Links da Semana

Já deu pra perceber que o Links da Semana não é semanal, é mais “quando der tempo”, mas tudo bem. Segue uma seleção de coisas bacanas que eu encontrei nesta semana pela web…

Olha só que delícia esse neném de Beleza Americana! Uma mãe recriou algumas cenas famosas de filmes com seu neném, e o resultado ficou além de fofo! Link aqui…

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Eu aaaamo o programa A Casa do Disney Junior (ai, problemática essa mãe que gosta mais das coisas de criança que a própria filha, eu sei!), olha só a música que eu e a Alis começamos a dançar quase todas as noites (me divirtooo)!

Alis tem mania de tomar o meu café. Quer dizer, ela não toma o meu café, ela come a espuminha com uma colher, mas fiquei curiosa para descobrir se nenéns (ela não completou dois anos ainda, aqui é considerado neném ainda, né? Ah, sei lá… terminologias…) podem ou não tomar café e encontrei o seguinte artigo na revista Crescer: link para a matéria

Para a pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), o ideal é deixar a criança conhecer o novo sabor somente depois dos 2 anos. “Mas só provar mesmo. Tomar um ou dois golinhos, não mais do que isso”, alerta. E uma única vez! A partir dos 6 anos, a criança pode tomar a bebida, desde que seja com moderação, claro. “Uma xícara de café por dia é o limite e, se for descafeinado, melhor”, diz Alessandra. O ideal é que a bebida oferecida seja fraca e com mais leite do que café (3/4 de leite para ¼ de café), assim ela se satisfaz com a quantidade da bebida, ingere menos cafeína e mais cálcio e zinco.

Dois documentários:

Andei fuçando a web em busca de documentários sobre maternar, sobre partos, sobre decisões de tornar-se mãe ou não, sobre tudo o que tem a ver com a gente e com eles, os filhos. Encontrei dois documentários interessantes, o “The Business of Being Born”, cuja tradução literal seria algo como “O ‘negócio’ de nascer”; e o “Pushing Motherhood”, que poderia ser traduzido como “Adiando a Maternidade”. O primeiro, como o próprio título fala, tem a ver com “o negócio” que virou nascer e com o negócio que sempre foi nascer, ou seja, tem a ver com práticas super tecnológicas e com práticas super caseiras de parto. É um filme que mostra todos os lados e privilegia, eu diria, a prática do parto conduzida pelas mulheres em vez de por médicos. Não assisti inteiro, mas fiquei com essa impressão. Parece legal e assim que a Alis dormir pretendo continuar assistindo!

O “Pushing Motherhood” é um documentário sobre duas mulheres que decidiram ter filhos mais tarde, uma com 38 e a outra com 45. No filme elas explicam os motivos que as levaram adiar a maternidade, mas tem um problema: O FILME AINDA NÃO EXISTEEE! Droga, eu fiquei toda curiosa vendo o trailer que era, na verdade, um chamado para crowdfunding. Ok, paciência… em algum momento o filme vai sair e já vou dizendo, acho que vai ser ótimo. Adiar a maternidade é algo super importante para a nova geração de mulheres que acredita que acertar os nós na carreira é importante antes de ter o primeiro filho. Eu sei que não esperei demaaais para ter o meu primeiro, a Alis nasceu quando faltava um mês para os meus trinta anos, mas ainda assim já foi mais tarde que o comum para as gerações passadas. Enfim, olha só o trailer aqui, parece ótimo:

Beijos e alegriaaa, é sextaaaa (PERA, eu sou mãe, fins de semana não são sinônimos de descansoooo haha)!

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