Arquivo do mês: agosto 2013

8 perguntas para você levar para a sua primeira consulta com a obstetra!

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Às vezes a gente aparece na primeira consulta com a obstetra e nem sabe bem o que perguntar de tanta ansiedade para ver a barriga crescer, saber o sexo do bebê, montar o quarto, a casa e parir de vez! Pois bem, pensei numas perguntas que eu fiz ou que gostaria de ter feito na minha primeira consulta com a obstetra, olha só:

1. Qual é a recomendação médica quando o assunto é ganho de peso? Quanto devo ganhar em cada trimestre para ter uma gravidez tranquila?

2. O que é que eu devo deixar de comer, se for o caso, e o que é bom que eu coma durante a gravidez para garantir a minha saúde e a saúde do bebê? (PS: sei que grão de bico é bom para a formação do tubo neural, então me acabei no hommus durante a gravidez).

3. Eu deveria prestar atenção a sintomas ou a algum sintoma em especial? Se for o caso, o que devo fazer no caso de algum desses sintomas aparecerem?

4. Meu pai é diabético, é uma doença que corre solta na minha família paterna, devo tomar algum cuidado em especial para não desenvolver diabetes gestacional?

5. Quais são as minhas opções de parto?

6. Qual é a melhor forma de entrar em contato com você? Se eu tiver alguma questão urgente, posso te procurar no celular? Para dúvidas menos urgentes, posso te enviar um e-mail e busca de esclarecimentos?

7. Quais são os ultrassons que vou realizar no decorrer da gravidez?

8. Li em algum lugar que dormir para o lado direito quando a barriga está grandona pode ser ruim para o bebê porque pressiona uma veia importante, é verdade? (Passei a gravidez inteira dormindo para o lado esquerdo por causa do que li/ouvi, mas nunca confirmei!).

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Essas foram as perguntas que fiz/não fiz/gostaria de ter feito na minha primeira consulta depois que descobri que estava grávida. Aliás, eu não sei se já disse isso aqui no blog, mas a minha gravidez foi um dos períodos em que me senti melhor na vida. Sim, no final eu estava cansada, um pouco mais inchada, louca para conhecer a Alis, mas no geral (tirando o enjoo dos primeiros meses – detalhe que não vomitei nem mesmo uma vez) eu me senti bem, super disposta, bonita, feliz e leve, contrariando vários depoimentos de mães que não se sentiram assim. O que eu quero dizer com isso é que cada gravidez é pessoal, intransferível e vai trazer sensações distintas para cada pessoa. As dúvidas que cabem para mim talvez nem façam sentido para algumas pessoas, mas acho que saber das dúvidas dos outros pelo menos indica alguns possíveis caminhos que podem ser tomados na primeira consulta (ou na terceira, quarta, quinta etc).

Happy pregnancy, pessoas! ;)

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Agenda – Pedágio do Brinquedo

O Pedágio do Brinquedo é um projeto que tem como objetivo proporcionar aos pequenos um Dia das Crianças mais feliz e repleto de sorrisos. A campanha foi criada há mais de uma década e, neste período, beneficiou pelo menos um milhão de crianças catarinenses. A iniciativa é uma realização da RBS TV Santa Catarina com apoio do Sesc (Serviço Social do Comércio/SC) e patrocínio da Unicred, de todo o estado, Prefeitura Municipal de Florianópolis, na capital, Colégio Unesc, em Criciúma, e Shopping Pátio Chapecó, em Chapecó.
pedágio do brinquedo 600 (Foto: Divulgação/RBS TV)

“Traga os sorrisos de volta, doe um brinquedo”. É com a ideia de transformar um pequeno gesto em um grande sorriso que o Pedágio do Brinquedo inicia mais uma vez em todas as regiões de Santa Catarina. Deste domingo (1º) até o Dia das Crianças, em 12 de outubro, haverá 125 pontos de coleta no estado. Para este ano, a meta da campanha é arrecadar mais de 300 mil brinquedos.

Bolas, carrinhos, bonecas, jogos, bicicletas, patins e inúmeros outros tipos de brinquedos novos ou usados são bem-vindos, desde que estejam em bom estado, limpos e inteiros. As doações podem ser feitas nos pontos de coleta ou diretamente às crianças e/ou entidades. A campanha encaminhará os materiais a entidades carentes, escolas e creches.

Atividades de mobilização da comunidade com coleta de doações serão realizadas em todas as cidades de Santa Catarina. Em Florianópolis há ações confirmadas no  próximo domingo (29) que será uma data para se divertir e fazer o bem na capital catarinense. O Pedágio do Brinquedo realizará um evento no Parque de Coqueiros, em Florianópolis, das 10h às 16h, com brincadeiras e arrecadação de brinquedos. Em parceria com o SESC, serão realizadas inúmeras atividades recreativas com as famílias, como jogos de mesa, jogos de raciocínio, malabares e apresentação cultural.. Em Chapecó, também existem eventos já confirmados – nos dias 6, 7 e 8 de setembro no Shopping Pátio Chapecó, das 13h às 20h.

Serviço
O quê: Pedágio do Brinquedo com atividades para toda a família
Quando: 29 de setembro
Onde: Parque de Coqueiros, em Florianópolis
Horário: das 10h às 16h
Atividades realizadas: jogos de mesa, jogos de raciocínio, malabares, pernas de pau, minifutebol, minibasquete, cama elástica e a apresentação cultural do “Dale Circo”

Pontos de coleta
Todas as 54 agências Unicred do estado
Todas as 63 unidades do Sesc no estado
Emissoras da RBS TV – Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages, Criciúma e Chapecó
Shopping Pátio Chapecó – Chapecó
Colégio Unesc – em Criciúma

Informações na sua região

Florianópolis
Gabriel Nunes – (48) 3216 3446 | gabriel.nunes@engageeventos.com.br

Joinville
Gizela Michalichen – (47)-3431 8830 | gizela.michalichen@rbstv.com.br

Blumenau
Halime Tasse – (47) 3221 9917 | halime.tasse@rbstv.com.br

Criciúma
Fernanda Webster – (48) 3461 1930 | fernanda.webster@rbstv.com.br

Chapecó
Clarissa Soletti – (49) 3321 8750 | clarissa.soletti@rbstv.com.br

Lages
Ana Armiliato – (49) 3289 5426 | ana.armiliato@rbstv.com.br

Fonte

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Agenda – 31 de agosto, dia do MC Lanche Feliz!

Oie!

novidade-BANNER-NOV-650X1000PX0Gente hoje é dia 31 de agosto, dia do MC Lanche Feliz! Quem já passou pela experiência de ter uma pessoa com câncer na família sabe que é dureza.

É um tratamento longo, dolorido físico e psicologicamente para o paciente e para a família. Vou confessar que vivenciei isso bem de perto no ano passado com a minha mãe e não foi fácil!

Não consigo imaginar ( mesmo sabendo que sempre criamos força para superar os obstáculos  da vida)  ter uma filho com câncer. Vamos ajudar essas crianças pensando na maior meta que elas podem  alcançar:  a V-I-D-A.

Pessoal, já foi o tempo em que achávamos que essa era uma campanha para beneficiar somente o MC Donald’s, hoje esse é um evento da sociedade.

Você Sabia?
– O McDia Feliz é o evento que mais arrecada recursos para a causa do câncer infantojuvenil no Brasil;
– Desde 1988,  a campanha já doou cerca de R$ 130 milhões a instituições sem fins lucrativos que atuam no combate ao câncer infantojuvenil;
– A arrecadação do McDia Feliz 2012 foi a maior já atingida no Brasil: R$18.354.205. com a venda de 1,6 milhão de sanduíches Big Mac.

O que é:

McDia Feliz é a maior campanha do país em prol de crianças e adolescentes com câncer, além de ser o principal evento comunitário do Sistema McDonald’s no Brasil. No McDia Feliz, todo o recurso arrecadado com a venda de sanduíches Big Mac (exceto alguns impostos), vendido separadamente ou na McOferta de Big Mac – além de materiais promocionais confeccionados pelas instituições participantes e tíquetes antecipados – é revertido para instituições de apoio e combate ao câncer infantojuvenil de todo país.

O evento garante o dia de maior movimento em mais de 600 restaurantes McDonald’s, contando com uma mobilização de mais de 30 mil voluntários. Ao longo de 24 anos de realização da campanha, os recursos obtidos com o McDia Feliz contribuíram para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 15%, no final da década de 80, podendo chegar a 85% atualmente caso diagnosticado nos estágios iniciais.

Com os resultados obtidos desde o primeiro ano de sua realização, em 1988, a campanha já reverteu a mais R$ 130 milhões para a causa do câncer infantojuvenil, em mais de 20 estados brasileiros. Os recursos têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, e salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. Todos os projetos apoiados pelo Instituto Ronald McDonald são auditados e tem sua execução acompanhada. Veja em nossos Relatórios de Atividades mais informações e prestação de contas.”

Objetivos da campanha

– Despertar a atenção de toda a sociedade e sensibilizá-la para a maior causa de morte por doença entre crianças de 5 a 19 anos;
– Captar recursos e concentrar esforços para a realização de projetos prioritários em nível local, regional e nacional;
– Contribuir para o aumento do índice de cura do câncer infantojuvenil.

Anote já na sua agenda que dia 31 de agosto você tem um compromisso: Transformar Big Mac em sorrisos!

Ah, No shopping Floripa está rolando uma programação especial, confere aqui. Bjs!!

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por | agosto 31, 2013 · 10:23 AM

Agenda 30/08 – 05/08

ImageOlá!

Semanalmente publicamos um post com algumas ideias para entreter os pequenos no fim de semana. Esse post especificamente é mais focado na região de Florianópolis. Mas tenho certeza que aí na sua cidade não deve faltar programação e se você estiver pertinho, ou de passagem por Florianópolis, aproveitem as nossas dicas!

Nossas sugestões de passeios ao ar livre são: um passeio no Horto florestal, Av. Beira Mar,  Projeto Tamar, Lagoa da Conceição, Sambaqui, Cacupé, Santo Antonio de Lisboa, um café gostoso em Rancho Queimado, pegar o barco na ponte da Lagoa da Conceição e se aventurar com os pequenos na Costa da Lagoa, Parque de Coqueiros (Lembre-se de checar a previsão do tempo: clique aqui).

Se o tempo não colaborar os  shoppings  e teatros da cidade também são uma ótima opção. Clique na imagem e confira a programação que o blog  Roteiro Baby Floripa fez especialmente para pequenos. Clique na imagem:

ImageAh! quem está de olho nos últimos posts sabe que a parceria entre Shopping Iguatemi Florianópolis com o Cinesystem é um sucesso para a criançada. Dá uma passadinha no #iguatemiflorianopolis para conhecer o evento “Domingo é dia de Teatro”.

Para mais informações clique na imagen:

ImageAlguns links de apoio para facilitar a vida dos papais&mamães:

* Teatro Pedro Ivo  

* Teatro Ademir Rosa

* Floripa Shopping 

* Beira Mar Shopping

* Continete Park Shopping

* Shopping Itaguaçu

* Shopping Iguatemi

* Confira ainda a programação do Cine Materna para esse mês: clique aqui.

Agora é com vocês! Bjs!

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O desenho e o desenvolvimento das crianças

Confere essa matéria da Revista Escola sobre como os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô.”  “Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio.”  “O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!” Joana, 3 anos – Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Leia mais sobre Desenvolvimento Infantil

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação – ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. “Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar”, explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: “Para ela ‘ver é crer’ e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica”, ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: “O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz”.

De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha. Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo

Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. “Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher”, explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). “No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade.” Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido.” Yolanda, 5 anos

Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.

Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.

Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.

Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).

Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

“Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui.” Anita, 5 anos
“Dá para ver a sua mãe dentro de casa?”
Repórter
“Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta.” Anita

O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?

Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. “A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural”, diz Rosa Iavelberg.

Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.

Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. “O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos”, diz Mirian Celeste Martins. “Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido.” Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza – algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.

* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

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Agenda – “Domingo é Dia de Teatro”

Olá!

Na semana passada começamos a dar destaque para o evento “Domingo é dia de Teatro”, uma parceria do Shopping Iguatemi com o Cinesystem. Já faz algum tempo que estamos divulgando na nossa agenda semanal o link para o evento, mas recebemos um release da assessoria do shopping Iguatemi com todas as informações da programação para esse domingo, 01 ( Jesuses, já estamos em setembro!), às 11:30.

A peça que está em cartaz se chama “Olha o óleo aew”. Tem um fundo educativo e acho que pode ser de interesse (a entrada é gratuita :))).ImageAbaixo, no release, mais informações.

 ”Domingo é Dia de Teatro” apresenta “Olha o óleo aew” no Iguatemi Florianópolis

O Domingo é Dia de Teatro desta semana traz o espetáculo “Olha o óleo aew”. O enredo conta a história de Dona Jurema, dona de casa dedicada e que adora cozinhar para os seus filhos. Entretanto, por falta de informação, Dona Jurema joga fora o óleo usado no almoço – pela pia da cozinha. Preocupado com o lago local, o Educador Ambiental Dotoróleo vai até a escola da região e tenta ensinar às crianças e suas famílias, a importância de se recolher o óleo em garrafas pet e encaminhá-lo para a reciclagem. Uma peça para divertir crianças e adultos, com uma importante mensagem sobre a necessidade de preservar nossos rios.

Serviço

Domingo é dia de Teatro, exibição da peça “Olha o óleo aew”

Data: Domingo, 01 de setembro, 11h30m

Local: Cinesystem Cinemas do Iguatemi Florianópolis

CustoEntrada gratuita

Mais sobre o projeto:

O projeto intitulado “Domingo é dia de Teatro” existe desde 2009, mas foi no ano passado que ganhou frequência semanal e lugar fixo, com a entrada do Cinesystem na parceria. Desde então, todo domingo, às 11:30, em uma das salas do cinema do Iguatemi Florianópolis, uma apresentação entra em cartaz — sempre com a engrada gratuita.

Não deixem de conferir pessoal! Bjs!!

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Não sou a mãe perfeita. Nem quero ser

Blog post bem legal da Barbara Thomaz, ex-apresentadora do canal Glitz! Tem a ver com várias reflexões que a gente faz aqui no blog. Super apoiamos o movimento “Não sou a mãe perfeita. Nem quero ser”!
Esperamos que vocês curtam!

Olga

olga maternidade

Muita gente tem uma visão antiquada de como uma mulher deve ser e se comportar. E, quando ela se torna mãe, esses estereótipos parecem se reforçar. Não à toa, a frase “ser mãe é viver com culpa” é tão divulgada. “A pressão é de que a mulher precisa ser uma heroína. Ela cuida da casa, da alimentação, do marido, dos filhos, trabalho, carreira, da saúde… E ainda achar um tempo para estar bem informada, se vestir como pede a moda, com o corpo em dia”, afirmaBarbara Thomaz, ex-apresentadora do canal Glitz. “Os médicos pedem para que o bebê seja amamentado até os 6 meses, mas ela só tem 4 de licença maternidade. Se for celebridade, 2 ou 3 no máximo. A sociedade pressiona para que ela seja a mãe perfeita, mas não facilita em nada.” Aqui, ela dá um basta à pressão e nos ajuda a desconstruir os mitos…

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