Arquivo do mês: junho 2013

Somos mães!

Em homenagem ao texto que mencionei no post anterior, da Melissa Shultz, “We are Mothers”:

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Somos Mães, We are Mothers

Quando eu tinha 18 anos, cursei um semestre de graduação em cinema. Não levei adiante, resolvi cursar Letras Inglês. Na mesma área fiz mestrado e acabei de passar para o doutorado em Feminismo e Estudos Culturais. Mas, dessa época do cinema, lembro de uma discussão que vira e mexe tinha com os colegas: como seria assistir a filmes sabendo como se faz filmes? Prestaríamos atenção aos detalhes técnicos do início ao fim ou conseguiríamos nos afastar da teoria temporariamente para curtir o filme? A resposta veio cedo, na primeira vez que fui ao cinema depois de cursar algumas matérias: sim, a teoria foi para as cucuias e consegui mergulhar na história como sempre fiz, sem teorias e análises cinematográficas.

Mas por que conto isso? Porque meu projeto de doutorado tem a ver com o universo deste blog, mais especificamente com auto-representação de maternidade em blogs e representação de maternidade em recursos jornalísticos. O que vai acontecer nos próximos 4 anos é uma imersão tão profunda nas teorias sobre maternidade que, quando me dei conta disso, fiz a mesma pergunta de anos atrás, só que diferente: será que vou conseguir ser mãe sem pensar nas teorias que vou ler sobre o assunto? Será que vou conseguir separar o conhecimento da experiência? Será que quero separar o conhecimento da experiência? Acho que não, mas isso só o tempo dirá. Mas a minha expectativa é poder contribuir aqui no blog com discussões legais sobre o assunto, informadas por essas teorias que vou ler, e estou empolgada! O que eu percebo é que existe uma comunidade crescente de mães blogueiras que querem falar sobre maternidade e não apenas viver a maternidade pra encontrar novas formas de educar, comparar para melhorar, apoiar para consolar, para ajudar. Nós, como diz a Melissa Shultz no texto “We are mothers” [Somos mães], “somos solteiras, casadas, divorciadas, gays, heteros. Somos perfeitas; somos imperfeitas; somos duronas, somos molengas; bancamos os consultórios dos terapeutas. Somos médicas não-licenciadas, perpetuamente em plantão para remediar doenças e consertar corações partidos”. E eu e a Chi queremos justamente discutir isso tudo aqui no blog e muito mais: falar da diversidade de experiências que a maternidade traz. Tá certo que o nosso público é bem claro: mães. Mas assim… com tantos blogs sobre os mais diversos assuntos blogosfera a fora, sem problemas termos um espaço só pra gente e para todos os simpatizantes da “causa”.

Bom, mas chega de blá blá blá. Como eu disse, passei na seleção de doutorado em Feminismo e Estudos Culturais e a partir de agosto o tema maternidade será meu feijão com arroz, mas antes vale a pena conferir um documentário americano sobre o movimento feminista nos EUA, um documentário que mostra como o senso comum às vezes interpreta o movimento de um jeito bem errado. Pra começar com pé direito no assunto, que tod@s assistam pelo menos aos dois primeiros blocos para ter uma ideia legal de como foi e o que essas primeiras gerações nos garantiram com suas lutas (embora o terceiro bloco também seja ótemo, mas os dois primeiros mostram as origens da segunda onda do movimento feminista):

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Grávidas têm direito a vagas especiais em estacionamentos

A pergunta que fica no ar é: “E nós ? Quando teremos esse direito em Santa Catarina?”

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Confira nos links abaixo as matérias na íntegra:

Grávidas têm direito a vagas especiais em estacionamentos de SP

Comin propõe vagas para gestantes em estacionamentos de shoppings e supermercados

“Em São Paulo, essa parte da gestação vai ficar mais fácil. Uma lei obriga shoppings centers, centros comerciais e hipermercados a reservar vagas para mulheres grávidas e pessoas com crianças de até 2 anos de idade. “Fantástico. Quando você pesa 20% a mais do que você pesava antes, é bem bom você andar menos”, afirma a arquiteta Nyrlei Dias.”

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Vale a pena conferir… já participamos algumas vezes e é sensacional :))

“O sucesso da primeira empreitada dá início a encontros semanais no cinema, seguidos de bate-papo num café, em meio à amamentação e trocas de fraldas. As mães retomam sua vida cultural e trocam experiências sobre a maternidade. Passados alguns meses, o grupo lança a primeira sessão amigável para bebês, acolhido pela rede de cinemas, que reconhece o valor da iniciativa.”

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por | junho 25, 2013 · 5:48 AM

Alimentação x Estomatite

Olá!

Hoje eu tinha definido outra pauta para compartilhar com vocês, mas acabei de voltar do almoço com meu marido e com a pequena Valentina e resolvi mudar tudo.. rsss. A minha toddler já está com 1,8 meses e desde pequena nunca tínhamos tido problemas com a sua alimentação, mas recentemente ela teve estomatite (http://brasil.babycenter.com/a3400299/estomatite-1-a-3-anos) e desde então, ela ainda não recuperou o apetite habitual.

Rapidinho para vocês entenderem melhor, os principais sintomas da estomatite são:

  • Pequenas feridas no interior da boca, rasas e com bordas bem definidas e arredondadas;
  • Inflamações na gengiva;
  • Inflamações na garganta;
  • Sangramentos na gengiva;
  • Quando em bebês, eles podem babar com mais intensidade;
  • Mau hálito;
  • Dor nas áreas lesionadas;
  • Inchaço das amígdalas;
  • Febre alta.

Durante o período em que ela estava com a virose a pediatra me aconselhou a oferecer mais doce do que salgado, porque a criança acaba tendo  muita dificuldade para se alimentar. Nesse momento, fiquei insegura, mas diante dos fatos não pensei duas vezes para introduzir o chocolate e alimentos mais calóricos. Teve um dia, por exemplo, que ela comeu apenas um Danoninho, e duas mamadeiras e eu decidi ir para o supermercado e fiz uma compra com alimentos que normalmente ela não comeria.

Comprei bolinhos prontos, mucilon de caixinha, fortini, sustage, sucos prontos, kinder ovo, gelatina, sorvete, etc… quando passei no caixa pensei comigo mesma: “essas pessoas devem estar achando que sou uma mãe sem noção”, tamanha era a porcariada no meu carrinho de compras.

Bem, aos poucos ela foi conseguindo comer e é claro que não recusou a “porcariada”, o que facilitou para ela ter energia e recuperar a coragem para comer.

Já faz mais de duas semanas e como eu disse no inicio ainda estamos tento dificuldades para fazer com que ela coma uma quantidade razoável de alimentos salgados e nutritivos e é claro que até hoje ela olha para geladeira e pede: “Doce….doce mamãe”. Não é fácil!

Ainda tenho que lidar com a cara de reprovação do maridex e com comentários do tipo: “essa criança não pode comer chocolate?”, mas fica entre nós que ele estava viajando durante a virose, acho que se estivesse aqui e participasse dos momentos de tensão ele entenderia melhor. Tem coisa pior que ver uma criança recusando comida?

Além das porcarias o que tem motivado muito ela é o fato de que agora ela come sozinha na mesinha e comprei vários kits de utensílios com  as Princesas que ela adora! Tenho carregado um kit com colher , garfo, pratinho e babador sempre que saio e mesmo nos restaurante ela me pede para colocar o babador e fica mega feliz quando vê o kit para alimentação. Depois passo uma agua no banheiro ou o garçom leva para lavar e depois me devolve, acho super prático (#ficaadica).

Image

Agora vamos voltando aos poucos com uma alimentação balanceada e promovendo uma reeducação alimentar com muita criatividade (em breve posto fotos e receitas criativas aqui).

Lembrando que:

* Fortini e Sustage foi recomendado pela pediatra e cada criança utiliza as medidas de acordo com a sua necessidade;

* é importante desde já escovar os dentinhos dos pequenos para evitar futuros problemas.

Para mais informações/estomatite:

http://www.tuasaude.com/sintomas-da-estomatite/ http://bebe.abril.com.br/materia/e-estomatite

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por | junho 24, 2013 · 8:35 PM

Oi, quanto tempo, tudo bem com você?

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Fizemos uma pausa, é verdade, mas voltamos. Voltamos porque sentimos vontade, voltamos porque sentimos saudades. Voltamos também a pedidos de algumas pessoas queridas e especiais que, embora não tivessem tempo para ler o blog todos os dias (mesmo porque não atualizávamos todos os dias), sentiram falta quando tentaram acessar para conferir o que as nossas filhas tinham aprontado nos últimos dias ou o que nós tínhamos aprontado com elas. Queriam saber se havia algum pensamento super filosófico complexo acerca dessa coisa doida chamada maternidade, que faz loucuras com os nossos cérebros e com as nossas vidas. Além de todo o frisson causado pelas pessoas nos perseguindo nas ruas e pedindo para voltarmos com o blog, o que, é claro, nunca aconteceu, voltamos porque acreditamos que mães se beneficiam de depoimentos de outras mães, porque já passamos por isso, porque estamos passando por isso e percebemos que algumas coisas têm que ser compartilhadas para o bem da nova mãe, da mulher que deseja ser mãe, da mãe que quer um colo quando os hormônios dão as caras no pós-parto. Enfim, voltamos, e a ideia agora é manter uma atualização mais comprometida, então pode passar por aqui que nós garantimos que você vai encontrar alguma informação e reflexão útil, engraçada, irônica ou em tom de desabafo sobre gravidez, parto, maternidade, serviços baby-friendly, receitas e muchas cosas más.

Estamos felizes em te ter de volta, aproveite!

Melina e Chiara.

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