Arquivo da categoria: Alimentação & Saúde

Maizena para combater as brotoejas

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Ontem visitando uma amiga que ganhou bebe surgiu a famosa duvida sobre usar ou não a Maizena para combater as brotoejas. Segundo os mais “antigos” colocar a boa e velha Maizena na água do banho do bebê ou diretamente sobre a pele pode ajudar a resolver o problema. Outro dia a minha faxineira disse que os médicos do posto de saúde indicam a Maizena para substituir o talco que muitas vezes não é acessível para muitas pessoas e também no caso de crianças alérgicas a perfumes e produtos mais concentrados.  Eu sempre recorro a Maizena no verão e realmente ajuda muito! Segundo a minha mãe, se fizer uma pastinha de água e Maizena em um potinho e misturar à água do banho o resultado é ainda melhor. Ontem a Valentina tirou um soneca no carro e mesmo com o a Ac ligado percebi que o pescoço ficou um pouco irritado então recorri a Maizena. Já dei a dica no blog que o talco ajuda a tirar toda a areia da praia que fica grudada no corpinho dos pequenos, mas a Maizena é muito mais barata e você pode deixar um potinho na bolsa da praia ‪#‎ficaadica‬

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Para mais informações:

http://drauziovarella.com.br/crianca-2/brotoeja-miliaria/

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SOS férias: rotinas e atividades

IDEIAS DE ROTINAS E AT

Com as férias da A. rolando há 15 dias, tenho pensado muito em rotinas. Recebemos visitas em casa nos últimos 5 dias e percebi uma mudança enorme na A. Ela estava comendo bem, dormindo noites inteiras (meu sonho realizado), brincando sozinha e tranquila por períodos de meia hora (pra mais ou pra menos), mas agora tudo mudou. Ela passou todos esses dias comendo mal, superexcitada, manhosa e voltou a acordar à noite. A sensação foi de que o meu esforço de criar uma rotina foi por água abaixo. Talvez eu esteja sendo dramática, mas hoje resolvi passar o dia inteiro só eu e ela dentro de casa para tentar criar uma rotina de novo, ou seja, planejei um dia sem agitação para ela assimilar tudo o que aconteceu de emocionante nos últimos dias: visitas, festas, presentes, alimentação zoada, etc e tal. Aaaand, pensando em rotinas e atividades para preencher os nossos dias, encontrei os seguintes links legais:

1. Este link (em inglês) dá uma ideia legal de rotina, embora eu não seja neurótica a ponto de achar que qualquer tipo de rotina tenha que ser seguida à risca. O que eu gosto nesse link são as ideias.

2. Nos países falantes de língua inglesa, a criança que tem entre 1 e 3 anos é chamada de toddler. No link abaixo o site “Hands on as we grow” dá ideias de 50 atividades que podem ser feitas com toddlers.

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3. Pra quem tem Pinterest, o Board “Toddler Activities” dá umas ideias legais.

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4. Rituais para a hora de dormir para crianças de 1 a 3 anos, artigo do Baby Center. O artigo inteiro é super intuitivo, quer dizer, faz sentido fazer brincadeiras calmas, contar histórias e tal na hora de dormir, mas vale a leitura.

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Ok, mas esses são links… agora, o que é que eu já faço no dia a dia com a A. que vale a pena ser compartilhado?

1. Tinta. No final da tarde, geralmente coloco um papel A3 no chão da varanda e pinto com a A. Quer dizer, ela se pinta, me pinta, acaba com a tinta, mas fica super orgulhosa da “atividade”, como ela chama a hora da pintura.

2. Brincadeiras com comidas. Encho um potinho com milho de pipoca ou macarrão e dou outros potinhos vazios para ela brincar de passar a comida de um para o outro, mas o detalhe é que criança quer provar tudo, então fico em cima para me certificar de que nada vai pra boca.

3. Brincadeiras com água. Encho uma piscininha de plástico na varanda e às vezes encho até mesmo uma bacia grandona que tenho e deixo a pequena se molhar a vontade. Dá trabalho, mas vale a pena.

4. Molhar as plantinhas. Como moramos em casa, temos plantas pelo jardim, um canteiro, algumas plantas em vasos pequenos e duas árvores pequenas em vasos maiores. Molhar isso tudo é um evento, então acaba virando uma “atividade”, e a Alis tem um regador pequeno só pra ela. Molha o chão, molha o meu pé, molha a parede e às vezes molha até uma plantinha!

5. Cozinhar. Tento envolver a A. o máximo possível no preparo da comida para ela ficar curiosa e querer comer. Na semana passada ela me ajudou a descascar um milho e virou a louca do milho. Não pode ver ou ouvir falar que pede. Era essa a minha intenção, então tenho “pedido a ajuda dela” para preparar quase todas as refeições.

6. Ler. Todos os dias temos a “hora da leitura”. Não é uma “hora”, é só um momento qualquer em que peço para a A. escolher um livro para ler. Tento ler para ela, mas a guria tasca o livro da minha mão e não tem pra ninguém. A grande frase dela agora é “era uma vez uma princesa muito bonita”, e deu, fim da história. E olha que quem começou com essa história de princesa foi ela!!!

Espero que os links e as ideias inspirem!

Boa sexta!!!

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Praia e piscina: qual fralda usar?

Oie!

Gente que calor né? Confesso que ontem sai de casa de legging, blusinha preta, sapatilha e quase tive um ataque de mau-humor de tanto calor. Hoje dei uma geral nas roupas de verão e voltei com as caminhadas e dieta rigorosa para entrar nos modelitos. Ah! separei a piscina da V. para colocar na varanda e aproveitar os dias mais quentes de forma divertida :) A V. acabou de completar 2 anos e estamos começando aos poucos o desfralde. Enquanto isso ainda temos que usar as fraldas especiais para a piscina e praia, confira as dicas que o KekoBaby listou e aproveite o verão :)

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Saiba por que é importante incluir na bolsa do final de semana – ou das férias – fraldas próprias para serem usadas dentro da água

fralda01 – Por que a criança sempre deve usar fralda na praia e na piscina?

Por uma questão de higiene. Urina e fezes contaminam a água. A fralda retém tanto o xixi quanto o cocô e impede que eles se dissipem. Isso contribui para manter o ambiente limpo e saudável. Afinal, piscina e praia são locais compartilhados por várias pessoas.

2 – Até que idade a criança deve usá-las nessa situação?

Não existe uma idade pré-estabelecida. Nessa hora, o bom-senso deve prevalecer. Crianças que ainda não tiraram a fralda devem usar os modelos próprios para água quando forem nadar em piscinas ou praias. O objetivo aqui, além de zelar pela higiene, é evitar acidentes constrangedores.

3 – Por que o ideal é usar fraldas apropriadas?

Ver o post original 717 mais palavras

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Saudades da gravidez

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Hoje eu estava pensando em como foi, para mim, ficar grávida. Tive enjoos, como quase toda mulher, mas não vomitei nem sequer uma vez. Eu não conseguia nem pensar em comer em determinados restaurantes, nem mesmo em alguns onde, antes da gravidez, comia com água na boca. Comi picolé de limão adoidado. Dispensei 100% o presunto. Só de pensar em comer uma fatia já ficava enjoada. Parecia que eu passava o dia mareada, com sono e ansiosa para ver a barriga crescer, mas isso nos três primeiros meses, depois passou. Eu não fui daquelas cuja barriga apareceu logo. Levou um tempo, e acho que foi porque nunca tive a barriga chapada e eu era uma magra falsa. Lá pelo quinto mês é que a dona barriga apareceu mais exibida, pra frente, orgulhosa. Antes disso eu fazia questão de falar para todos que estava grávida: na farmácia, no supermercado, na fila do banco, na casa de sucos. Eu parecia uma doida, daquelas que a gente foge quando não tá nem pensa em ficar grávida ainda.

Mas eu era feliz. Gente, como eu fui feliz. Amei acompanhar o crescimento, os movimentos, cada ultrassom, cada consulta. As refeições pareciam rituais de oferendas ao bebê. Comi bem, comi saudável. Comi frutas como nunca antes, abusei das saladas, comi massas com gosto. A única coisa que não fiz foi exercícios. Caminhei de vez em quando, mas foi isso. Arrependo-me um pouco de não ter me dedicado a essa parte de mim porque percebo que o meu humor muda para melhor quando me exercito. Mas tudo bem. Eu estava trabalhando, morando na casa da minha mãe porque a minha casa estava em reforma e meu pai estava doente. Foi um período conturbado. Aliás, às vezes acho que não surtei em 2011 justamente porque estava grávida, por causa da promessa de um futuro que sempre sonhei em ter. Sério, lembro de desejar ser mãe desde que tinha, sei lá, uns 6 ou 7 anos. Eu assistia ao programa Juba e Lula e falava para os meus pais que queria ter 5 filhos, três meninos e duas meninas. Tipo, sem noção da realidade, mas tudo bem, era coisa de criança. Eu não quero mais ter 5 filhos, mas quero ter dois, e ler este post (aqui, ó, pode ir olhar que eu te espero aqui) me fez ter vontade de encomendar o segundo agora, hoje mesmo. Mas a realidade se impõe. Estou no primeiro ano do doutorado e talvez seja um pouco cedo na minha pesquisa para engravidar por causa dos hormônios da gravidez. Sim, porque eu estava feliz, mas eu também estava doida. Não conseguia me concentrar em nada, esquecia tudo, não conseguia fazer a mesma coisa por mais de uma hora. Quer dizer, acho que eu estava eufórica porque era a minha primeira gravidez, espero que na segunda eu consiga manter um controle maior sobre o meu cérebro.

Mas resolvi escrever este post até para registrar para mim mesma (porque blogs são como diários) como foi gostoso ficar grávida, como senti saudades da barriga depois que a Alis nasceu, como eu quero ter outro filho. Lavar as roupinhas, preparar o quarto, criar a coragem para mudar a vida para sempre: era um momento de grande curiosidade, mas eu não tinha medo (porque eu claramente não tinha ideia do que me aguardava hahaha), tinha sede de contar os segundos para a chegada da Alis. O que aconteceu depois eu falo neste post aqui, mas desde então já cruzamos oceanos (embora ainda não literalmente :)) e posso dizer com tranquilidade que a maternidade me faz feliz. E faz feliz porque quando tenho problemas – e na última semana um problema veio na velocidade de um trem na minha direção – abraço a Alis e me sinto segura. Não é estranho isso? Sou eu quem cuida dela, mas é ela quem me traz segurança. Acredito que seja porque nela mora tanta vida agora e no futuro, ainda vamos fazer tantas coisas juntas. Penso que a segurança que sinto tem a ver com essa promessa, com esse futuro todo desafiador que traz no bolso experiências e aprendizados. Sei que cada mulher é única e sabe o que quer pra si, mas a experiência da maternidade não é uma que precisa ficar presa à maternidade em si. Conheço mulheres que não têm filhos porque ainda não surgiu a oportunidade ou porque não querem mesmo, mas que cuidam dos amigos e dos parentes como se fossem seus. Essa experiência por si só já traz a segurança da promessa de algo maior.

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Todos precisam de um porto seguro (ou de vários): um lugar, uma experiência ou uma memória para onde podem voltar quando acontece uma turbulência. Eu acredito ter encontrado o meu.

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Casos de catapora aumentam na primavera saiba como prevenir

Olá Mamães,

Resolvi publicar esse texto que li outro dia porque comecei a escutar na “rádio corredor” da escolinha da V.  algumas mães & pais conversando sobre o Catapora, vale a pena ficar informada.

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Confere as dicas da Revista Crescer

Casos de catapora aumentam na primavera: É importante ficar de olho nos sintomas da doença, que incluem febre e mal estar. A principal prevenção é a vacina tetra viral.

Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, emitiu um alerta para a população sobre o aumento dos casos de catapora na primavera. Até julho foram registrados 2.168 casos entre crianças de até 9 anos, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (CVE).

A catapora é uma doença altamente contagiosa, por isso, é recomendado afastar as crianças de escolas e creches ao confirmarem a doença. Os sintomas são parecidos as de um resfriado: febre alta e mal estar, e não há nenhum medicamento capaz de controlar a doença. “O ideal é lavar as lesões com sabão normal durante o banho, secar, não fazer uso de nenhum tipo de pomada nem curativo”, explicou, em nota, a infectologista do Emílio Ribas, Yu Ching Lian.

Por isso, a maneira mais segura de prevenir é por meio da vacinação. A tetra viral, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde setembro deste ano, protege a criança da catapora, sarampo, caxumba e rubéola. Crianças de 15 meses, que já tenham tomado a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), podem receber a tetra valente. Caso a tríplice não tenha sido tomada, basta procurar o posto de saúde mais próximo. Neste caso, a tetra viral é aplicada após 30 dias.Vale lembrar que a vacina é oferecida em qualquer época do ano. Nas clínicas particulares, o esquema é diferente e você deve seguir as orientações do pediatra do seu filho.

Entenda a catapora

A catapora (ou varicela) atinge principalmente crianças de 1 a 6 anos. A transmissão acontece por contato e por via respiratória. Ambientes pouco ventilados, creches e escolas são propícios para a disseminação do vírus. Por conta disso, a melhor forma de prevenir o seu filho é por meio da vacinação.

Febre alta (acima de 38°C) e manchas avermelhadas pelo corpo são os primeiros sinais. Logo, formam-se pequenas bolhas que se rompem e viram feridas. Durante cerca de três dias, as bolhas surgem por levas: enquanto umas secam outras nascem no corpo da criança. As bolhas podem aparecer também nas mucosas: na boca, na conjuntiva, na área genital.

Durante essa fase, há risco de transmissão. Por isso, se você tem mais de uma criança em casa e um de seus filhos pegou a doença, leve-os ao pediatra e evite que durmam no mesmo quarto. Objetos pessoais devem ficar separados para evitar o contágio. Somente após 5 a 7 dias, as últimas bolhas secam, formando crostas.

A catapora não oferece grandes riscos, mas como as bolhas coçam, é preciso evitar que a criança crie um machucado em cima delas para não haver inflamação local e cicatriz. Não há medicamento específico, a não ser aqueles para combater os sintomas, como a febre e a coceira.

Abaixo, dicas fundamentais para evitar complicações:

– Corte sempre as unhas do seu filho e deixe-as limpas;
– Evite que ele tenha contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
– Coloque roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
– Tente fazer com que seu filho repouse, principalmente enquanto tiver febre;
– Ofereça alimentos leves e muito líquido.

Fonte: Revista Crescer

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Bjs x Boa Semana!

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Banana Pops

Como hoje é dia das crianças podemos aproveitar e  liberar geral nesse fim de semana, confere nossa dica para deixar o dia dos pequenos ainda mais divertido!

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palitinhos de madeira, provável que venda na internet ou casas de festa

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Dá para deixar a banana com a casca se vc pretende fazer uma “oficina” de banana pops, adorei a ideia com a colher de sorvete….

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 Dá para trocar o sorvete por calda de chocolate… hummm que dúvida cruel…

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Amo esses canudos e até com as bananas eles ficam fofos!

As imagens dispensam mais explicações né? Banana, sorvete e potinhos com mix de confetes, castanha, cereal, dá para usar a criatividade com as Bananas Pops. Ah! Vc pode montar até uma barraquinha da festa do seu filho, assim como, as oficinas de Cup Cakes.

Boa Sorte!

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Amamentar é a melhor opção [?]

Acho que a pergunta do título nem está mais em discussão. A comunidade médica já deixou claro que é e as pesquisas mostram que sim, a amamentação é melhor, em litros (literalmente), que o leite de vaca. E ponto, não tem discussão. Porém, amamentar não é – pelo menos não uniformemente dentro da população mundial – a coisa mais fácil do mundo para se começar a fazer. Tem leite que demora a descer, tem gente que tem mastite, tem gente que não quer amamentar, tem gente que tem pouco leite, tem gente que passa por um stress tão grande que o leite seca. Tem de tudo.

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O meu leite, por exemplo, demorou a descer. Já estávamos em casa, dois dias depois de sair da maternidade, e nada de leite. Nada, nem uma gota. Me deram todo tipo de sugestão: água de coco, ordenha, deixar a água do banho bem quente cair em cima das mamas, dramin, dormir (ha-ha-ha), “não dá mamadeira”, “mamadeira é coisa do demônio”, “se você der mamadeira o seu leite não vai descer” e coisas afins. Pois eu dei mamadeira e o meu leite desceu. No quarto dia de vida da Alis ela tomou uma mamadeira, eu dormi (porque ela estava há dias chorando de fome, cansada de tanto fazer força para mamar) e o leite desceu. Nunca parei com a mamadeira, que serviu de apoio em momentos de diversão e cansaço. Diversão quando eu quis ir ao cinema quando a Alis tinha apenas 17 dias (minha mãe ficou de babá, preparada com uma mamadeira) e cansaço quando eu precisava dormir e o marido ficava cuidando, sabendo que se batesse a fome a mamadeira daria conta do recado. Mesmo assim, amamentei até os 11 meses de vida da Alis, e teria amamentado mais se tivesse estimulado mais, mas a essa altura eu já estava trabalhando, ela já estava na escolinha e comendo outros alimentos. Senti falta, sempre gostei de amamentar, mesmo nos momentos difíceis do pós-parto, mas acho que paramos em um momento que foi bom para nós duas. Ela já estava cheia de dentes na boca, me mordeu umas três vezes e não tinha mais muita paciência de sugar, sugar e sugar. Eu estava disposta a levar um pouco mais adiante, fiquei uns dias meio chateada, mas superei rápido porque foi bom poder tomar a segunda cerveja, tomar a pílula, relaxar na alimentação.

Nesse assunto acho que cada experiência é única. Fui visitar uma amiga que ganhou neném há poucos meses e ela não teve nem sequer um mínimo problema com a amamentação. Tudo tranquilo, leite para dar e vender. Eu adorariiiia que a minha experiência tivesse sido assim desde o começo, mas os primeiros dias foram turbulentos (e passaram rápido). Depois de um tempo tentando, depois de muitas lágrimas e ligações para uma amiga que tinha passado por isso há pouco tempo (sim, a Chiara), eu desencanei de deixar a Alis exclusivamente no leite materno e funcionou pra nós duas.

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Enfim… me estendi um monte, mas a ideia do post era falar sobre um documentário que passou esses dias no Discovery Home & Health sobre amamentação. O nome dele é “As Sete Fases da Amamentação”, conduzido por uma apresentadora da BBC, a Cherry Healey. Ela se viu passando um perrengue do cão durante a amamentação e fez o documentário para discutir o assunto. É legalzinho, nada suuuper emocionante, mas é uma introdução ao assunto. Não encontrei o vídeo inteiro no YouTube, só uns clipes para chamar para o doc., acho que o negócio é tentar baixar ou procurar na programação do canal.

 

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