais (no modo indoor – acho que no verão dá pra ser mais “molhada” a atividade):

– Bacia cheia de macarrão tipo farfalle, que tem um formato diferente

– Bacia de arroz com feijão para diferenciar bem as cores

– Bacia de milho de pipoca

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