Arquivo do mês: outubro 2013

Hoje um estranho salvou meu dia

Oie!

Gente a Tpm me pegou e ontem o dia começou com grandes emoções…  a V. acordou com a corda toda, agora ela forma muitas frases e é sempre emocionante e divertido. Ao mesmo tempo, sempre quando pinta uma novidade fico imaginando como a minha mãe ficaria feliz de assistir isso de perto. Quem acompanha o blog talvez já tenha lido em algum post que ela faleceu ano passado.

Bem, eu sei que pode parecer que estou forçando um sofrimento, mas é inevitável e mãe é mãe né? Quando acontece algo super bacana ou nada bacana é a primeira pessoa que eu gostaria de ligar e compartilhar.

Ok, tirei o dia para resolver uns pepinos e as coisas não deram muito certo (poxa!!), ainda tive que escutar umas besteiras e  no fim fiquei com um sentimento de dia perdido e mega arrependida por não ter ficado trabalhando no meu projeto. Acho que preciso voltar a me colocar em primeiro  (ok, segundo) plano na minha vida.

Para falar a verdade acho que vocês não estão entendendo nada né? Mas como tudo deu errado ontem, fiquei  pensando em como estaria a minha vida se a minha mami estivesse por aqui. Quando estava grávida eu e a a minha mãe planejávamos contratar uma baba para ajudar a cuidar da V. enquanto eu estivesse trabalhando. Minha mãe era professora e tradutora e tinha um escritório em casa e esse era o nosso plano até a V. completar 1 ano, depois seria meio período na escola e o restante na minha mãe.

Planos dourados que não foram possíveis, quando a V. estava com 2 meses minha mãe descobriu que estava com câncer e depois de 7 meses faleceu. Nesse período eu estava amamentando  e foi um caos total. A Dinda ajudava a cuidar dela, marido trabalhando, enquanto isso pedi demissão e ficava no hospital e fomos tocando a vida. É claro que amamentei super pouco porque meu leite foi “secando” devido a falta de estimulo. Se alguém por aqui está passando por algum problema parecido o que eu posso dizer é que não me arrependo nem um pouco e se tivesse outra oportunidade faria muito mais. A V. está aqui saudável e sobreviveu a minha ausência nos primeiros meses de vida.

Agora focando na questão dos meus pensamentos e sentimentos de hoje… o que posso dizer é que rola um conflito entre muitas mulheres entre retomar a vida, ou melhor, não parar as atividades ou de simplesmente jogar tudo para o alto e  dedicar todo o tempo para aquele ser dependente que “precisa” da mãe.

Eu (infelizmente) não tenho a “receita do bolo”, mas acho que no fundo todo mundo sabe qual é a melhor decisão. Tenho uma amiga grávida de 7 meses que já está procurando babá e escola porque sabe que quer e precisa voltar a trabalhar depois dos 4 meses. Se ela me dissesse isso ano passado eu acharia uma loucura, mas hoje compreendo e respeito a decisão.

Eu sinto falta de trabalhar e sei que tem gente que pode me achar maluca e que daria tudo para estar no meu lugar, mas não é fácil tocar uma casa com um baby. Não me interpretem mal, hoje é só um “bad day” e diga-se de passagem que minha vida é ótima e me sinto até culpada em me sentir assim. Mas sinto saudades s-i-m de ter mais tempo para mim. Não pensem que isso é draminha de comercial de margarina, eu amo muito a minha filha!

Meu dia é mais ou menos assim: acordo e me arrumo, preparo a mamadeira e acordo a V., troco fralda, roupa, arrumo o lanche da escola, fazemos alguma atividades em casa ou fora, lanche da manhã, almoço, transito, escola, transito, às vezes volto para casa e arrumo a bagunça e aí começo a trabalhar no meu novo projeto, às vezes fico em algum café com internet, penso na janta, busco a V. na escola, transito, janta, louça, banho, mamadeira, brincadeiras e cama. Parece assustador? Posso garantir que é divertido e as vezes difícil. Muitas vezes saímos totalmente da rotina e é delicioso! No momento o marido tá bem envolvido com uns projetos no trabalho e ontem fiquei tentando contar quantas horas do dia sobram efetivamente para mim.

No próximo ano quero me dedicar e engrenar minhas atividades de vez e já vou começar a pesquisar a possibilidade da V. ficar alguns dias período integral ou alguma outra saída.

Bem, depois dessas coisas todas passarem na minha cabeça fui buscar a V. na escola e resolvi levar ela no parquinho e foi aí que conheci o “pai da Marina”. Sabe aqueles papos de mãe para mãe que rolam em um fraldário, play, fila de supermercado? Pois não é que algum anjo da guarda me mandou o “pai da Marina” que vendo a V. com quase um ano de diferença da filha dele chegou a conclusão que o tempo passa muito rápido e que temos que aproveitar muito nossos babies porque eles deixam de ser pequeninos rapidamente. É clarooooo que eu já sabia disso, mas depois de um dia emocionalmente conturbado foi ótimo ser elogiada e o coitado do “pai da Marina” não me falou nada de mais, só fez o favor de me conectar com o mundo valorizando o momento e as minhas escolhas.

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E assim… fiquei aproveitando o parquinho com a V. cheia de lágrimas nos olhos. O mais engraçado é que não dá mais para chorar e disfarçar porque ela logo diz: “a mamãe tá chorando? fez dodói? tá tiste? (é assim mesmo que ela fala)” uma figura que eu amo muito!!

Sorry pessoal, hoje não tem imagens bonitinhas da Minnie :) Bjs!

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Festa da Minnie

Olá! Hoje resolvi compartilhar com vocês todas as imagens que encontrei nas minhas pesquisas e que, de certa forma, serviram como inspiração para escolher os detalhes do almoço que organizei para comemorar com a família os 2 aninhos da V. Depois de encontrar milhões de imagens fica claro que o efeito bacana da decoração  está nos detalhes e cores. Defina seu tema e escolha algumas cores para compor tudo, desde balão, papel do docinho, toalhas, flores e aí tenho certeza que seu resultado será lindo. Olha só:

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Essas tags são ótimas para dar um efeito na festa… vc pode usar em uma flor como centro de mesa ou nas bandejas de docinhos que servir nas mesas.

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Personalizar os potinhos de giz de cera e disponibilizar para as crianças pintarem na festa pode ser um bom entretenimento para elas e fica muito fofo!

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Amei esses pirulitos e olha a combinação dos objetos no fundo da mesa, definir as cores da festa é importante para dar mais destaque na decoração. Ah, olha a samambaia preenchendo o espaço na mesa.

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Não gostei muito das cores que usaram nessa mesa, mas a ideia de fazer um espaço para os pequenos é muito legal e eles adoram!

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Bolo fofura total!!

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Olha que lindo esses biscoitos! Vc pode colocar em um refratário comprido (tipo de peixe) e dá um efeito legal na mesa.

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Lindo!! O tema da Minnie Rosa está em alta…

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Se vc quer optar por um bolo mais simples esse com kit kat é fácil de fazer e com uma boa fita em volta fica lindo!

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Repetindo… as tags dão um efeito personalizado na decoração..

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Os confetes no vidro dão um efeito super legal!

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Gente! fofura total!

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Mesa linda, fácil de montar e deixei as infos do Instagram para facilitar as pesquisas de vcs.

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Mesa linda, amo o fundo verde e o aparador na frente dá um efeito super legal!

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Olhas essas maçãs do amor! Fiquei encantada, se o seu tema é A Turma do Mickey elas são perfeitas

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Amei a toalha e consegui alugar igual

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Adorei esses saquinhos, mas para facilitar a vida acabei comprando uns prontos de Tnt em uma loja especializada de festas.

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Gostei muito da combinação de cores e dos detalhes dessa mesa. Olha esse fundo que fácil de fazer com fitas de cetim e tecido.

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Bolo Lindo!

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Quando vc entra no mundo da Minnie encontra de tudo…rsss

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Fofura total

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Amei esse bolo tbm!

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Achei lindo esse convite e usei como modelo

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Fica legal revelar e colocar em um porta retrato na festa

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Bem, fofura total né? Dá para pegar inspiração nessas fotos e fazer uma super festa. Assim que eu reunir todas as fotos do aniver da V. mostro para vocês tudo aproveitei dessas imagens e o resultado. Bjs!

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Como fazer um doutorado funcionar quando se tem filho(a) pequeno(a)

A verdade é que ainda estou buscando a resposta para essa pergunta. Fácil não é, mas também não é difícil nem impossível. O que acontece é que às vezes eu não dou conta das leituras, mas tenho buscado me concentrar muito para conseguir, sim, dar conta de ler tudo o que os professores sugerem nas ementas. O bom de fazer doutorado é que é trabalho, mas não é um trabalho convencional do tipo CLT, ou seja, eu não preciso entrar em um escritório às 9h e sair às 18h. Posso ficar com a Alis por meio período e estudar, ir à academia e fazer uma ou outra coisa pessoal à tarde enquanto a pequena está na escolinha. Não é perfeito, porque no fim das contas o tempo que tenho para estudar é quase que curto, mas é o melhor que pude fazer para encontrar um balanço entre maternidade e profissão. E a verdade é que “perfeito” não existe porque acho que a minha vida estaria bem imperfeita sem a Alis. Quis muito me tornar mãe (e quero repetir a dose em algum momento no futuro próximo, entre 2 e 4 anos) e quis muito entrar no doutorado, então estou fazendo as duas coisas que eu mais desejei nos últimos anos da melhor forma que posso cada uma.

Tenho me esforçado para usar menos o Facebook, papear menos via chat e mais ao vivo, ler mais literatura em vez de ver TV, assistir a vídeos no YouTube que têm a ver com as matérias que estou fazendo e com a minha pesquisa, isto é, estou tentando ser eficiente. Sempre fui bastante dispersa, tenho a impressão de que perco tempo com coisas tolas que não agregam. Às vezes penso que as pessoas são infinitamente mais organizadas que eu, mas ainda assim estou gostando do ritmo que dei para a minha parceria com a Alis e para os estudos nas últimas semanas.
Como eu “dou conta”? (Ou penso que dou)

1. Geralmente aproveito o começo da manhã, em que a Alis está superbem humorada e descansada, para ler os e-mails e as notícias. Temos um café da manhã quase-padrão, a banana amassada com um pouco de leite e um pedaço de pão ou waffle. Esse café previsível facilita a minha vida e eu fico satisfeita em saber que pelo menos uma fruta ela vai comer no dia. Como ela tem fruta na escola todos os dias, sei que ela não vai ficar só com a banana, vai complementar uma pêra, maçã, mamão e tal.

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2. Se eu percebo que ela está especialmente bem humorada (e por “bem humorada” eu quero dizer “feliz em brincar sozinha”), o que tem acontecido com certa frequência, aproveito para estudar enquanto ela brinca por perto. Levo o meu material para o quarto dela ou para a sala e lá ficamos por um tempo. Depois desse momento, me dedico a ela e…

… 3. procuro fazer a Alis gastar bastante energia antes do almoço para comer bem, comer com fome, fome de quem brincou. Se o tempo estiver bom, eu a levo para o parquinho. Se estiver ruim, sento e brinco exclusivamente com ela por uns 40 minutos: de pintura, de lego, do que parecer legal na hora.

4. Almoçamos juntas. Ela tem começado a comer sozinha, mas eu sempre intervenho em algum momento para ajudar e fazê-la comer um pouco a mais. Às vezes tenho a impressão de que, por ela ser pequena e ainda não dominar a arte de comer sozinha, desiste mais rápido, então mostro como ela tem que ser persistente e comer até se sentir saciada, em vez de cansada.

5. Chega a hora de ir para a escolinha, então é toda aquela função. Troco a fralda dela, a roupa e vamos embora. Ela geralmente chega na escolinha dormindo (se bem que isso tem mudado), então eu a coloco no colchão da sala e vou-me embora.

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6. Se tenho aula, vou direto para a universidade, parando apenas para um ocasional cafezinho quando estou com sono (tipo sempre: é meu modo de funcionamento padrão hoje em dia). Se não tenho aula, vou a algum café perto da escola da Alis para estudar ou vou para a biblioteca. Fico estudando até quase o horário de buscar a gatinha na escola, menos nas terças e quintas, que são os dias em que faço ioga. Aliás, também faço academia e acabo encaixando os exercícios depois das minhas aulas ou no final da tarde de estudo.

7. O tempo passa rápido e logo é hora de buscar a A. na escola. Se ela jantou bem, desencano e só dou uma besteirinha para ela comer, tipo uma bolacha salgada, um pão de queijo com suco de laranja ou um iogurte com granola (isso é estranho? não sei de crianças que comem granola, mas ela adora). Se ela não jantou bem na escola, faço um macarrão, uma sopinha rápida ou algo do tipo.

8. Hora do banho (já são umas 20h), e geralmente tomo banho com ela no meu colo ou com ela no chão, mas comigo. Se eu dou banho, marido seca e veste. Se ele dá banho, faz o serviço completo. Ela curte muito essa hora porque sabe que vai mamar em seguida e provavelmente, se não for muito tarde, assistir a um episódio do desenho A Casa do Mickey. Ela já sai do banho falando “bagunça, bagunça”, mas eu tento não alimentar a pilha e só dou umas esmagadas básicas, pra mim essa é a hora do aconchego. O meu marido fala que essa é a hora da mamãe porque ela realmente não desgruda quando está prestes a dormir, então eu aproveito para pegar o tablet para estudar na cama enquanto ela brinca de cantar em modo sonâmbula. Se estamos na sala, faço a mesma coisa.

9. A essa hora eu já estou exausta. Não consigo sentar na frente do computador para blogar, nem pra estudar, nem pra nada. Continuo mexendo no tablet até dormir.

E aí já é hora de começar tudo de novo.

Então assim… claro que não é fácil porque no meio disso tudo eu preciso lavar roupas, louça, preparar comida, arrumar cama, e por mais que o meu marido seja ótimo e realmente assuma boa parte da limpeza e da organização, quem passa mais tempo em casa sou eu porque meu horário é flexível, então eu acabo fazendo mais mesmo. Eu gosto do meu esquema e tenho conseguido fazê-lo funcionar da melhor maneira possível. E você, qual é o seu segredo para fazer o seu esquema funcionar?

Beijo e bom começo de semana!

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Link do dia: Carta da editora-chefe da Revista Sorria

Minha filosofia: para saber se alguma coisa realmente importa, a gente tem que se perguntar se conseguiria viver sem ela.

Roberta Faria

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E já que estamos falando da Revista Sorria, uma foto da Alis sorrindo :)

Eu gosto da revista Sorria, aquela que é vendida nas farmácias Raia, sabe qual? Eu gosto dela, e gosto muito do jeito que ela começa, com a carta da editora-chefe, Roberta Faria. Antes de mais nada, deixa eu chamar atenção para um fato: isto não é propaganda, a Raia nem sabe que eu existo. Comprei a revista pela primeira vez há uns meses, quando fui comprar coisas na farmácia e me ofereceram a publicação no caixa, dizendo que parte da renda é revertida para caridade (Hospital do Câncer). Acho chato quando oferecem coisas no caixa, mas resolvi comprar e agora vira e mexe compro. Revista boa, bem feita, interessante e cheia de textos gostosos de ler, como esse do link do post. A edição deste mês é sobre trabalho, um tema super intrigante para mães porque é um segmento da vida que fica tão confuso quando a gente engravida, ganha, passa a cuidar de um bebê e quer ainda cuidar da própria vida. É um assunto que tem que ser discutido à exaustão.

Bom fim de semana e boa leitura!

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por | outubro 20, 2013 · 4:06 PM

Festa de 1 Ano

Olá!

Hoje resolvi contar um pouquinho para vocês sobre a festinha da V. de 1 aninho.

Bem,  particularmente eu estava em momento complicado, faziam 2 meses que eu tinha perdido minha mãe. para ajudar  ficou decidido que no fim de semana do aniver da V. (veio muita gente da família para Florianópolis) faríamos uma cerimonia com as cinzas da minha mãe, então vocês podem imaginar a minha situação. Hoje quando eu olho para traz não consigo pensar como sobrevivi e encarei aquela festa. Na época, organizar uma festa era tipo “missão impossível” para mim, mas não queria deixar de festejar o primeiro aniver da V., não queria que essa data ficasse ainda mais marcada pelo meu drama pessoal.

A melhor solução foi recorrer a uma casa de festa e colocar na mão de uma pessoa especializada a organização de tudo. Aqui em Florianópolis visitei 4 casas de festa e deixo aqui minhas observações:

1. Dino – vou confessar que não amei o atendimento, depois ficamos em contato e a equipe foi super atenciosa, mas o que fez com que eu não optasse por essa casa de festa foi mais o ambiente, sendo mais precisa as escadas. Como as crianças convidadas eram pequenas, imaginei que as escadas poderiam se tornar um obstáculo para elas e para os pais.

2. Casa do Confete –  Achei os valore um pouco mais salgados e também considerei que o ambiente dos pequenos não é no mesmo andar da festa e  mesa do parabéns e ai imaginei a festa dividida e os pais subindo e descendo as escadas. Com certeza as escadas e valores foram determinantes, mas a casa é nova e linda! Perfeita para festas de crianças maiores.

3. Luck July-  Achei o espaço pequeno (isso pq tínhamos muitos convidados), mas depois fui em uma festinha no local e gostei bastante do atendimento, da equipe, decoração e o ambiente é todo plano o que facilita bastante para os pais e crianças pequenas.

4. Balangolé – Essa foi a minha escolha e o mix do atendimento, ambiente plano, área kids e baby ótima e preço foram determinantes. Sai da minha primeira visita com o contrato fechado e antes, durante e depois da festa a equipe foi ótima, super atenciosos e prestativa. Me senti acolhida e segura em deixar a responsabilidade de organizar a festinha da V.

De forma geral observei que todas as festas tem opções de pacotes prontos e parcerias com empresas de decoração … no fim parece tudo igual. Vou confessar que tenho pavor te bonecos, muito balão, banner com a cara dos personagens. Acho isso tudo meio brega sabe? O que eu gosto mesmo é do estilo de festinha americana com aquelas garrafinhas, suqueiras, decoração clean, tags personalizadas, bandeirinhas, pom pom e ao ar livre de preferência. Na época do aniversário entrei em contato com empresas que organizam as festas de forma mais personalizada do tipo que eu a-m-o e infelizmente eles cobram uma fortuna, os orçamento ficaram mais caros do que a opção de casa de festa. Outro ponto é que eu queria muito fazer a festa ao ar livre, mas como o aniversário da V. é na metade de outubro sempre tem um risco bem grande de chuva.

Feita a minha opção, a única responsabilidade que ficou por minha conta foi a fotografia e lembrancinhas.  Acabei ganhando as lembrancinhas e tags de presente de uma fofa que é prima do meu marido e ela realmente tem o dom, ficaram lindas, olha só:

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As tags para os pirulitos foi uma outra amiga que fez e ai add o papel de scrap e lacinho, olha que fofo:

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Comprei os pirulitos na Xandoca (Em Fpolis/SC) e eles também foram super legais e encomendaram especialmente os pirulitos na cor que eu queria.

Nossa, só agora lembrei de falar sobre o tema! Escolhi o tema dos ursinhos no estilo provençal seguindo a mesma linha da decoração do quartinho da V. e é claro que nessa época ela ainda não tinha vontade própria né? Hoje com 2 anos quando eu pergunto para ela: “V. vamos fazer a festinha de 2 anos da Minnie, Galinha Pintadinha, etc… ela já fala Minnie, imagina no próximo ano.

O modelito da aniversariante foi esse:

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Vestido da que ganhamos de um amigo do meu marido (foi comprado nos EUA), laços da Lua de Papel e Sapatinho Dourado (não lembro a marca e já foi aposentado).

Bem, agora vamos as considerações finais:

* Achei a experiência super “confortável” de alguém fazer tudo e eu não ter que pensar em nada, mas mesmo assim rola aquela tensão de “será que vai dar tudo certo”;

* Você terá que fazer o pgto baseado no número de pessoas, então confirme o número de convidados e não tenha vergonha de deixar isso claro para eles. Eu acho sacanagem quem confirma e não vai, mas sei que as vezes temos emergências;

* Escolha um sapato confortável, eu fui inventar de usar salto depois de 1 ano e no fim não aguentava mais;

* Ah, peguei os convites que o Balangolé forneceu e criei também um evento no Facebook para facilitar nas confirmações;

* se vc não tem muitos convidados as casas de festa tem opção de pacotes com maior numero de crianças do que adultos e sai mais barato;

* As festas na sexta-feira à noite são mais baratas;

* 1 semana antes da festa tente poupar seu filho de entrar em contato com viroses porque tem a assombração da festinha de 1 ano sabia? A V. dois dias antes da festa caiu e levou 4 pontos na boca e no fim da festinha a conjuntivite deu o ar da graça :( .

Acho que era isso, não me arrependo de nada e amei a festa!  Acho q hj já sou “menos” fresca e que as próximas festas vão ser mais leves e com menos frufru. Mas acho legal ….curto pensar em cada detalhe e acho que isso faz diferença. Desejo muita sorte (rss) se vc está começando a pensar na festinha porque é divertido, mas dá trabalho e se eu lembrar de algo depois coloco aqui nesse post ok?

Um pouco mais da festinha:

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Bjs!

Post não patrocinado

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Casos de catapora aumentam na primavera saiba como prevenir

Olá Mamães,

Resolvi publicar esse texto que li outro dia porque comecei a escutar na “rádio corredor” da escolinha da V.  algumas mães & pais conversando sobre o Catapora, vale a pena ficar informada.

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Confere as dicas da Revista Crescer

Casos de catapora aumentam na primavera: É importante ficar de olho nos sintomas da doença, que incluem febre e mal estar. A principal prevenção é a vacina tetra viral.

Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, emitiu um alerta para a população sobre o aumento dos casos de catapora na primavera. Até julho foram registrados 2.168 casos entre crianças de até 9 anos, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (CVE).

A catapora é uma doença altamente contagiosa, por isso, é recomendado afastar as crianças de escolas e creches ao confirmarem a doença. Os sintomas são parecidos as de um resfriado: febre alta e mal estar, e não há nenhum medicamento capaz de controlar a doença. “O ideal é lavar as lesões com sabão normal durante o banho, secar, não fazer uso de nenhum tipo de pomada nem curativo”, explicou, em nota, a infectologista do Emílio Ribas, Yu Ching Lian.

Por isso, a maneira mais segura de prevenir é por meio da vacinação. A tetra viral, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde setembro deste ano, protege a criança da catapora, sarampo, caxumba e rubéola. Crianças de 15 meses, que já tenham tomado a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), podem receber a tetra valente. Caso a tríplice não tenha sido tomada, basta procurar o posto de saúde mais próximo. Neste caso, a tetra viral é aplicada após 30 dias.Vale lembrar que a vacina é oferecida em qualquer época do ano. Nas clínicas particulares, o esquema é diferente e você deve seguir as orientações do pediatra do seu filho.

Entenda a catapora

A catapora (ou varicela) atinge principalmente crianças de 1 a 6 anos. A transmissão acontece por contato e por via respiratória. Ambientes pouco ventilados, creches e escolas são propícios para a disseminação do vírus. Por conta disso, a melhor forma de prevenir o seu filho é por meio da vacinação.

Febre alta (acima de 38°C) e manchas avermelhadas pelo corpo são os primeiros sinais. Logo, formam-se pequenas bolhas que se rompem e viram feridas. Durante cerca de três dias, as bolhas surgem por levas: enquanto umas secam outras nascem no corpo da criança. As bolhas podem aparecer também nas mucosas: na boca, na conjuntiva, na área genital.

Durante essa fase, há risco de transmissão. Por isso, se você tem mais de uma criança em casa e um de seus filhos pegou a doença, leve-os ao pediatra e evite que durmam no mesmo quarto. Objetos pessoais devem ficar separados para evitar o contágio. Somente após 5 a 7 dias, as últimas bolhas secam, formando crostas.

A catapora não oferece grandes riscos, mas como as bolhas coçam, é preciso evitar que a criança crie um machucado em cima delas para não haver inflamação local e cicatriz. Não há medicamento específico, a não ser aqueles para combater os sintomas, como a febre e a coceira.

Abaixo, dicas fundamentais para evitar complicações:

– Corte sempre as unhas do seu filho e deixe-as limpas;
– Evite que ele tenha contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
– Coloque roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
– Tente fazer com que seu filho repouse, principalmente enquanto tiver febre;
– Ofereça alimentos leves e muito líquido.

Fonte: Revista Crescer

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Bjs x Boa Semana!

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Preparativos de Natal (no dia das crianças?)

Eu sempre curti natal. Embora seja uma festa comercial, gosto da sensação da festa, da comilança, da decoração em casa e tal, então estou criando na Alis a expectativa do natal. Ela já sabe cantar aquela música do sapatinho (deixei meu sapatinho na janela do quintal, bem essa) e já sabe identificar o papai noel. Hoje, procurando vídeos de natal no YouTube, encontrei um filme da Disney, o Mickey’s Once Upon a Christmas, bem fofo, olha só!

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por | outubro 12, 2013 · 3:00 PM