As merdas que fazemos

homerdoh

Eu não sou muito de usar palavrões, e porque não curto mesmo, mas às vezes eles são bem necessários, como na terapia e na hora em que você faz uma grande merda. Hoje foi a primeira vez (pausa para a emoção) que a Alis acordou depois das 8h. Inédito. Emoção nível máximo, tipo assim. A pequena é madrugadora desde que nasceu, mas percebeu que a mamãe aqui estava precisando de um time out e deu uma trégua. Quem a acordou fui eu, às 8:30h, porque estava com saudades e porque me deu um medo súbito de que ela não dormiria no horário normal hoje à noite, que é por volta das 21h. Pois bem. Maridón pode sair mais tarde porque não precisava trabalhar, apenas participar da confraternização do departamento dele, então tivemos um momento “café da manhã em família”. Nada Doriana, I’m afraid. Eu, na pressa de prender a Alis no cadeirão para tirar o pão da torradeira, dei um mega beliscão na perninha dela com o negocinho de prender neném. Que merda, viu? Sangrou e tudo, mas ela chorou por trinta segundos e parou, como se nada tivesse acontecido. Certeza que doeu mais em mim do que nela. Mas a merda foi feita, e que merda que foi. AFF…!!!

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