Arquivo da categoria: Alimentação & Saúde

Banana Pops

Como hoje é dia das crianças podemos aproveitar e  liberar geral nesse fim de semana, confere nossa dica para deixar o dia dos pequenos ainda mais divertido!

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palitinhos de madeira, provável que venda na internet ou casas de festa

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Dá para deixar a banana com a casca se vc pretende fazer uma “oficina” de banana pops, adorei a ideia com a colher de sorvete….

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 Dá para trocar o sorvete por calda de chocolate… hummm que dúvida cruel…

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Amo esses canudos e até com as bananas eles ficam fofos!

As imagens dispensam mais explicações né? Banana, sorvete e potinhos com mix de confetes, castanha, cereal, dá para usar a criatividade com as Bananas Pops. Ah! Vc pode montar até uma barraquinha da festa do seu filho, assim como, as oficinas de Cup Cakes.

Boa Sorte!

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Amamentar é a melhor opção [?]

Acho que a pergunta do título nem está mais em discussão. A comunidade médica já deixou claro que é e as pesquisas mostram que sim, a amamentação é melhor, em litros (literalmente), que o leite de vaca. E ponto, não tem discussão. Porém, amamentar não é – pelo menos não uniformemente dentro da população mundial – a coisa mais fácil do mundo para se começar a fazer. Tem leite que demora a descer, tem gente que tem mastite, tem gente que não quer amamentar, tem gente que tem pouco leite, tem gente que passa por um stress tão grande que o leite seca. Tem de tudo.

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O meu leite, por exemplo, demorou a descer. Já estávamos em casa, dois dias depois de sair da maternidade, e nada de leite. Nada, nem uma gota. Me deram todo tipo de sugestão: água de coco, ordenha, deixar a água do banho bem quente cair em cima das mamas, dramin, dormir (ha-ha-ha), “não dá mamadeira”, “mamadeira é coisa do demônio”, “se você der mamadeira o seu leite não vai descer” e coisas afins. Pois eu dei mamadeira e o meu leite desceu. No quarto dia de vida da Alis ela tomou uma mamadeira, eu dormi (porque ela estava há dias chorando de fome, cansada de tanto fazer força para mamar) e o leite desceu. Nunca parei com a mamadeira, que serviu de apoio em momentos de diversão e cansaço. Diversão quando eu quis ir ao cinema quando a Alis tinha apenas 17 dias (minha mãe ficou de babá, preparada com uma mamadeira) e cansaço quando eu precisava dormir e o marido ficava cuidando, sabendo que se batesse a fome a mamadeira daria conta do recado. Mesmo assim, amamentei até os 11 meses de vida da Alis, e teria amamentado mais se tivesse estimulado mais, mas a essa altura eu já estava trabalhando, ela já estava na escolinha e comendo outros alimentos. Senti falta, sempre gostei de amamentar, mesmo nos momentos difíceis do pós-parto, mas acho que paramos em um momento que foi bom para nós duas. Ela já estava cheia de dentes na boca, me mordeu umas três vezes e não tinha mais muita paciência de sugar, sugar e sugar. Eu estava disposta a levar um pouco mais adiante, fiquei uns dias meio chateada, mas superei rápido porque foi bom poder tomar a segunda cerveja, tomar a pílula, relaxar na alimentação.

Nesse assunto acho que cada experiência é única. Fui visitar uma amiga que ganhou neném há poucos meses e ela não teve nem sequer um mínimo problema com a amamentação. Tudo tranquilo, leite para dar e vender. Eu adorariiiia que a minha experiência tivesse sido assim desde o começo, mas os primeiros dias foram turbulentos (e passaram rápido). Depois de um tempo tentando, depois de muitas lágrimas e ligações para uma amiga que tinha passado por isso há pouco tempo (sim, a Chiara), eu desencanei de deixar a Alis exclusivamente no leite materno e funcionou pra nós duas.

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Enfim… me estendi um monte, mas a ideia do post era falar sobre um documentário que passou esses dias no Discovery Home & Health sobre amamentação. O nome dele é “As Sete Fases da Amamentação”, conduzido por uma apresentadora da BBC, a Cherry Healey. Ela se viu passando um perrengue do cão durante a amamentação e fez o documentário para discutir o assunto. É legalzinho, nada suuuper emocionante, mas é uma introdução ao assunto. Não encontrei o vídeo inteiro no YouTube, só uns clipes para chamar para o doc., acho que o negócio é tentar baixar ou procurar na programação do canal.

 

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Ode à salada (seria a salada uma “comida de adulto”?)

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Eu amo salada. Salada? Amor? Na mesma frase? Para algumas pessoas esse amor pode parecer estranho, mas desde os 7, 8 anos sou apaixonada por alface americana e posso tranquilamente comer uma cabeça ou saco de alface em uma sentada. Aos 13 eu cortava uma cabeça de brócolis em arvorezinhas, cozinhava, colocava molho de salada em cima e comia tudo. É o tipo de comida que, quando não estou super estressada, sinto desejo de comer (porque quando estou estressada parece que só o carboidrato dá conta do recado eficientemente). Mas não foi sempre assim… acompanhe.

Me frustra um pouco o fato de eu não conseguir fazer a Alis comer salada, mas que criança gosta de salada? Eu sei que eu não gostava e olha só eu aqui, a doida da salada. Marido não cozinha por aqui. Não é porque eu não deixo (pelamordedeus eu deixo), é porque ele não sabe/não quer/não gosta de cozinhar mesmo, então quem prepara a comida aqui em casa sou eu. Quando entro no “modo salada” meu foco é nela e o resto é quase que improvisado, mas ainda assim saudável por causa da Alis. Veja bem, não que o marido não tenha que comer coisas saudáveis também, mas a Alis está em processo de crescimento. Ele, por outro lado, já está bem grandinho e pode compensar uma alimentação meia boca com uma salada de frutas, um dia de detox, sei lá. Mas comecei a falar da salada não só pra contar do meu projeto verão 2020 (que pelo jeito nunca vai acontecer) e sim para falar sobre uma conversa que lembro de ouvir o meu pai tendo com o meu tio. Lembro de ouvi-lo dizer que não conseguia fazer com que eu a minha irmã comêssemos salada e o meu tio respondeu que meu pai tinha que insistir não por meio de palavras, chantagens ou briga, mas dando exemplo. Meu tio disse algo como “Hamilton, coma salada na frente das meninas todos os dias que eventualmente elas vão provar, gostar e comer sempre que virem um prato de salada”. Não foi tiro e queda, foi mais tiro …. …. … 5 anos depois, queda (hehe). Meu amor por salada não nasceu no momento em que vi o meu pai servir alface, tomate e pepino no prato dele, mas isso com certeza me afetou, me deixou curiosa. Poxa, se ele gostava tanto de salada, porque eu não gostaria? Lembro também de encostar o meu ouvido contra a bochecha da minha mãe para ouvir o barulho da alface sendo mastigada. Era um barulho tão engraçado, tão diferente. Crunch, crunch, crunch. Eu não podia nem pensar em provar a alface ainda, eu não estava preparada, mas a semente da vontade estava plantada. Então é isso o que tenho tentado fazer, comer salada na frente da Alis e sem forçar nem nada. Eu ofereço uma folha de alface, um tomate. Ela diz um não bem redondo e volta para o seu prato de macarrão com carne moída e brócolis (cortado em pedaços minúsculos para ela não identificar o verdinho como “a árvore que ela não quer comer”). Tudo bem, estou acostumada a desafios, sou paciente, eu aguardo.

Posso estar viajando, mas me parece mais eficiente mesmo fazer com que as crianças sigam exemplos em vez de chantagens, brigas ou ainda insistência. O exemplo parece ser tão eficiente em outras áreas, como na fala, nos gestos e nos valores, por que não seria em se tratando de alimentação?

Tim and Ruby Lott

Para fechar, um link para um texto que saiu no The Guardian sobre alimentação. É um pai falando sobre como desistiu de insistir para a sua filha comer verduras e legumes. Ele conta uma coisa muito engraçada e eu toootalmente me identifico, mas pelos motivos errados (porque eu fazia igual). Ele explica que um dia levou suas filhas a um restaurante chiquérrimo, cheio de comidas deliciosas e elas se serviram do básico do básico: batatinhas, pão e galinha. Quem nunca fez isso na infância? Bom, o artigo está em inglês, o título traduzido é “Não force as Crianças a Comerem as Verduras” e você pode acessá-lo aqui. Muito bom!

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O Doping das Crianças

Gente, vale conferir esse artigo escrito por ELIANE BRUM

O que o aumento do consumo da “droga da obediência”, usada para o tratamento do chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, revela sobre a medicalização da educação?

epoca

Clique na imagem e confira!

Bjs!

 

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por | setembro 17, 2013 · 2:00 PM

Organização x Planejamento = Sucesso

Gente, às vezes meu dia começa na velocidade 5555, e hoje foi um deles! A Valentina acordou cedo e começou a fazer um mega drama porque meu marido saiu para trabalhar. Para acalmá-la e conseguir deixar tudo pronto eu “permiti” que ela fizesse bolinha de sabão em casa. Imaginaram a cena? O chão todo molhado, ela m-e-g-a entretida e eu ignorando a zona para poder me arrumar, lavar a louça, arrumar a roupa, deixar a bolsa da escola pronta, ufa! Tem um post da Daniela Forloni do site It mãe que fala das chamadas tarefas invisíveis, vale a pena conferir e mandar o link para os maridos!

Eu tenho cada vez mais certeza que quem é mãe e não tem uma empregada que chega cedinho e dá uma geral na casa ou entretém o baby (que é o meu caso) tem que ter uma baita organização para não transformar o dia-a-dia em um pequeno inferno.

Exemplo, ontem eu resolvi dormir e deixei tudo de pernas para o ar, mas se eu tivesse arrumado tttudooo hoje na parte da manhã poderia ter dado mais atenção para minha filha e evitado que ela ficasse implorando colo e atenção. No fim das contas ela e eu ficamos estressadas.

Eu sempre falo isso e é total clichê, mas organização e planejamento é fundamental para quem tem um baby porque, caso contrario, você pode correr o risco de ficar maluca.

Bem meu post matinal era sobre outra coisa, mas mudei tudo :( Eu adorei essa dica! Achei interessante e pratico para substituir o Nescafé ou usar para bater e fazer um café gelado. As vezes o dia começa tão corrido que fica difícil ate fazer um café né? Por aqui já tenho aproveitado o restinho da café e tem me ajudado bastante nos momentos de apuro. Confere essa dica:

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Bjs!!

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