Arquivo do mês: novembro 2012

Eu sumi?

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Eu sumi, mas sumi porque estou vivendo um filme europeu. Meu pai tem câncer há quase quatro anos, e há quase quatro anos eu tenho breves episódios de crises do tipo “filme europeu”, mas eles passam rápido porque eu tento lembrar de olhar para o céu, pensar em como o universo é infinito (é, né?) e lembrar da minha insignificância. Outras horas eu olho pra Alis mesmo, em toda a sua fofura e ingenuidade, e tudo faz sentido.

Mas ser mãe, eu estava a pensar no fim de semana, é a minha religião. Sabe por quê? Por causa da Graça de que falam os believers. Eu sinto só de pensar nela.

Post meio sem nexo, mas estou meio sem nexo hoje também, então faz total sentido.

Beijón!!!

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Feriadão

Esse feriadão foi mágico (sim, eu sou naturalmente exagerada). A Alis tá demais, tá brincando como nunca antes, interagindo superbem com os meus amigos, sorrindo para estranhos, curtindo ficar com a gente e participar dos afazeres domésticos (que, vamos combinar, se multiplicam quando se tem um neném), mas o mais legal rolou ontem. Moramos numa casa, então tem grama, pedra, pássaros, água, árvore… é um pequeno pântano. Tentamos colocá-la na grama para sentir a textura e brincar e tal, mas ela teve um mini-ataque. Não forçamos a barra, deixamos a coisa acontecer no ritmo dela. Estendi uma toalha na grama e fiquei brincando com ela em cima da toalha. Em poucos minutos ela começou a brincar com uma graminha aqui, outra ali e logo já estava engatinhando por tudo e tentando colocar pedrinhas na boca. Olha, foi muito legal, tipo “momento propaganda de margarina”, sabe? A carinha dela de nojinho da grama se transformando em pura curiosidade e satisfação foi a coisa mais deliciosa do feriadão. É muito gratificante ver o desenvolvimento de um mini-ser.

Eu ficava brincando com o maridón, dizendo que essa era a iniciação da Alis como uma mulher selvagem, em contato com a natureza e com os instintos dela, seguindo o exemplo das mulheres da Clarissa Pinkola Estés. Boa semana, gentch!

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Artigo legal

Ontem dei uma olhada no site “Shine”, do Yahoo. É um portal voltado para mulheres que fala sobre beleza (dãr, qual portal para mulheres não fala sobre beleza?), saúde, alimentação, maternidade, etc, etc… Mas encontrei pelo menos uma coisa boa: esse artigo, cujo título é “It’s OK: All Moms Are Learning as They Go Along“, ou seja, num português bem adaptado, “Está Tudo Bem: Todas as Mães Aprendem Com o Tempo”.

O texto fala sobre como a escritora revirava os olhos quando sua mãe dizia que maternidade não é algo que se pode aprender a partir de livros, e eu fazia a meeeesma coisa. Comprei/ganhei quatro livros sobre maternidade (já falei sobre eles aqui, ó) e tinha certeza que conseguiria dar conta de tudo com o que tinha aprendido na leitura deles. Ledo engano. Quando a Alis nasceu parecia que eu estava começando do zero. Assim como a autora do artigo, consegui usar detalhes que aprendi com os livros, mas nenéns reeeealmente não seguem scripts e não querem nem saber do que os livros falam sobre eles. Babies têm seu próprio ritmo e não estão nem aí para o que se espera deles.

Mas tá aí o link. É um texto curto, mas bem escrito e 100% verdadeiro. Boa semanaaa!!!

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