Arquivo do mês: dezembro 2012

Oi?

Leitores e leitoras,

Não sou muito de festas de ano novo, até prefiro ficar em casa assistindo a um filme e, quem sabe, vendo os fogos de longe (não sou especialmente fã de fogos não…) e tal. Mas eu curto a história do ano novo como um recomeço, como uma chance de organizar a vida, pesar o que aconteceu de bom e ruim no ano que passou e prospectar para o resto da vida. Curti muito ter começado este blog, acho que é um blog com um “tema”, e um tema que me dá muito trabalho, amor e certamente me ensina diversas coisas todo santo dia. 2012, fazendo o tal balanço, foi um ano bem interessante. A Alis nasceu, voltei pra casa depois de uma loooonga reforma de 10 meses, voltei a trabalhar depois da licença, saí do meu emprego para me aventurar como autônoma e poder ter mais tempo para a Alis e meu pai faleceu. Foi um ano intenso. Tenho uma certeza interna de que 2013 será pretty awesome, agora basta aguardar e fazer o trabalho necessário para garantir essa “awesomidade” toda.

Ano Novo

Obrigada a todos(as) que passaram por aqui, nos vemos no ano que vem (dãaar, piadjênha teen).

Beijão!!!

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Back in Black

Como mãerinheira de primeira viagem, tenho uma confissão a fazer: ainda não perdi o peso da gravidez. Engordei doze, perdi 5… faça as contas de quanto ainda tenho que perder porque eu me recuso a escrever o número aqui. PFFF. Depressão. Mas enfim, procuro sempre formas de parecer mais magra e a minha última aquisição foi uma calça jeans skinny preta deliciosamente “emagrecedora”. Ela é um pouco mais alta do que eu costumava usar antes da Alis, mas fica na altura certa para ajudar a segurar as gordurinhas. E sim, estou segurando a alimentação, mas final de ano é uó pra emagrecer. Mas assim, pensando em calças, em moda, em roupas, em emagrecer, encontrei uma propaganda da GAP com a DIVALINDAEMARAVILHOSA Audrey Hepburn, olha só:

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Bare Necessities

Amo demais essa música, canto sempre pra Alis e ela adooora, dança e tudo!

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por | dezembro 30, 2012 · 5:29 PM

Reflexões

Uma coisa engraçada aconteceu hoje. Como eu já disse no post passado, paramos com a amamentação nesta semana, então eu pude “voltar a beber” (gente, não sou alcoólatra não, tá? Só estou empolgad”inha” com a novidade). Bom, vamos ao fato engraçado. Eu estava fazendo uma lista de receitas e ingredientes para fazer comidinhas gostosas para a Alis e entrei no Pinterest para encontrar uns boards de “baby food”. Fui anotando tudo numa folha de caderno (método arcaico, eu sei) e navegando na rede social. De repente me deparo com uma receita de eggnog, uma bebida típica dos EUA nessa época de festas, e lembro das batidas de coco que eu costumava fazer na minha vida pré-gravidez (a única bebida doce que eu curto) e anoto, na mesma lista de comidinhas para a Alis: “comprar vodka”. Hahahahaha Me matei de rir. Parece aloka do álcool, mas é só porque é novidade.

Tudo sob controle, tudo sob controle. Alis vai receber as comidinhas dela e, eu, a minha vodka para tomar uma batida depois do horário de dormir dela.

Ah, e esta sou eu no Pinterest (nem uso tanto, só quando bate uma vontade de encontrar inspiração):Euzinha.

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Só pra constar…

Natal foi DE-LI-CI-O-SO! Foi uma festa super harmônica, ninguém fez cara feia e a tia bêbada foi… adivinha quem? Euzinha. Sobrinha de 14 e prima de 15 anos me chamam de tia (uma porque realmente é minha sobrinha e a outra porque, pra ela, sou velha), então eu fui a tia bêbada do natal, falando besteira pelos cotovelos, perdendo a conta de quantas cervejas já tinha tomado e tals. Hoje a sobrinha veio aqui em casa e falou: “Tia Mel, você estava muito engraçada no natal”, o que prova a minha teoria de que eu fui a tia bêbada. Mas foi incrível: primeira vez bêbada em 19 meses. E só pra constar, eu não estava bêbada, estava alegre. E só pra constar [2], parei de amamentar dois dias antes do natal. Meu leitchênho já não satisfazia mais, então estávamos no processo de amamentação só pra não interromper bruscamente. Curti muito amamentar, estou com uma dorzinha no coração por ter parado, mas muito feliz por termos atingido a marca dos 10 meses. Mas voltando ao assunto importante: a minha bebedeira, que não foi bem bebedeira, mas mini-pileque, foi MUITO divertida. Agora entendo as tias que ficavam/ficam bêbadas no natal. É quase que uma obrigação na tradição natalina, um trabalho sujo que alguém TEM que fazer. E olha, dona tradição, foi uma honra. Quem lê acha que eu nunca bebi no natal, mas sim, eu já bebi, só que eu era sobrinha, neta, filha, nora, mas agora sou mãe. Tem todo um peso diferente. As pessoas olhavam pra mim com um mix de humor e medo que eu não fosse dar conta de ser mãe caso o “serviço chamasse”, ou seja, tinha o fator surpresa, tempero de novelinha mexicana. Eu brinco, nem foi isso tudo. Eu dei conta de me manter no salto, que na verdade era uma sandália sem salto, até as duas e meia da madruga, tomar banho, dormir às três e acordar às cinco para dar mamadeira para a Alis e trocar a fralda também. Conclusão: eu não estava bêbada, estava apenas feliz, feliz, feliz por ser mãe (<3), por ter um marido e uma família incrível, por poder beber sem contar os %s de álcool, por ter uma avó linda e maravilhosa de 89 anos que ficou até o final da festa e riu de todas as minhas piadinhas de tia bêbada.

2012, apesar da perda que sofremos na família, foi um ano muito mega hiper legal. Aprendi muito, muito, muito e sinto muita gratidão por ser rodeada de pessoas bacanas. Os problemas existiram e continuarão existindo sempre, mas o tempo passa e vamos ficando mais espertos sobre como lidar com eles. Vemnimim, 2013!!!

Beijo gigas pra todo mundo que acompanha o blog, mesmo que em silêncio (comentem, gentch), porque as estatísticas mostram que os acessos existem… beijo, fantasminhas queridas(os)!!!

BIG PS: Saí com os olhos fechados e/ou fazendo careta em toooodas as fotos, então não vai rolar de publicar nenhuma não…rsrsrs!

Pra não fazer desfeita, segue uma colagem de fotos tiradas no dia 23, com a Alis de tubarão rosa depois de tomar banho de piscina (:

UM VERÃO 2012

 

8 Comentários

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Randômicas

Cérebro de grávida/mãe

Paris

Em frente ao Natural History Museum, em 2010, com pai e mãe

Logo antes de engravidar, li um livro que comprei no Natural History Museum, em Londres, o The Female Brain, escrito pela médica Louann Brizendine. Nele, a autora fala sobre o que acontece com o cérebro da mulher em todos os estágios da vida: como neném, criança, adolescente, mulher adulta, mulher grávida, na menopausa e na velhice. O livro é bom de ler, tem uma linguagem científica bem acessível e me impressionou uma coisa que a autora disse: quando engravidamos, o cérebro diminui, se reorganiza e só volta ao seu tamanho normal lá pelo sexto mês após o nascimento do neném. Sabe que eu sinto isso? Parecia que eu tinha meio que “emburrecido” durante/depois da gravidez, mas agora e que agora as coisas estão começando a voltar ao normal (Alis está com dez meses, parece que sou meio atrasadinha… mas tem a tal da variabilidade normal dentro da raça humana, né?). Até mês passado eu não conseguia me concentrar muito nas coisas, andava um pouco desligava, burrinha até (não que eu seja uma gênia agora, certeza). Meu cérebro está acompanhando melhor o mundo, tendo ideias interessantes de novo (de acordo com o meu julgamento, claro), querendo ler com atenção. Vou procurar saber mais sobre o que acontece com o cérebro na gravidez, tô interessada.

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Ghandi

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Meu pai era um cara simples, de verdade mesmo. Curtia ler, assistir a documentários sobre alienígenas, desastres naturais e fim do mundo. Ele tinha a maior dificuldade em sair pra comprar roupas. Eu até brincava, dizendo que ele se vestia como um mendigo, tamanha era a dificuldade de fazê-lo comprar uma calça nova. Quando eu dizia isso, ele falava: “Sabe quantas calças Ghandi tinha? Duas. Ele usava uma enquanto a outra estava para lavar”. Fofo. Aí achei essa imagem com os dez fundamentos de Ghandi para mudar o mundo. Deu saudades do meu pai e senti amor pelos dois, por ele e pelo Ghandi.

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Soninho da Alis

Essa charge é perfeita, e quem tem neném e não tem ajuda constante sabe que é.

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Feliz Natal

Eu a-m-o natal. Parece bobo, eu sei, uma mulher de 30 anos gostar tanto de natal, mas eu gosto. Eu curto ficar perto da família (sim, sou bem família), a troca dos presentes, o jantar, as pessoas bêbadas, as sóbrias, as crianças, os aborrescentes, os velhinhos. Eu vou sentir falta de um velhinho em especial, meu pai papai noel… ele sempre era confundido com o papai noel. (((:

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Feliz Natal pra todo mundo que passar por aqui, e pra quem não passar por aqui também. Que você que está lendo não engorde muito, não tenha muita ressaca, ganhe vários presentes divertidos e aprecie o momento fraternal!

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As merdas que fazemos

homerdoh

Eu não sou muito de usar palavrões, e porque não curto mesmo, mas às vezes eles são bem necessários, como na terapia e na hora em que você faz uma grande merda. Hoje foi a primeira vez (pausa para a emoção) que a Alis acordou depois das 8h. Inédito. Emoção nível máximo, tipo assim. A pequena é madrugadora desde que nasceu, mas percebeu que a mamãe aqui estava precisando de um time out e deu uma trégua. Quem a acordou fui eu, às 8:30h, porque estava com saudades e porque me deu um medo súbito de que ela não dormiria no horário normal hoje à noite, que é por volta das 21h. Pois bem. Maridón pode sair mais tarde porque não precisava trabalhar, apenas participar da confraternização do departamento dele, então tivemos um momento “café da manhã em família”. Nada Doriana, I’m afraid. Eu, na pressa de prender a Alis no cadeirão para tirar o pão da torradeira, dei um mega beliscão na perninha dela com o negocinho de prender neném. Que merda, viu? Sangrou e tudo, mas ela chorou por trinta segundos e parou, como se nada tivesse acontecido. Certeza que doeu mais em mim do que nela. Mas a merda foi feita, e que merda que foi. AFF…!!!

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